Estamos na Era dos Dados

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Estamos na Era dos Dados.

E, quem sabe trabalhar dados, e o faz com ética, consegue se diferenciar no mercado.

    •  O que a sua empresa faz com dados de clientes e prospects?
    • Você usa os dados respeitando os limites da LGPD?
    • Os dados que estão em seu poder, possuem autorização de uso?
    • O “dono” dos dados sabem que você os detém e o que serão feitos?
    • De algum modo, ele autorizou o uso? Estas e outras perguntas podem ser respondidas por um profissional de BI (Business Inteligence), ou Inteligência de mercado.

Este profissional é o que vai minerar dados, cruzar informações e tirar conhecimentos para tomada de decisão.

Ele também capta dados do mercado e da concorrência. Identifica os movimentos e tem insights que ajudam na condução das ações.

Uma frase que morri de rir, mas é a pura verdade é: “aperte o dado até ele confessar.”

Como a sua empresa se comporta na Era dos Dados? Você tem uma área ou profissional nessa área?

Já pensou em ter?

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua VIsita

Vocês Viram a Campanha sobre Proteção de Dados do Itaú?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Achei genial! Mas fiquei pensativa… Meus dados estão expostos por aí, também!

Senti o mesmo desespero do rapaz do comercial.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor e algumas questões ainda ficam no ar:

– O que muda para mim, cidadão?

– O que muda para mim enquanto empresa? Antes de tudo, o que é essa tal de LGPD?

Vamos por partes: O objetivo da lei é alinhar regras de uso e compartilhamento de dados de outros, com o objetivo de mitigar fraudes, uso indevido e demais crimes cibernéticos. E essa luta está apenas começando!

Para o cidadão, a lei pretende dar mais segurança aos dados. Você precisa autorizar e saber o que as empresas farão. Como utilizarão seu CPF, por exemplo.

Para empresas, além de promover a segurança, também estabelece regras para uso de dados de clientes, prospects, fornecedores e outros. Não basta mais pedir para a atendente virtual pegar o e-mail do cliente, ele agora precisa autorizar e dizer que quer receber a mensagem.

Governo deu mais de um ano para que as empresas se preparassem e agora você precisa estudar bastante e, principalmente, se é empresa, colocar-se “na linha”.

Acontece que muitos nem começaram a pensar nisso.

Me diz… Como está o processo na sua empresa?

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

 

Vou Te Enviar um e-mail, OK?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Vou te enviar um e-mail, ok? Me passe seu número, para falarmos melhor? Vou deixar um recado no seu WhatsApp, tá bem?
O combinado não sai caro, quando o Comercial respeita a LGPD.

O SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), diz que:
“O titular (dono dos dados) deve concordar, de forma explícita e inequívoca, que seus dados sejam tratados.”

Na realidade do Comercial, devemos sempre deixar claro quais são “as regras do jogo”, ou seja, se o potencial cliente lhe passa seus dados ou da empresa, você deve informar o que pretende fazer com as informações e conseguir seu consentimento.

No LinkedIn, por exemplo, conduzo a prospecção enviando um pedido de conexão com uma mensagem já explicando como a Sua Visita pode ajudar empresas a vender mais e pergunto se podemos falar mais a respeito.

Ao aceitar, a nova conexão já sabe qual é o meu objetivo.

Depois, envio uma mensagem de agradecimento e continuo o assunto, já tentando agendar uma reunião.

As pessoas que respondem positivamente, geralmente, me passam dados como e-mail e/ou telefone.

É quando eu explico o que vou fazer com estes dados e busco um ok, antes de executar uma ação.

Este é um exemplo de respeito à LGPD.

Me conte quais os cuidados que você e sua empresa têm para respeitar os dados coletados.

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

 

Estamos na Era dos Dados

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

E, quem sabe trabalhar dados, e o faz com ética, consegue se diferenciar no mercado.

• O que a sua empresa faz com dados de clientes e prospects?
• Você usa os dados respeitando os limites da LGPD?
• Os dados que estão em seu poder, possuem autorização de uso?
• O “dono” dos dados sabem que você os detém e o que serão feitos?
• De algum modo, ele autorizou o uso?

Estas e outras perguntas podem ser respondidas por um profissional de BI (Business Inteligence), ou Inteligência de mercado.

Este profissional é o que vai minerar dados, cruzar informações e tirar conhecimentos para tomada de decisão.

Ele também capta dados do mercado e da concorrência. Identifica os movimentos e tem insights que ajudam na condução das ações.

Uma frase que morri de rir, mas é a pura verdade é: “aperte o dado até ele confessar.”

Como a sua empresa se comporta na Era dos Dados? Você tem uma área ou profissional nessa área? Já pensou em ter?

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

Micro e pequenas empresas: a Lei Geral de Proteção de Dados também se aplica à sua operação, fique atento!

Autor: Advogado Álvaro Cravo e Advogada Fernanda Tostes, Especializada em LGPD

 

 

Desde que ultrapassados todos os percalços e obstáculos que separaram a Lei Geral de Proteção de Dados – Lei federal n.º 13.709/2018 (“LGPD”) do início de sua vigência plena, em agosto de 2020, exceto quanto à aplicabilidade das sanções administrativas previstas na norma, as quais se tornarão eficazes e passíveis de imposição em agosto deste ano, muito se tem falado sobre o quanto esta norma impactará a realidade das empresas e também, infelizmente, muita desinformação é veiculada em diversas mídias, gerando ainda mais dúvidas e inseguranças.

Pois bem, uma das questões que comumente é objeto de controvérsia trata da aplicabilidade da LGPD às atividades desenvolvidas por micro e pequenas empresas. Por este motivo, é fundamental difundir a informação de que a norma não traz qualquer hipótese expressa que excetue ou retire de sua égide determinadas pessoas jurídicas no exercício de atividade econômica sob nenhum aspecto, ficando extreme de dúvidas, portanto, que independentemente do vulto da empresa, seu faturamento anual, seu número de colaboradores e/ou qualquer outro parâmetro ou métrica semelhante, está ela sim obrigada ao compliance com a LGPD, devendo assim, com certeza, à mesma adequar a sua operação.

Fato é que, tão somente se verifica hipótese expressa de exceção na norma a determinadas formas de tratamento dos dados pessoais, tal qual especificado no artigo 4º da lei.

Apesar disso, em atenção ao disposto no art. 55-J, inciso XVIII, da LGPD, a já constituída e operante Autoridade Nacional de Proteção de Dados (“ANPD”), adotou medida extremamente positiva e colaborativa com o mercado ao promover, de 29 de janeiro a 1º de março deste ano, uma tomada de subsídios sobre a regulamentação da aplicação da LGPD para microempresas e empresas de pequeno porte, bem como iniciativas empresariais de caráter incremental ou disruptivo que se autodeclarem startups ou empresas de inovação e pessoas físicas que tratam de dados pessoais com fins econômicos.

De acordo com a ANPD, tal iniciativa se deu com o objetivo de receber contribuições da sociedade para posterior regulamentação. Adicionalmente, esclareceu que há previsão de ainda submeter a regulamentação a consulta e audiência públicas antes de sua publicação.

Dessa forma, vale para os micro e pequenos empresários acompanhar com muita atenção e senso de urgência a evolução deste tema para assegurar que as suas operações se adequarão devidamente a todos os ditames da norma, sendo certo que consta da Agenda regulatória da autoridade nacional para o biênio 2021-2022 a meta de iniciar o processo de regulamentação do assunto ainda no primeiro semestre deste ano.