Sabe a Diferença entre Preço e Valor, ao Contratar uma Empresa de Pré-vendas?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Preço se negocia de inúmeras formas. Valor, é o que se cria e se entrega ao cliente.
Saiba como fazer para o preço não ser mais uma limitação:

Preço pode ser medido pela capacidade de se manter um compromisso financeiro com um produto ou serviço adquirido. Pelo viés da razão, faz todo sentido.

Agora quando estamos falando do componente emocional, existem crenças e objeções relacionadas ao preço, muitas delas absolutamente subjetivas, que te impedem de crescer, de inovar ou testar novas formas de fazer.

Imagine o valor de se desenvolver um setor de pré-vendas que se retroalimenta. Um setor de Inside Sales que qualificam os Leads desenvolvendo internamente a capacidade de entender plenamente o que é qualidade no seu ponto de vista e se aprimora constantemente, criando oportunidades crescentes de novos negócios com empresas que você sempre sonhou em conseguir a atenção
Isso faz sentido pra você?

Mas é mais que lógico que isso tem um preço.

Talvez, você não saiba que existem formas de se contratar uma empresa de Pré-vendas, como a @SuaVisita.

Nós temos tido reuniões super interessantes neste sentido:
• Modelos de pacote mensal, fixo;
• Pagamento por lead gerado e/ou qualificado;
• Pagamento por reunião agendada;
• Success Fee, que pode envolver um mínimo garantido e mais variável percentual, por contrato fechado.

Todos eles têm suas vantagens e desvantagens, tanto para o cliente, quanto Sua Visita enquanto empresa de Pré-vendas. Porém, as chances de se chegar a um acordo são maiores quando temos opções, concorda?

Nao acha que é agora a hora de pensar num budget, mesmo quefuturo, para desenvolver um profissional de prevendas para seu time?

Cabe a você, empresário, perceber valor nesse mercado, acompanhado conseguirá mais rápido, focado na sua expetise.

Na minha última enquete, a maioria das pessoas responderem que “acreditam que não podem pagar” por um trabalho de pré-vendas. Será um prazer conversar contigo sobre nossos modelos de trabalho, tickets médios e ciclos de venda. Vendas consultivas devem ajudar sempre, independente de monetizar essa relação.

Vamos conversando! Você, de vendas complexas e nós com a expertise de criar um fluxo, um processo de fazer isso acontecer com inovação, BI e sobretudo, humanização destes processos.

Conta pra mim, vou adorar conversar sobre ligações que deram certo e a maior dica pra isso acontecer é: seja você mesmo!

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

OFFICEVERSO – Um METAVERSO do Século XXI

Autor: Marcus Mendonça

 

O que sabemos do Metaverso? Sabemos que é a união do virtual com o real onde se tem uma extensão de sua realidade através de um mundo virtual, e o que isso transforma sua vida? Em muitos casos em nada, apenas pode ser enxergado como um jogo como no caso do ROBLOX e outros jogos que estendem sua realidade, mundos virtuais vêm sendo utilizados desde muito tempo, lembramos do Second Life, e de outros que tiveram empresas abrindo campanhas de marketing, por vezes massivas dentro dessas plataformas; não podemos também esquecer dos shows dentro de Fortinite aonde milhões de pessoas foram reunidas dentro desses mundos criados pelo jogo e assistiram com seus avatares. O mundo mudou, com certeza essa é a única certeza dentro desta realidade que agora estamos, e que senão mudamos conforme a onda do mundo podemos morrer literalmente na praia.

O conceito de Metaverso vem de ideias desde a final da década de 1970 e o início da década de 1980, muitos dos membros da comunidade tecnológica imaginavam um estado futuro da Internet onde todos estariam conectados através de um mundo virtual. Tivemos exemplos dentro dos filmes como Player One e Matriz o que seria um conceito aprimorado e as vezes assustador de Metaverso, assim como um livro de de 1992 o escritor Neal Stephenson deu aos leitores muito mais do que as quatrocentas páginas de Snow Crash, neste livro conforme a definição no Wikipedia: “A história começa em Los Angeles no século 21, um número não especificado de anos após um colapso econômico mundial. Los Angeles não faz mais parte dos Estados Unidos, já que o governo federal cedeu a maior parte de seu poder e território a organizações privadas  empresários .  Franquia , soberania individual e veículos privados reinam supremos.” Neste Mundo um vírus de computador consegue transportar as pessoas para um mundo virtual, ou como ele denominou na época o METAVERSO, se a gente ao ler este cenário não pensar no mundo atual, salvo com algumas coisas que somente o mundo da ficção científica consegue colocar nos deixa pensando que hoje é nossa realidade e será a realidade ainda maior com o passar dos meses, e digo meses e não anos.

Mas onde entra o nosso OFFICEVERSO, dentro deste conceito? Ele entra por ser um novo METAVERSO no qual sua empresa estará totalmente ou parcialmente virtualizada, com todo seu conceito, regras, normas e físico virtualizado, mas vamos ser práticos o que isso pode ser bom para o seu negócio? Temos vários pontos que podem te responder essa pergunta:

  • Redução do custo com o aluguel de espaços
  • Controle maior dos funcionários remotos (eles estarão todos meio que fisicamente no ambiente e interagindo).
  • Este ambiente de escritório por enquanto só funciona em desktops e notebooks e com isso faz com que as pessoas realmente estejam em casa, a sua não ida para os celulares ou mesmo o bloqueio nestas plataformas vão deixar com mais lisura a realidade de que eles estão em ambientes internos e não na rua.
  • Você não precisa ter seu funcionário localmente dentro do seu munícipio, sua força de trabalho vai estar em qualquer local e poder atuar de forma eficiente. O funcionário mora onde sempre teve vontade, isso se chama qualidade de vida.
  • O risco de atrasos por conta de transporte público fica eliminado.

Mundos como Gather town (https://www.gather.town/) prometem construir este ambiente e trazer sua empresa definitivamente para o mundo virtual, este mundo por exemplo, por um preço é claro, é totalmente customizável e trazer o ambiente da sua empresa para dentro do computador do seu colaborador, e este mundo não funciona, até o momento dentro de um ambiente mobile, por motivos aos quais falei anteriormente. Este mundo do Gather Town está sendo aprimorado e deve ficar ainda mais realista, o que vai tornar a experiencia do usuário melhor, claro que isso não vai substituir o chão de fábrica no momento, com o desenvolvimento ainda maior da Inteligência Artificial e a robótica esse cenário com certeza vai mudar, mas vai melhorar com certeza o padrão de qualidade das grandes cidades e vai levar as pessoas a realizar seus sonhos de moradia sem se preocupar com a distância do seu local de trabalho.

Ainda vejo o conceito do Officeverso, um conceito bom, mas para algumas empresas ainda longe de ser alcançado por conta da cultura, para alguns empresários eu considero que seja a teoria do presencial muito importante, mesmo que com isso eles percam valores importantes para o seu negócio. O Físico ainda está enraizado não apenas na cultura brasileira, mas como mundial, é um processo longo que vai se tornando cada vez mais factível conforme mudam as gerações. Quando o empresariado parar de colocar barreiras e começar a ampliar o Horizonte, vamos ver empresas crescendo exponencialmente como nunca cresceram, atraindo valores sem se importar onde estejam e um Officeverso dominante no mundo, trazendo produtividade e qualidade de vida.

Devo salientar que como estamos fazendo hoje EAD, Home Office ainda está bem longe do ideal por conta das raízes físicas que temos com as empresas e com isso a cultura da população economicamente ativa, mas conforme a tecnologia e a imposição da sociedade esta tendência e essa consciência vão mudar e como disse no parágrafo anterior, prosperar para um mundo realmente globalizado.

Para finalizar muitos ainda vão pensar que eu não medi as relações trabalhistas, como as leis de cada país, pelo contrário, previ sim e ainda falo que o futuro não se encontra na carteira de trabalho para muitas profissões, se encontra dentro de contratos de prestação de serviço, seja continuada ou não, favorecendo o trabalhador e os empresários, aonde um trabalhador pode complementar renda se assim necessitar com outros contratos e virar um empreendedor da sua vida, e para os empresários uma gama cada vez maior de talentos a disposição, para diversos projetos. Custos menores, trabalhos mais cirurgicamente contratados, trabalhadores com maiores oportunidade de expandir, o mundo ainda precisa amadurecer eu sei mas o Officeverso será em breve uma realidade positiva dentro deste mundo mais maduro.

 

Marcus Mendonça.  – Canal Quem Sabe e Mentor de Negócios

Quemsabementoriacom

 

 

Equilíbrio Emocional para ter o Próprio Negócio.

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Ter uma empresa é um sonho de muitos brasileiros, mas em muitos casos acaba por se tornar um grande pesadelo, situações antes inesperadas batem à porta do empresário, enfrentá-las sem deixar que isso interfira na sua vida pessoal e social é um dos desafios, e o equilíbrio ou desequilíbrio emocional são os fatores determinantes entre as duas situações.

No mundo dos negócios normal acontecer momentos de fartura, de escassez, de euforia, de conflito, de incerteza e até mesmo de revolta, a resposta do empresário e sua equipe nesses momentos irão gerar os resultados do negócio. Imagine se na sua empresa um cliente faz uma reclamação e recebe uma resposta inadequada, isso provavelmente significará a perda dele, se ao invés disso você reconhecer a possibilidade de exitir uma falha e identificar elementos dessa crítica ou reclamação que possam melhorar o seu atendimento, é possível reconquistá-lo e até mesmo transformá-lo em parceiro. Perceba que a sua reação ou de seu funcionário está condicionada ao grau de equilíbrio emocional, mas também as competências e habilidades desenvolvidas. Quanto mais estiver preparado para administrar seu negócio, quanto mais souber a respeito dele, mais confiante estará. Essa confiança é aquela advinda do conhecimento, do preparo, do estudo, da busca de informações, da melhoria constante dos processos da sua empresa e de sua equipe, bem como do investimento em educação e técnicas pertinentes ao serviço entregue. O desequilíbrio emocional em determinadas reações cotidianas normalmente está condicionado a incertezas insegurança. Conhecer a si mesmo e o que você entrega aos seus clientes estabelece uma relação direta entre equilíbrio emocional e sucesso nos seus negócios concomitantemente.

Uma empresa é feita para atender as necessidades de um grupo de pessoas, e o empresário que entrega essas soluções recebe por isso, mas existe aí um relacionamento em que podem existir ruídos, o empresário deve estar sempre atento as necessidades e manifestações dos seus clientes, quanto maior for a intenção de entregar o melhor possível recebendo o máximo possível maior também será o grau de satisfação do cliente e do empresário, que ao mesmo tempo não deve estar apegado ao seu negócio como se ele fosse parte de sua vida, o negócio aí é apenas um meio de se obter o que se deseja. A máxima: “alta intenção e baixo apego”, por parte do empresário diminui a possibilidade de desequilíbrio emocional. Um exemplo é que muitos empresários atribuem parte do seu nome ou sobrenome como razão social da empresa, isso gera um vínculo afetivo entre o negócio e o seu dono o que normalmente gera situações em que o empresário não se permite soluções racionais e sofre emocionalmente ao tomar uma decisão que significa a interrupção dos serviços, ou até a venda da empresa, mesmo que por um alto valor, evitar essa prática diminui consideravelmente o comprometimento emocional do empresário.

Outro ponto a se considerar é o nível de autoestima em que se encontra, quanto maior for, maior será a confiança e o sucesso obtidos.

Pense que até mesmo o sucesso pode gerar desequilíbrio mais uma fórmula de vencer isso é entender que mesmo os momentos de euforia, vão passar e estar sempre pronto para o que vem depois, ver a situação momentânea por outros pontos de vista, pode permitir ao empreendedor inovações simples capazes de renovar esses momentos de sucesso, fortalecer o aprendizado e consequentemente promover um bom clima na empresa.

Quanto mais investir o tempo em procedimentos e processos para que você e todos envolvidos na empresa saibam a maior parte do tempo o que fazer, e não ser necessário o improviso, maior será a tranquilidade sua e de sua equipe diante das situações cotidianas da empresa e até mesmo das inesperadas.

Conquistar o equilíbrio emocional ou ser dono de uma empresa ou de um negócio demanda planejamento, busca de informações, acompanhamento, monitoramento sistemático, aumento da rede de contatos, da autoestima e da autoconfiança, entre outros comportamentos empreendedores. É possível desenvolvê-los participando de cursos e treinamentos, especializações ou pedindo ajuda de especialistas nas competências que você ainda não tem.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Pré-vendas – Principais Crenças Limitantes e Objeções

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Estas são as principais crenças limitantes e objeções que recebo diariamente, tanto de decisores que converso da Sua Visita, quanto dos nossos clientes.

Não faltam argumentos para cada uma destas opções:

Investimento – É menor que contratar um profissional júnior, em regime CLT e bem menor mesmo que contratar um sênior, em regime PJ. A vantagem é que em uma empresa terceirizada, o cliente conta com uma equipe de pré-vendas especializada que vai ajudar a construir um comercial muitas vezes do zero. Uma equipe que já vem com as ferramentas do trabalho e expertises básicas para o trabalho, que demanda esforço financeiro. Ganhamos tempo na curva de aprendizado da especialização comercial.

Automação x Personalização – Automatizar o processo de pré-vendas (SDR) significa retirar processos repetitivos da rotina da equipe, para dar tempo de personalizar as demais interações humanas. Chega um momento em que a automação dá lugar aos contatos com nossa equipe e é quando qualificamos o interesse, necessidade e momento de compra do potencial cliente. Isso também pode ser auxiliado por automações, BI e robôs: conversas parametrizada onde por meio de temperatura diferenciamos quem é o nosso perfil de cliente ideal (PCI).

Se sua venda é complexa demais ai mesmo justifica este trabalho – O SDR (mesmo terceirizado) vai conversar até qualificar o lead. Mas “ele não vai responder a todas as perguntas”. Quem deve ter todas as respostas na ponta da língua é o Closer/Expert Técnico da empresa, alguém com conhecimento da solução. Lógico que temos que saber algumas coisas, o SDR vai até onde combinarmos, saberá o que decidirmos ser importante para “fazê-lo levantar a mão”, “entrar na jornada de compra”, mas a questão é ter SUA EFETIVA PARTICIPAÇÃO para cliente treinar o nosso SDR sobre a solução e sobre questionamentos mais comuns e ele vestir a SUA CAMISA.

Outras objeções – Você pode até ter uma boa razão para não contar com uma empresa de pré-vendas (SDR) te ajudando a buscar oportunidades, porém vale nos dizer a justificativa de abrir mão deste serviço. Queremos estudá-la.

Comente o que te impede de investir em pré-vendas e eu te mostro que não é este bicho de 7 cabeças.

Conta pra mim, vou adorar conversar sobre ligações que deram certo e a maior dica pra isso acontecer é: seja você mesmo!

O que impede a sua empresa de terceirizar a área de pré-vendas na sua empresa?

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

 

Felicidade no Trabalho é Possível?

Autor:  Marcio  Cerbella Freire

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Estar infeliz no trabalho vem se tornando a algo cada vez mais comum, cada vez mais pessoas não conseguem relacionar trabalho com satisfação ou prazer e trabalham simplesmente para obter o sustento do dia a dia, esse inclusive é um dos fatores de insatisfação que gera ou leva a essa situação. O ser humano tem por característica não querer errar, nas empresas hoje nem sempre existe uma política que permita ou até valorize o erro muito menos uma estratégia de prevenção para que erros graves não ocorram, algumas pessoas inclusive sofrem muito com o erro e esquecem que às vezes cometem o erro simplesmente porque não existe um processo adequado.

É comum inclusive pensar que felicidade no trabalho é uma utopia mas alguns casos provam que não só ela é possível como essa é uma das condições de realização e de sucesso de um profissional, mas essa construção se inicia na orientação, na escolha da profissão e se consolida a partir do desenvolvimento do comportamento empreendedor inerente aos intraempreendedores, que são aqueles que com suas atitudes e escolhas transformam para melhor os resultados da empresa.

Quando algo nos incomoda muito no trabalho impedindo nossa felicidade, podemos sempre buscar novas oportunidades, seja em outra empresa ou em um negócio próprio. Buscar informações sobre o mercado de trabalho e suas opções, dá ferramentas para escolha mais adequada de uma opção alternativa e interessante.

Na construção de uma carreira ascendente numa empresa, não existe contradição com a busca da felicidade, pois um dos comportamentos dos intraempreendedores é justamente a alegria e satisfação em todas as nossas ações, portanto estar feliz no trabalho pode ser fator determinante do sucesso profissional.

Para não cair no desânimo para encarar anos tão difíceis de crise e alto índice de desemprego como os que estamos vivenciando, devemos perceber que a crise pode ser uma oportunidade de nos diferenciarmos dos demais, uma vez que nesses momentos aumentam as necessidades e desafios para solução de problemas internos nas empresas, se encontrarmos uma solução seremos vistos com outros olhos na instituição, além da sensação de elevação da autoestima que é promovida quando conseguimos algo assim, portanto a melhor dica é buscar na crise novos desafios que alavanquem o nosso crescimento.

Uma das coisas que mais ocorre nas empresas é que as pessoas não sabem exatamente o que fazer nem os gerentes e proprietários sabem detalhes da função que precisam para empresa, muito menos os funcionários conhecem todos os processos e procedimentos necessários ao seu bom desempenho no trabalho isso provoca situações constrangedoras em que o funcionário é obrigado a tomar caminhos ou escolhas que nem sempre são adequados ao funcionamento da empresa seja operacional ou até mesmo jurídico colocando em risco a sua própria função, o que gera alta expectativa e angústia  por não saberem se estão correspondendo às expectativas pois os processos de avaliação nem sempre são os mais adequados, o que também pode gerar esse tipo de problema. Adequar informações é sem dúvida um remédio para evitar situações de angústia sofrimento na empresa buscar informações sobre a sua atividade dialogar com as chefias procurar saber o que se espera dele como funcionário e principalmente conhecer muito bem as regras do jogo da empresa as normas e procedimentos sem que isso trave ou impeça a sua criatividade. Claro que estamos falando aqui de processos internos no entanto a busca da felicidade no trabalho está muito relacionada com que efetivamente se gosta de fazer, se você exerce uma função que você sente prazer em executá-la, e entendamos prazer também pelo adequado reconhecimento, que só se dá quando você é conhecedor de todos os caminhos para atingir metas e objetivos, os sorrisos e a satisfação viram naturalmente. Perceba que é uma das suas funções escolher se  efetivamente é o melhor trabalho, se vai atender as suas expectativas de promoção de carreira, se entrega os benefícios esperados ou não. O momento do contrato de trabalho é um momento crucial onde se deve colocar em segundo plano a necessidade premente e esse pensar no breve futuro, se a atividade vai cumprir o papel esperado na sua vida de te entregar satisfação e felicidade tudo é consequência de estudo busca de informações e planejamento inclusive a nossa felicidade no ambiente de trabalho.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

 

O Pré-vendas (SDR) Precisa Saber Responder a Todas as Questões Relacionadas à Solução de seu Cliente, Durante a Qualificação de um Lead?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

A resposta certa é NÃO!

O SDR não deve nunca fazer o papel do expert (cliente).

Ele deve ter na ponta da língua:

– as formas de contornar objeções

– as crenças limitantes

– cases de sucesso da empresa e da solução escolhida na hora da implementação do sistema (cada solução pressupõe um estudo prévio). Assim conseguimos uma boa matriz de qualificação.

As principais objeções e crenças podem ser tratadas via e-mail de qualificação, mas são nas ligações que o SDR terá o desafio de contornar as principais objeções e crenças.

Detalhes específicos sobre a solução, por exemplo, devem ser tratados apenas numa reunião de fechamento com o cliente. Afinal, quem tem conhece mesmo tudo sobre a empresa e a solução é o expert. Ninguém terá aqueles anos de trabalho do especialista, ninguém consegue percorrer este caminho tão rápido.

Este expert é o responsável pelas vendas, na empresa. Em PMEs, pode ser o CEO, ou um profissional que vista o chapéu do comercial. Se em Ti, como nos cases de sucesso da Sua Visita, o especialista em ambiente Amazon, o especialista Linux…

Uma lição que aprendi é que o setor de Inside Sales : onde estão os profissionais de pré-vendas deve sim ser separado das vendas, pois a função do SDR é entender, basicamente: Estou falando com o influenciador ou com o decisor? É só ele ou são mais decisores? É uma necessidade conhecida por está pessoa? A empresa está no momento de compra?

Um SDR precisa deixar o outro falar, ser um bom ouvinte, fala pra mim, você tem conseguido conversas naturais e nelas vocês têm identificado oportunidades reais e quem pode decidir por elas?

 

Patrícia Carrasqueira  –  Representante de Vendas na Sua Visita

Transformando a Crise em Oportunidade

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Entendendo crise como um momento de conjuntura desfavorável em que se vive situação anormal e grave, consequentemente de conflito, tensão ou transtorno, onde vivemos um processo de ruptura conjuntural e estrutural no funcionamento da organização, com a concomitante perturbação das normas e dos padrões que regem essa instituição, provocando importantes mudanças, podendo inclusive, afetar o a produção e a estrutura do negócio, torna-se necessário o enfrentamento dos novos desafios baseados  nos questionamentos e nas novas necessidades surgidas dessa situação.

Para passar por momentos como esse é importante que o comportamento dos líderes seja de resiliência, persistência, misturados com adaptação a mudança, auto crítica e uma pitada de criatividade. Conhecer a empresa internamente, analisar sistematicamente os resultados da empresa e as informações geradas pelo sistema de gerenciamento do relacionamento com o cliente (CRM) ajudará a encontrar respostas para entender quais circunstâncias levaram o negócio ao atual estado de coisas. Aproveitar essas informações analisando-as por outros ângulos, naturalmente leva a soluções inovadoras, que promovem  melhores resultados e em consequência novos caminhos. Situações de crise, por conter problemas com necessidade de solução, trazem a reboque oportunidades, uma vez que as mesmas saídas encontradas internamente podem ser usadas para atender necessidades dos clientes e portanto vender e faturar mais resgatando o negócio desses momentos.

Entendendo resiliência empresarial como a capacidade de passar por momentos adversos, dificuldades das mais variadas ordens, fazendo ajustes necessários e modificações no processo, mas mantendo as principais características e a essência do negócio, para que quando os fatores promotores da crise deixem de existir ela volte a ser o que era antes em termos de resultado agregando todas as experiências promovidas pelo enfrentamento das situações de crise, segue algumas dicas e sugestões para sair fortalecidos da situação desconfortável.

    1. Investir em educação, ou seja obter novas competências geradoras de oportunidade para o negócio.
    2. Realizar pesquisas internas de clima organizacional e eficiência dos processos e metodologias utilizadas.
    3. Investigar o mercado para entender como ele está, perceber que mudanças estão ocorrendo e como ele está se movimentando, ver o que tem de novo, que possa agregar valores ao negócio.
    4. Caso ainda não tenha desenhado a persona de seus clientes, busque informações e faça isso imediatamente, pois conhecer bem o perfil dos clientes vai ajudar muito na eficiência dos investimentos a serem realizados.
    5. Caso ainda não tenha um CRM, saiba que está perdendo dinheiro, se já tem, verifique se está adequado e se você está usando tudo que ele oferece, e então use.
    6. Estabelecer metas claras e relevantes, elaborando um plano de ação detalhado que possa ser monitorado sistematicamente.
    7. Procure por parcerias que possam ajudar a diminuir os custos da empresa, principalmente aquelas em que pode usar como base de troca, algum capital armazenado, que não precise de novos investimentos.
    8. Promova um ambiente saudável e colaborativo, mas acima de tudo otimista entre funcionários, sócios e demais participantes da empresa.
    9. Estabelecer medidas de economia mais que não promovam estragos emocionais nos colaboradores, lembre-se que eles são o maior capital que a empresa possui, e que suas sugestões podem inclusive ajudar na resolução dos problemas vividos.
    10. Depois de entender o mercado é hora de investir na atração, recuperação e retenção de clientes.
    11. Use a ajuda de especialistas em gestão inovadora de negócios, uma visão externa e focada pode trazer novos horizontes ainda não vislumbrados, além de trazer um ótimo custo benefício, evitando despesas em ações desnecessárias.
    12. Use sua rede de relacionamentos ao ser favor, lembrando que já existe um atalho circunstancial nessa ação.

Agora é colocar a mão na massa, traçado o caminho é preciso ação e persistência,  encontrar a confiança necessária para isso vem da certeza de que os passos e decisões foram tomados baseados em estudos e competências adquiridas, o esforço feito trará ainda experiências que tornarão a empresa forte e diferenciada das demais principalmente por saber usar quedas e dificuldades ao seu favor, transformando crise em case de sucesso.

Essa jornada resiliente com atitudes otimistas, é capaz de uma transformação inclusive  na qualidade de vida dos envolvidos, promovendo sorrisos e felicidade, além da elevação da autoestima do time, em consequência do sucesso obtido e da construção coletiva.

Comece agora a usar as dicas, aproveitando que descobriu que até a crise pode ser uma ótima aliada.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE

Estamos na Era dos Dados

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Estamos na Era dos Dados.

E, quem sabe trabalhar dados, e o faz com ética, consegue se diferenciar no mercado.

    •  O que a sua empresa faz com dados de clientes e prospects?
    • Você usa os dados respeitando os limites da LGPD?
    • Os dados que estão em seu poder, possuem autorização de uso?
    • O “dono” dos dados sabem que você os detém e o que serão feitos?
    • De algum modo, ele autorizou o uso? Estas e outras perguntas podem ser respondidas por um profissional de BI (Business Inteligence), ou Inteligência de mercado.

Este profissional é o que vai minerar dados, cruzar informações e tirar conhecimentos para tomada de decisão.

Ele também capta dados do mercado e da concorrência. Identifica os movimentos e tem insights que ajudam na condução das ações.

Uma frase que morri de rir, mas é a pura verdade é: “aperte o dado até ele confessar.”

Como a sua empresa se comporta na Era dos Dados? Você tem uma área ou profissional nessa área?

Já pensou em ter?

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua VIsita

Profissão Pré-Vendas: O que Você Precisa Saber Sobre Esta Atividade tão Especializada.

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Neste artigo, você vai entender um pouco de como funciona o trabalho do setor de pré-vendas e a função do SDR, que é o profissional que faz todo o trabalho que antecede o agendamento de uma REUNIÃO QUALIFICADA. Como se trata de um modelo ainda muito novo na maioria das empresas brasileiras, vou mostrar que até empresas de pequeno e médio portes, podem se utilizar deste recurso, que pretende criar um fluxo de prospecção e vendas recorrentes e que diminuem muito o tempo de negociação.

O que é um SDR? O que faz? Onde vive? Como se alimenta?

É muito engraçado adaptar assim… Mas nós pequenos empresários estamos acostumados a fazer tudo, “jogar nas 11”.

O SRD é o Sales Development Representative, em português, é o Representante de Desenvolvimento de Vendas. Um profissional da área de pré-vendas que, embora não atue como vendedor, ou especialista (closer), tem uma participação de extrema importância no processo comercial: qualificar leads.

Qualificar leads, basicamente, é buscar respostas para duas perguntas: estou falando com a pessoa certa, com o decisor? Você precisa mesmo da minha solução? Além disso, ele consegue responder coisas básicas sobre a solução oferecida, ajudando a quebrar crenças limitantes e a contornar objeções comuns. O objetivo final é o agendamento de reunião com o especialista, o vendedor que tratará as questões mais complexas, as típicas de proposta para fecharmos o negócio.

O mais legal deste trabalho é que o seu SDR pode estar (viver) em qualquer lugar do planeta e que não precisa ser interno sua da empresa. Uma expertise que pode complementar a sua.

E sabe do que ele se alimenta? De ações de prospecção! Seja por automação, listas de contatos e networking do cliente, ele consegue realizar um contato inicial e vai trabalhando este potencial cliente, transformando em lead e “nutrindo” o interesse. O produto final é um lead trabalhado para a compra e o vendedor tendo em mãos um relatório do que foi tratado, organograma de decisores que participam do processo e informações importantes já mapeadas e direcionadas.

Seria interessante para vc saber que já houve outra empresa do mesmo ramo de atuação da sua neste cliente? E se o cliente nós abrisse o que deu errado? E se conseguíssemos numa conversa franca que nos dissessem o que É SUCESSO pra ele no assunto e quais as expectativas pra uma próxima empresa que prestassem o serviço?

Informações realmente relevantes podem vir de um pré-vendas com autoridade e que envolva um C-Level.

Você já teve conversas envolventes assim? Seja autêntico ao ligar e vai encontrar quem queira trocar com você o assunto que está propondo.

Conta pra mim, vou adorar conversar sobre ligações que deram certo e a maior dica pra isso acontecer é: seja você mesmo!

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

Servidor Público Pode Abrir o Próprio Negócio?

Autor:  Marcio Cerbella Freire

 

De imediato a resposta é Sim, pode!

No entanto existem alguns senões, e se o leitor tiver essa intenção e for servidor público, é importante tomar alguns cuidados. Ter uma empresa não é impedimento para assumir um cargo público, mas é preciso observar algumas exigências.

De acordo com a Lei nº 8.112/90, o servidor público federal é proibido de ser sócio gerente ou seja aquele administrador que responde legalmente por qualquer tipo de empresa, já na qualidade de sócio, seja por cotas de sociedade limitada ou como proprietário de ações não existe esse impedimento.

Portanto na condição de sócio cotista ou como acionista é possível fazer parte de um negócio, mas algum dos sócios deverá assumir o papel de sócio gerente, mesmo que esse sócio seja possuidor apenas de uma pequena parte da empresa. Lembrando que para o funcionalismo público estadual ou municipal é fundamental estudar a legislação local pertinente para evitar problemas ao participar de uma empresa.

Completar o salário participando de um negócio usando seu tempo disponível portanto pode ser um caminho a se pensar e possível se você for um dos sócios de uma determinada empresa colaborando com a mesma da forma que lhe for possível, ao optar por isso uma boa prática é que todos os sócios do negócio independente de serem gerente ou não tenham uma remuneração pré-definida e combinada de comum acordo entre os sócios.

Entretanto se você ainda não é servidor público e se sente inseguro ao participar de concursos por conta da instabilidade que vem ocorrendo para contratação de novos funcionários públicos, um bom caminho é começar a pensar em ter o seu próprio negócio e se tornar dono da sua estabilidade, do seu destino e do seu tempo.

Os concurseiros de plantão que estão vendo as chances de novos concursos com promessas de ótimas remunerações diminuírem a cada dia cabe também enxergar novas portas e oportunidades que se apresentam diante das necessidades da vida cotidiana atual e do momento conturbado e complexo que a atual economia vive. E portanto conquistar novas competências, participar de treinamentos, optar por novas carreiras mais especializadas pode ser o caminho tanto para se encontrar um espaço no tão sonhado serviço público como para obter sucesso no ambiente empresarial.

Ao abrir ou participar de uma empresa fundamental é se preparar para isso, fazer um estudo de viabilidade técnica comercial financeira, identificar as oportunidades, saber se existem clientes dispostos a pagar pelo produto ou serviço que você pretende oferecer, tudo isso é de extrema importância para que a sua empreitada não gere apavorantes decepções e frustrações que muitos de nós já ouvimos falar sobre pessoas que optaram por ser dono de uma empresa.

Concluindo seja qual for a sua opção, participar de concursos para se tornar um funcionário público, ou abrir um novo negócio o principal investimento que você pode e deve fazer é investir em si mesmo,  buscar novos aprendizados, competências, participar de treinamentos, ler novos livros, conhecer tudo do ambiente em que você pretende se inserir.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.