Autoestima o Segredo do $uce$$o

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Confiança Criativa nos Negócios.

Sucesso no sentido de se conquistar um objetivo, ou algo muito desejado pode representar situações diversas em relação ao estado emocional, o segredo para que o sucesso não seja efêmero, nem fator gerador de distúrbios emocionais, está relacionado a outras duas palavras do nosso vocabulário, autoestima e confiança.

A autoestima é a forma que o indivíduo enxerga a si mesmo, representa o grau de satisfação que tem consigo mesmo, com suas atitudes, seus comportamentos, seus hábitos, sua convivência social, sua aparência, entre muitos outros fatores. Quanto maior for esse fator, mais provável será um bom equilíbrio emocional. Nesse caso provavelmente o seu organismo responderá melhor ao alimento que ingere e a vida que leva, permitindo inclusive uma aparência mais jovial e consequentemente adequada com a expectativa gerada.

Estar satisfeito consigo mesmo é o pilar de apoio mais importante da autoestima. É claro que conquistar nossos objetivos nos fortalece, mas esse não é o único combustível da autoestima. O simples fato de saber que fizemos o nosso melhor, que fomos capazes de utilizar bem as nossas habilidades, já é uma fonte de satisfação, mesmo quando não alcançamos os resultados que planejamos.

Olhando por outro ângulo, o sucesso pode por exemplo trazer consequências inesperadas ao seu eu, que o leve a incertezas, insatisfação e angústias, por exemplo, o sucesso algumas vezes traz uma exposição exagerada da imagem pessoal, pode ser que você  não se sinta confortável com isso ou que até mesmo sofra, essas situações podem diminuir o seu grau de autoestima estando  inclusive relacionadas há uma baixa na auto confiança.

Caso exista alguma área de nossa vida em que ainda não estamos utilizando de forma satisfatória nosso potencial de ação, podemos nos esforçar e transformar essa realidade. A solução depende de nossa ação! O comprometimento com nosso desenvolvimento e melhoria vai determinar o fortalecimento, ou a diminuição de nossa autoestima.

O problema é que mesmo as pessoas com autoestima elevada e que expressam confiança, costumam enfrentar altos e baixos. Esse desconforto acontece quando o indivíduo se sente deslocado em certos grupos de convivência onde está inserido ou vive situações diferentes do que está acostumado. Encarar o sucesso portanto, demanda conhecimento de si próprio, entender quais  são os componentes formadores da sua personalidade, para entender e dominar as reações prováveis a esse estado de coisas e suas consequências.

Investir na autoeducação, em outras palavras, aumentar as suas competências, vivências e aprendizados, permite um alto nível de segurança em tudo que se faz, além de dar subsídios ao conhecer de si mesmo.

Esse investimento em autoconhecimento é que estabelece a confiança em si mesmo, quanto mais confiança se tem melhor serão as respostas dadas as situações que a vida lhe apresentar, sejam elas agradáveis ou não, tornando mais felizes os seus resultados.

Ter sucesso com felicidade, harmonia e equilíbrio emocional, além de ser objeto de desejo de muitos, é também promotor do alto nível de autoestima, aumentando, portanto, a confiança própria, e o grau de acerto nas respostas e reações que necessitar escolher, o que irá te levar novamente ao caminho do sucesso gerando um círculo virtuoso infinito, sobre a tríade: + Autoestima + Confiança + Sucesso.

Ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

Obs.: Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: palavra também de um dialeto de uma tribo africana que significa “fazer algo mesmo quando estamos andando”

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Vou Te Enviar um e-mail, OK?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Vou te enviar um e-mail, ok? Me passe seu número, para falarmos melhor? Vou deixar um recado no seu WhatsApp, tá bem?
O combinado não sai caro, quando o Comercial respeita a LGPD.

O SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), diz que:
“O titular (dono dos dados) deve concordar, de forma explícita e inequívoca, que seus dados sejam tratados.”

Na realidade do Comercial, devemos sempre deixar claro quais são “as regras do jogo”, ou seja, se o potencial cliente lhe passa seus dados ou da empresa, você deve informar o que pretende fazer com as informações e conseguir seu consentimento.

No LinkedIn, por exemplo, conduzo a prospecção enviando um pedido de conexão com uma mensagem já explicando como a Sua Visita pode ajudar empresas a vender mais e pergunto se podemos falar mais a respeito.

Ao aceitar, a nova conexão já sabe qual é o meu objetivo.

Depois, envio uma mensagem de agradecimento e continuo o assunto, já tentando agendar uma reunião.

As pessoas que respondem positivamente, geralmente, me passam dados como e-mail e/ou telefone.

É quando eu explico o que vou fazer com estes dados e busco um ok, antes de executar uma ação.

Este é um exemplo de respeito à LGPD.

Me conte quais os cuidados que você e sua empresa têm para respeitar os dados coletados.

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

 

A Utopia Realmente Existe Quando Pensamos em Cidades Mais Inteligentes?

Autor:  Prof. Dr. André Luis Azevedo Guedes – Smart Cities Expert – UFF/UNISUAM

 

O que desperta interesses e curiosidades de empresas do porte como: Accenture, Cisco, Samsung, Huawei, Nokia, Ericsson, Qualcomm, Tesla, Enel X, Bosch, Volkswagen, ABB, Apple, Amazon, Microsoft, Google, IBM, Claro, Deloitte, Vivo, Nvidia, TIM, dentre outras, para as cidades inteligentes?

Os projetos de Smart Cities são reais no Brasil e no mundo. O olhar aguçado das grandes corporações e a variedade de financiamentos internacionais disponíveis podem ser citados como molas propulsoras deste novo mercado, um novo oceano azul, já tradicionalmente conhecido pelas visões de inovação dos autores Mauborgne e Kim.

Fontes de recursos como a União Europeia (EU), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (IADB/BID), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), o Banco Mundial (World Bank Group) traz às empresas e aos governos um novo desafio: como as corporações que atuam nos Estados e Municípios devem modelar seus “business cases” para atender um mercado estimado em bilhões de reais e que pode gerar melhoria real na qualidade de vida das populações?

A conexão entre o global e o local – também chamado por mim, carinhosamente de GLOCAL – é uma janela única de oportunidades, pois todos se digitalizaram em algum grau, uns mais e outros menos, assim como as organizações. Diante desta digitalização “forçada”, o mercado baseado em tecnologias digitais cresceu exponencialmente e as empresas deste setor foram e ainda são as que mais crescem.

Vivemos uma pandemia, mas é na baixa dos preços para investimentos no Brasil que há a entrada de recursos estrangeiros para aqueles que se planejam, seja no caso da iniciativa privada ou dos governos em seus diversos âmbitos para prover melhor qualidade de vida.

É sabido que que as cidades mais inteligentes são feitas de pessoas e não são compostas exclusivamente por novas tecnologias, mas também por uma agenda sustentável integrada, em linha com o conceito de “environmental, social and corporate governance” (ESG), além da Agenda 2030, aonde os países signatários das Nações Unidas (ONU) deveriam estar engajados no seu cumprimento.

A latente viabilização das tecnologias 5G tendem a aumentar a pressão pelas Smart Cities, pois apesar de não ser um processo simples, há carências de coberturas em muitas áreas geográficas que precisam ser atendidas pelo tradicional 3G ou 4G.

Como nos portarmos neste cenário? Considero que as tecnologias só possuem serventia se forem aplicadas para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

Neste ponto, as grandes empresas começaram a perceber valor nestas soluções, afinal, todos nós desejamos um transporte mais rápido e limpo, mobilidade eficiente, uma saúde pública de qualidade, a constante medição dos riscos urbanos, um planejamento urbano conectado as melhores práticas internacionais e que gere crescimento local, observadas às questões estratégicas e de governança.

O futuro é agora. Como reimaginar nossas cidades e empresas diante de tanta destruição trazida pela pandemia? Se pudesse opinar, apostaria na educação e na inovação da infraestrutura considerando uma retomada econômica, com planos e ações de curto, médio e longo prazo.

 

A Tendência do Varejo com Ominchannel

Autor: Daniel Vilela -CEO & Founder/ ACV Solutions Ltda/ dvilela@acvsolutions.com.br

 

Olá pessoal, estamos aqui de volta com nossa postagem mensagem sobre a tecnologia no Varejo e hoje vamos iniciar nossa série de tendências e tecnologias que são capazes de destrancar todo o potencial do setor. Iniciaremos com uma das tendências mais impactantes atualmente: o Omnichannel.

Mas afinal o que é Omnichannel?

Omni é uma palavra do latim que significa “tudo” enquanto channel, do inglês significa “canal”. Na prática sugere uma integração entre os diversos canais de contato com o cliente (canais físicos ou offline e canais digitais ou online) para oferecer ao uma experiência de consumo unificada.

Exemplos de canais que o cliente poderia experimentar são: compras online, compras em estabelecimento físico, compras em marketplaces terceirizados, compras na loja com realidade aumentada, realidade virtual, chatbot, etc.

OmniChannel não é MultiChannel!

Muita gente confunde, na realidade dois conceitos. Multicanal, como o próprio nome sugere, é uma estratégia de alcance aos consumidores em diversos canais de comunicação, como a venda por e-commerce, venda em estabelecimentos físicos, venda através de redes sociais, etc. As empresas que praticam o multicanal fazem isso, na realidade, de maneira descentralizada, de forma que o relacionamento com o cliente é diferente em cada canal. Seria como se você fosse a um estabelecimento físico e não encontrasse os mesmos produtos ou muitas vezes com preços até diferentes do e-commerce. Além disso, o relacionamento estabelecido não segue o mesmo padrão de análise. O varejista físico não tem, por exemplo, acesso a informações de compras anteriores no e-commerce.

O omnichannel, considerado, portanto uma evolução no relacionamento com o cliente, mantém tudo conectado em uma mesma base de relacionamento. É como se você entrasse em uma loja física, conseguisse interagir com Realidade Virtual ou recebesse indicações de produtos que combinem com as últimas peças que você adquiriu por e-commerce. Fantástico, não é mesmo?

E QUAIS SERIAM OS BENEFÍCIOS?

O Omnichannel bem implementado requer dedicação e recursos. A transformação empresarial para a migração para este modelo requer esforços processuais, ferramentais e de pessoas.

Os benefícios, entretanto, são imensos.

Em primeiro lugar o negócio assume verdadeiramente o consumidor como ponto central. Desta forma o atendimento se torna mais eficiente e customizado ao perfil de cada consumidor. As informações, como são centralizadas, são mais confiáveis e acessíveis. Os custos operacionais são reduzidos pela eficiência logística e engajamento maior do cliente. A marca, sobretudo, se fortalece.

Então, gostou?

Deixa aqui o seu comentário. Tem dúvidas? Escreve aqui! Tenho certeza que compartilhar é a melhor forma de todos alavancarmos negócios no nosso país!

Até a próxima!!

Fatores Positivos num Cenário de Transformação

Autora: Claudia Wilson – CEO da BeezStudio, estratégias para aumento de competitividade de negócios

 

As oportunidades existem e estão sempre por todos os lados. Há momentos que são maiores, e momentos que são mais difíceis de se identificar, isso dependo do angulo que se vê.

Observando o cenário atual, vale destacar que a Globalização é uma oportunidade que se faz presente a cada dia mais. Num passado próximo os ambientes de negócios eram concentrados, quando se acredita que colocando todos os ovos numa mesma cesta os riscos eram menores e os ganhos melhores. A matriz de risco se mostrava favorável para esta estratégia.

No cenário presente, os fatores se alteraram, sim, comum, afinal o mundo é dinâmico, organismo vivo em constante transformação, antes fatores de baixo risco se transformaram em alto risco.

Um dos principais fatores que se alteraram no cenário atual é que o mercado é para todos. Sim, no momento atual, diluir os riscos em vários mercados se apresenta mais seguro.  Os negócios que se concentravam em alguns poucos players se apresentou ser de alto risco. O mundo se viu reféns de poucos fornecedores.

A diversificação é a estratégia chave global, e este cenário, para as empresas brasileiras, é excelente. Antes as empresas brasileiras nem ao menos eram consideradas, devido a um ambiente de negócios de alto risco, agora as empresas brasileiras são consideradas nas negociações. Ambientes de negócios de alto risco eram imediatamente descartados, atualmente dependendo da estratégia, outros fatores além do ambiente de negócios são considerados. Outro fator interessante é a questão do valor da moeda, o valor do Real, em alguns, cenários se mostra um fator de competitividade elevado.

Neste cenário as empresas brasileiras passam a ter mais oportunidades em mercados internacionais.

Ah, as empresas brasileiras estão preparadas para este novo cenário de oportunidades? O que você acredita??

Isso é um outro assunto que poderemos abordar numa próxima oportunidade.

“Todos os negócios podem melhores seus resultados”,

Estamos na Era dos Dados

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

E, quem sabe trabalhar dados, e o faz com ética, consegue se diferenciar no mercado.

• O que a sua empresa faz com dados de clientes e prospects?
• Você usa os dados respeitando os limites da LGPD?
• Os dados que estão em seu poder, possuem autorização de uso?
• O “dono” dos dados sabem que você os detém e o que serão feitos?
• De algum modo, ele autorizou o uso?

Estas e outras perguntas podem ser respondidas por um profissional de BI (Business Inteligence), ou Inteligência de mercado.

Este profissional é o que vai minerar dados, cruzar informações e tirar conhecimentos para tomada de decisão.

Ele também capta dados do mercado e da concorrência. Identifica os movimentos e tem insights que ajudam na condução das ações.

Uma frase que morri de rir, mas é a pura verdade é: “aperte o dado até ele confessar.”

Como a sua empresa se comporta na Era dos Dados? Você tem uma área ou profissional nessa área? Já pensou em ter?

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

IPV6: Da Evolução do Protocolo de Internet à Evolução da sua Empresa

Autor: Theonácio Lima Júnior /Diretor – TAVTEC Tecnologia

 

 

A função do IP (Internet Protocol) é fornecer aos dispositivos conectados à internet um endereço único. O sistema existe desde o início da rede mundial de computadores, mas o número de aparelhos conectados ultrapassou os mais de 4 milhões de endereços IP disponíveis para uso e essa situação impulsionou a chegada do IPV6 (Internet Protocol version 6), que trouxe consigo uma quantidade quase infinita de endereços, além de mais segurança e maiores pacotes de dados.

O novo padrão foi criado na década 90 e é composto por oito grupos de números, cada um com quatro dígitos (128 bits) hexadecimais – o IPV4, datado dos anos 80, é constituído por quatro grupos de dois dígitos hexadecimais, cada um com 32 bits –, o que garante abastecer o mundo conectado em que vivemos por muito tempo.

Os dispositivos atuais operam utilizando os dois Protocolos de Internet simultaneamente: o IPV4 é fornecido pelo provedor e o IPV6 é gerado na própria máquina, e o objetivo a longo prazo é substituir a versão antiga pela mais recente, porém é um processo que anda a passos lentos, pois exige que softwares e roteadores sejam alterados para suportar a evolução da rede – e isso demanda tempo e dinheiro.

A internet foi e continua sendo fundamental para o desenvolvimento de diversas empresas e, portanto, implementar o IPV6 é, em termos simples, acompanhar a evolução da rede e do mercado como um todo. Corporações que estiverem atrasadas em relação à adoção do IPV6 poderão fornecer aos seus concorrentes uma expressiva vantagem competitiva – vale a ressalva de que em agosto de 2020 o Registro de Endereços da Internet para a América Latina e o Caribe, LACNIC, informou que o estoque de endereços IPV4 se esgotou –, visto que surgirão recursos e aplicações cuja funcionalidade se dará exclusivamente com e através o novo sistema.

A implantação do IPV6 permite que programas de computador que utilizam recursos de rede sejam desenvolvidos com mais segurança e menos riscos, além de ter funcionamento otimizado, já que a chance de ocorrer erros durante a troca de dados é menor; facilita também o uso de serviços de VPN (Virtual Private Network) e de novos e melhores recursos de segurança e privacidade, portanto toda a troca de informações passa a ser feita um ambiente mais seguro e menos suscetível a ataques; e, citando mais um exemplo de benefício de adotar o IPV6: auxilia a distribuição de dados de forma multicast (quando pacotes são distribuídos para múltiplos destinos de uma só vez), fator que contribui com a economia da banda usada.

O novo padrão se tonará uma realidade universal em breve, portanto quem trabalha gerenciando e aprimorando esse tipo de infraestrutura deve adotar um planejamento com base nas modificações e adaptações necessárias para que o IPV6 se torne 100% compatível com o sistema interno de forma que todo o processo de melhoria seja feito sem gerar impactos negativos no dia-dia da empresa.

A TAVTEC Tecnologia está apta a auxiliar toda e qualquer empresa que precisar de auxílio. Não importa o segmento e nem a área de atuação, pois mais especifica que seja, somos seu Amigo Virtual. Conte com nossa experiência e eficácia nos resultados.

Pré-vendas: Um Passo ANTES no Processo de Vendas, que Faz a Diferença

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Neste artigo, você vai entender o conceito de pré-vendas e como empreendedores têm buscado soluções para acelerar e otimizar o processo comercial. Saiba também como a tendência de descentralização e terceirização de atividades acessórias têm impactado a área comercial de empresas de todos os tamanhos.

Após 21 anos no mercado, SEMPRE NA ÁREA COMERCIAL DE GRANDES EMPRESAS, E OBSERVANDO MUITO PRA TRAZER PRA MINHA PEQUENA, entendi que quanto mais “quente” e “trabalhado” chega um potencial cliente para uma reunião de fechamento, maiores são as chances de negócio.

UMA “EQUIPE DE SDRs* PRA CHAMAR DE SUA” JÁ DESENVOLVEU A CONVERSA, TROUXE DORES À TONA E CONDUZIU O CLIENTE PARA A JORNADA SE COMPRA.

*SDR (Sales Development Representative), também chamado no Brasil de pré-vendedor, é o profissional de vendas responsável por fazer a prospecção e um primeiro diagnóstico dos Leads. O objetivo é passar apenas as oportunidades mais qualificadas para os vendedores darem continuidade na negociação.

E o que é ESSE (o) “esquentar” e “trabalhar um potencial cliente?

Quando despertamos interesse em uma empresa, sobretudo, quando falamos em vendas complexas B2B (com ticket médio alto, ou que envolvem muitos decisores, por exemplo), existe uma necessidade de QUALIFICAR VERDADEIRAMENTE o interesse DE QUEM ESTA DO OUTRO LADO.

O objetivo é chegar à uma reunião de fechamento, em contato direto com o(s) decisor(es) CERTO(S), JÁ INTERESSADO(S), CURIOSO(S) PARA SABER O PREÇO, O TEMPO, PRAZO DE ENTREGA E PORMENORES INSTIGADOS ANTERIORMENTE, MAS QUE FICARAM PARA SEREM RESPONDIDOS NA REUNIÃO.

Este é um cenário ideal em um processo de pré-vendas.

Pré-vendas é um processo de prospecção ativa, o chamado Outbound Marketing, que pretendem, por exemplos, encontrar decisores no momento ideal de compra, descobrir o momento ideal de compra, uma objeção de budget e pegar informações para facilitar o processo de vendas.

E o mais interessante é que, cada vez mais micro, pequenas e médias empresas têm buscado implementar este processo. Afinal, o custo para manter uma equipe de pré-vendas internamente é alto, sem contar os riscos trabalhistas.

Quando se contrata uma empresa especializada em pré-vendas, o risco é bem menor, a medida que a operação é realizada por terceiros especializados e com equipe própria.

SEI QUE É SUPER NOMAL QUE VENHA À CABECA O DILEMA: internalizo e centralizo a área de pré-vendas ou busco uma empresa especializada?

O que eu sempre oriento ao empreendedor é que:

“Foque no faz de melhor e delegue o restante.”

A partir daí, se a empresa não tem no comercial o seu ponto forte, o ideal é buscar uma consultoria externa em pré-vendas. Só a economia de tempo compensa o investimento. Afinal, uma empresa especializada em pré-vendas, que tem método, faz melhor e mais rápido, não é mesmo?

Assim como o modelo de descentralização tem chegado às áreas de finanças, secretariado, marketing e outras, visando maior nível de especialização com os menores custos, o comercial também tem essa opção. NO ENTANTO, SE VOCÊ JÁ TEM UM TIME, PODE DESENVOLVER PARTE DELE PARA A PRE-VENDAS. POSSO TE AJUDAR EM AMBOS OS CASOS.

Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário. Ficou com alguma dúvida, comente e eu respondo com o maior prazer,

TODO DIA É DIA DE CONSTRUIR E DESCONTRUIR, CONHECER GENTE NOVA E TROCAR IDEIAS, PARA ACRESCENTAR AO MUNDO DO OUTRO.

Patricia Carrasqueira: Representante de vendas na Sua Visita

Micro e pequenas empresas: a Lei Geral de Proteção de Dados também se aplica à sua operação, fique atento!

Autor: Advogado Álvaro Cravo e Advogada Fernanda Tostes, Especializada em LGPD

 

 

Desde que ultrapassados todos os percalços e obstáculos que separaram a Lei Geral de Proteção de Dados – Lei federal n.º 13.709/2018 (“LGPD”) do início de sua vigência plena, em agosto de 2020, exceto quanto à aplicabilidade das sanções administrativas previstas na norma, as quais se tornarão eficazes e passíveis de imposição em agosto deste ano, muito se tem falado sobre o quanto esta norma impactará a realidade das empresas e também, infelizmente, muita desinformação é veiculada em diversas mídias, gerando ainda mais dúvidas e inseguranças.

Pois bem, uma das questões que comumente é objeto de controvérsia trata da aplicabilidade da LGPD às atividades desenvolvidas por micro e pequenas empresas. Por este motivo, é fundamental difundir a informação de que a norma não traz qualquer hipótese expressa que excetue ou retire de sua égide determinadas pessoas jurídicas no exercício de atividade econômica sob nenhum aspecto, ficando extreme de dúvidas, portanto, que independentemente do vulto da empresa, seu faturamento anual, seu número de colaboradores e/ou qualquer outro parâmetro ou métrica semelhante, está ela sim obrigada ao compliance com a LGPD, devendo assim, com certeza, à mesma adequar a sua operação.

Fato é que, tão somente se verifica hipótese expressa de exceção na norma a determinadas formas de tratamento dos dados pessoais, tal qual especificado no artigo 4º da lei.

Apesar disso, em atenção ao disposto no art. 55-J, inciso XVIII, da LGPD, a já constituída e operante Autoridade Nacional de Proteção de Dados (“ANPD”), adotou medida extremamente positiva e colaborativa com o mercado ao promover, de 29 de janeiro a 1º de março deste ano, uma tomada de subsídios sobre a regulamentação da aplicação da LGPD para microempresas e empresas de pequeno porte, bem como iniciativas empresariais de caráter incremental ou disruptivo que se autodeclarem startups ou empresas de inovação e pessoas físicas que tratam de dados pessoais com fins econômicos.

De acordo com a ANPD, tal iniciativa se deu com o objetivo de receber contribuições da sociedade para posterior regulamentação. Adicionalmente, esclareceu que há previsão de ainda submeter a regulamentação a consulta e audiência públicas antes de sua publicação.

Dessa forma, vale para os micro e pequenos empresários acompanhar com muita atenção e senso de urgência a evolução deste tema para assegurar que as suas operações se adequarão devidamente a todos os ditames da norma, sendo certo que consta da Agenda regulatória da autoridade nacional para o biênio 2021-2022 a meta de iniciar o processo de regulamentação do assunto ainda no primeiro semestre deste ano.

Confiança Criativa nos Negócios.

Autor:  Márcio Cerbella Freire

 

 

Resumo: A construção da confiança criativa nos negócios passa pelos questionamentos e pela  predisposição a enxergar por outros ângulos, nesse artigo pensamos por exemplo em como encarar o erro em diferentes perspectivas.

Quantos lados tem seu desafio?

“Toda questão possui dois lados.” Protágoras, 485-421 a.C.

Protágoras há sua época pode perceber que seja qual for a questão irá provocar situações ou ideias diferentes de acordo com o ponto de vista de quem pergunta e de quem responde. Nos dias de hoje me permito dizer que uma questão pode ter ou promover infinitos lados, por mais simples que ela possa parecer.

Vamos pensar aqui em duas questões, a primeira: Como posso fazer minha empresa crescer durante a atual pandemia? A ideia então é pensar em algumas possibilidades de acordo com quem responde, por exemplo se a minha empresa é uma empresa de consultoria sobre um determinado tema, então eu diria que é muito simples, basta fazer o trabalho de forma online usando o tempo da melhor maneira possível, poderia dizer também que uma boa opção seria treinar outros consultores para fazer o mesmo que eu faço aumentando assim o número de atendimentos. Se no entanto a minha empresa atua no ramo de turismo, que está com suas ações bem limitadas, teria que pensar de forma diferente do habitual para encontrar novas soluções como, criar estratégias que envolvam grupos familiares em passeios privativos em locais mais próximos mas de mesma forma atrativos. Percebam que aqui apenas coloco algumas opções a intenção não é dar respostas prontas mas ajudar o empresário a perceber que é necessário encontrar novas possibilidades seja qual for o desafio proposto.

A segunda questão: Errar pode prejudicar meus negócios?

Por um lado digo que errar com muita intensidade pode inclusive fechar uma empresa ou negócio. Certo vez fiz a consultoria de uma empresa do setor da beleza, e descobrimos que uma promoção de venda de ticket para um determinado serviço, promoveu grandes  prejuízos, foram vendidos mais de mil tickets na tal promoção num valor de aproximadamente R$ 25 e quando fomos calcular o custo dos serviços e produtos envolvidos, chegamos a conclusão que o valor mínimo a ser cobrado por ela era de R$ 45 verifique então que o prejuízo em cada venda foi de R$ 20 ou seja R$ 20.000 de prejuízo justamente por não se calcular o preço de forma adequada. Por outro lado, no entanto, eu diria que uma empresa para se tornar Grande precisa poder cometer muitos erros ou até mesmo ter o hábito de promover quem os comete. Esse segundo ponto de vista vem da ideia de que um erro se resolvido rapidamente enquanto ainda é pequeno nos aproxima de uma boa solução e que quanto mais erramos e mais rapidamente resolvemos aumentam as chances de ótimos resultados. Além disso o funcionário ou colaborador quando entende que tem o direito de errar raramente vai hesitar ao buscar resolver um problema ou alcançar novos resultados.

Percebam que seja qual for a questão ou o lado que se está, sempre existem possibilidades, buscar portanto trocar a referência, rever sua jornada, e aproveitar tudo que viveu, construiu e desconstruiu ao longo do tempo, pode promover respostas surpreendentes para seus desafios, sejam eles quais forem.

Ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.