Uma Bioquímica no RioInfo

Autora: Katia Aguiar

 

Minha relação com o RioInfo começou há 13 anos atrás, em 2008.

Sou bioquímica, iniciei vida profissional em laboratório e acabei trabalhando com negócios no setor de biociências.

Apenas para contextualizar, bioquímica é a ciência que estuda os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos. Meu universo estava ligado diretamente à vida e suas inovações.

Em 2008 participei de uma missão prospectiva Sebrae a alguns Parques Tecnológicos em Portugal. Deveríamos visitar os modelos de processos e projetos de inovação, e à época, a maioria dos Parques Tecnológicos de Portugal eram dos segmentos de TI e Biotecnologia. Assim nos juntamos.

Não nos conhecíamos muito, mas a percepção de parcerias em negócios, a química foi fácil, se me permitem o trocadilho. Trouxemos na mala, várias ideias. Algumas foi possível implementar, outras não.

Mas o que funcionou de fato, foi a liga feita. A famosa “interatividade” tão falada no setor de TI, servia perfeitamente ao meu universo da biociência. Iniciava ali a minha aproximação com o grupo RioInfo, um dos maiores eventos de tecnologia brasileiro. Um evento já tradicional no Rio de Janeiro.

Minha constatação óbvia então, foi de que o setor de tecnologia era transversal. Teríamos a famosa “TI” para o agronegócio, para a biotecnologia, para a saúde, para energia, meio ambiente, e por ai vai. O núcleo gestor RioInfo começava a falar sobre isso.

Comecei a participar com mais atenção aos conteúdos e painéis disponibilizados no RioInfo. Claro, havia uma parte “raiz”, que não era tão próxima do meu universo. Mas vários conteúdos começaram a fazer sentido pra mim. Falavam como eu, de inovação. Começamos a realizar projetos conjuntos.

A cada ano fui me aprofundando, percebendo cada vez mais, que este universo era sim, intrinsecamente relacionado ao das Biociências e outros setores. Então cada vez mais a aproximação foi crescendo de forma natural. Orgânica.

Falava-se de tecnologia, de negócios, de formação, de sociedade. De vida.

Ao mesmo tempo, observava que poderia também colaborar um pouquinho com RioInfo, incorporando algumas características da biociência. Algumas formas de observação, linhas de inovação, de negociação.

E foi assim que me tornei, com muito orgulho, uma das Coordenadoras do RioInfo.

Recentemente percebi com grata surpresa, que agora esta famosa “Transformação Digital” que o mundo foi forçado a absorver rapidamente por conta da pandemia, para mim foi até mais natural do que eu pensava.  A proximidade, a interatividade com o grupo da tecnologia me deram isto de presente.

E como dizem por aí, as inovações tecnológicas vão determinar mudanças nos seres humanos. Será?

Tecnologia &, inovação, ciência, fazem cada vez mais parte do mundo dos seres humanos. E não conseguimos perceber nosso universo sem a tecnologia.

A ciência hoje já consegue imprimir corações, fígados em 3D; por meio de drones se consegue monitorar plantas individualmente, coletando informações, permitindo acompanhamento por regiões, identificando e corrigindo problemas pontuais em uma lavoura.

Cada ano que passa aprendo mais com os conteúdos do RioInfo. Com os painéis diversificados de alto nível.

Então deixo aqui uma mensagem a você que me lê: nunca diga nunca!

Esteja sempre aberto para novas possibilidades. Mesmo que estas pareçam não ter nada a ver com sua expertise. Vale ressaltar que não falamos aqui de especialistas ou generalistas. Isto é papo para um outro artigo.

Apenas te digo – não se feche a novos universos. Eles poderão ser mais próximos do que você imagina!

Pode acreditar… Papo de uma bioquímica no meio da tecnologia.

 

Katia Aguiar – bioquímica formada pela UFRJ, consultora de negócios em bioeconomia, empreendedorismo, inovação. É mentora de negócios e especialista em captação de recursos. Coordenadora RioInfo e uma das fundadoras da NeTe.

A Insustentável Leveza do Ser

Autor: Marcus Mendonça

 

Vivemos em um mundo atribulado, cercado de motivos para gerar um desconforto mental e proporcionar angústias que podem nos levar a caminhos às vezes sem volta, e que podemos fazer para contornar essa situação e colocar a vida de volta no prumo?

Primeiramente devemos rever nossas prioridades de vida, destacar o que nos faz bem e o que nos faz crescer, e repensar aquilo que torna nossa vida angustiante. Como diria o sábio do século XXI, isso é fácil de falar, mas difícil de concretizar, pois o mundo dinâmico consome o tempo e transforma vidas em meros momentos diluídos no tempo da sociedade moderna, mas mesmo tendo esses pensamentos, devemos rever, parar, respirar e entender.

Rever é olhar pelo caminho passado e verificar se a trilha foi caminhada de acordo com as nossas metas ou simplesmente levada pelo rio caudaloso da existência, se por um acaso chegamos na segunda conclusão, nos deparamos com uma inevitável perda de tempo, e tempo é algo que ão se recupera.

Parar, é realmente pisar o pé no freio, sem necessariamente parar as atividades atuais, apenas desacelerar do ritmo frenético da vida e expor tudo que foi revisto, e traçar novas metas, mas não podem ser metas de ano novo, pois essas ficam esquecidas ao vento, seriam metas de felicidade que seriam esquematizadas para serem performadas no tempo de sua existência.

Respirar, o ato de inalar, o ato de encher novamente sua vida de propósito, o ato de estar alimentando seu cérebro com aquela força vital que nos impele adiante sempre.

Por fim, Entender, depois de rever seu passado, seu atos, parar para poder olhar, respirar para dar aquele folego em sua vida, vamos agora entender o que devemos traçar de novos horizontes, pode ser remodelar sua existência, fomentar novos objetivos, rever conceitos de liderança, entrar no século XXI, abandonar de vez o século XX; muitos desses pontos deixamos passar na vida por conta mesmo de apenas viver, de ser e não estar, de respirar e não apreciar, de fluir pelo rio da vida abandonando a beleza das margens que nos rodeiam, é ter uma família mas não estar em uma família, é considerar a vida a 200km/h e esquecer que o mais belo anda devagar.

Onde fica a Insustentável leveza do ser? Neste cenário caótico que é a vida, onde se encontra seu Ikigai, tão comentado e levado para dentro das empresas, mas que na verdade tem haver com a vida e com a vontade de viver.

Dentro de uma corporação seu ser é como uma folha, que floresce, germina, cria frutos e em seguida o vento da vida leva a outra árvore ou mesmo aposenta sua folha no chão da vida para que outra possa germinar e gerar o mesmo ciclo. Nesse processo que entra nossa insustentável Leveza do Ser, você nunca será a eterna folha se mantiver o processo durante toda sua vida ao pular das árvores, existem árvores semelhantes (sua carreira) e existem árvores diferentes (reinventar), você decide se deseja ficar dentro de uma mesma floresta de árvores semelhantes ou aprender novos conceitos em florestas que te elevem como ser humano e transformem seu padrão.

Claro que entendo que não podemos fugir das responsabilidades, e ser aquele maluco beleza, mas podemos ser aquele que monta sua vida dentro dos princípios da sua felicidade. Carreiras não são eternas, assim como nossa vida, e volta e meia somos ultrapassados pelo trem das novidades, e muito depois de várias viagens não desejamos embarcar nesse modelo novo, e ficamos atrelados ao modelo antigo de viagem, nesse momento sua folha vai ao chão ou dele se aproxima, pois não vê mais a vantagem de estar preso a uma árvore, ou mesmo se agarra nela pelo fio da comodidade.

Qual o princípio da longevidade da sua vida ativa profissional? Primeiro é reinventar os princípios e sempre estar antenado aos vários momentos de mudança, segundo e considero fundamental e corajoso, é reinventar esses princípios e dar a guinada necessária na carreira através da busca de um novo horizonte profissional, ser não é estar, e estar é conhecer, pois conhecer é tornar factível seu sonho, no momento você se encontra onde? Já se descobriu ou apenas vive?

Pense bem, reflita dentro das palavras aqui proferidas, repare onde deseja estar chegando dentro do universo da sua vida, um sábio uma vez disse, um vaso quebrado sempre tem conserto, pode-se consertar ele com fios de ouro e ele será ainda mais valioso (Kintsugi).

Por falar em Kintsugi, queria pedir a liberdade de poder citar um trecho do livro de Tomás Navarro sobre este tema:

“Costumamos fazer atribuições de casualidade ao que acontece e ao que não acontece conosco. Formulamos nossas próprias teorias com base em nossa aprendizagem e experiência. Mas a proposição mais importante desse conceito é que, dependendo da qualidade de nossas atribuições, seremos mais ou menos felizes.”

Podemos e devemos tomar conta dos nossos sonhos e da nossa vida, trazer para dentro dela o que melhor temos, nunca permitir que a vida apenas passe, mas que ela flua dentro dos nossos anseios, seu ser deve voar, monte seu caminho para que ele seja sempre sustentado dentro do céu da vida, nem será de brigadeiro, mas será seu sonho e seu objetivo, lembre que pode ter talvez outras vidas, mas como você é apenas esta, então seja seu sonho. Que a leveza do seu ser seja sustentável.

 

Marcus Mendonça

Canal Quem Sabe (www.youtube.com/quemsabementoriadeideias)

Mentor de Negócios

Os 7 Hábitos dos Usuários de KPI Altamente Eficazes

Autor: Fábio Stumpf

 

Para muitas organizações, os indicadores-chave de desempenho são “chave” apenas no nome, seguidos principalmente para cumprir os regulamentos de conformidade ou fornecer uma análise retrospectiva. O que é necessário são KPIs mais inteligentes, disse Michael Schrage, um investigador visitante da Iniciativa do MIT sobre Economia Digital.

Pensando nisso identificamos sete características fundamentais de empresas que impulsionam com sucesso o seu retorno sobre os KPIs. O fio condutor comum é um compromisso com os dados como um ativo e um reconhecimento de que os KPI refletem prioridades estratégicas:

    • Os KPIs ajudam tanto a liderar como a gerir. 

Embora a gestão enfatize a realização de objetivos a curto prazo e a resolução de problemas, a liderança olha para a visão a longo prazo da empresa. Vistos nesta perspectiva, os KPIs são mais do que apenas “números a atingir”; são métricas que ajudam os líderes a antecipar o futuro e a desenvolver planos de negócios informados.

    • Os KPIs alinham a organização. 

Ao selecionar os KPIs certos, todos na organização ficam na mesma página, com pessoas e processos alinhados para melhor servir as necessidades dos clientes. Os KPIs orientados por dados também permitem às organizações serem ágeis: a avaliação em tempo real do desempenho das vendas ou dos resultados das campanhas de marketing, por exemplo, permite decisões orientadas por dados sobre a correção do rumo.

    • Os KPIs fornecem uma visão integrada do cliente. 

Nas indústrias desde a hospitalidade aos cuidados de saúde, o tradicional funil de vendas já não existe. O enquadramento dos KPIs em torno da sensibilização e antecipação das necessidades do cliente permite às empresas envolver os clientes em vários pontos de contacto do processo de vendas, e numa gama de canais digitais e analógicos.

    • Os componentes KPI informam a tomada de decisões. 

Os KPI, tais como a taxa de conversão de vendas, variam de facto muito dependendo de fatores como a hora do dia, localização, ou plataforma (móvel, Web, ou desktop). As empresas com a capacidade de analisar estes dados em tempo real estão melhor posicionadas para ajustar prioridades do que as empresas que só podem realizar uma análise retrospectiva dias mais tarde.

    • Os dados KPI são partilhados entre unidades de negócio. 

Quando uma empresa estabelece KPIs que se aplicam a unidades de negócio, o sucesso depende da colaboração inter-funcional. A visibilidade dos dados desempenha um papel importante nesta colaboração, uma vez que os gestores precisam de ver como as suas ações têm impacto nos KPIs. A minimização do atrito entre unidades de negócio pode exigir que as empresas reexaminem as funções departamentais e dos funcionários.

    • Os KPIs não podem proliferar indiscriminadamente. 

Não há “número mágico” de KPIs, mas menos é geralmente melhor: Três KPIs de empresas e três KPIs funcionais devem ser suficientes. Dada a vasta gama de dados disponíveis para os executivos, e a velocidade a que chegam, determinar esses KPIs pode ser uma tarefa assustadora. É melhor concentrar-se especificamente nos KPIs que irão impulsionar o crescimento do negócio.

    • Os KPIs servem como conjuntos de dados para a aprendizagem de máquinas. 

Tanto individual como coletivamente, os KPIs podem “ensinar” modelos de aprendizagem de máquinas a fim de melhorar o desempenho ao longo do tempo. Isto permite aos modelos introduzir dados transacionais, tais como números de vendas passadas, e “resolver” para valores a longo prazo, tais como vendas futuras. Por sua vez, estes valores preditivos podem ajudar a influenciar as decisões de planeamento estratégico.

Em última análise, a definição, desenvolvimento e aperfeiçoamento dos KPIs deve ser um foco chave da equipa de liderança de cada organização. Os líderes devem estar prontos para iniciar um diálogo em toda a empresa sobre como estes KPIs irão evoluir para além das métricas de avaliação para impulsionar a mudança organizacional.

Finalmente, os próprios KPIs devem ser tratados como um bem de dados especial, especialmente porque as organizações adotam a automatização de processos como parte da sua contínua transformação digital. Em vez de serem outputs para análise humana, sugeriu Schrage, eles deveriam ser inputs para máquinas.

 

Fábio Stumpf é CEO da TecSoftware, Conselherio em Inovação e Tecnologia da ACRJ e jurado do Programa MIT Inclusive Innovation Challenger

Sabe a Diferença entre Preço e Valor, ao Contratar uma Empresa de Pré-vendas?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Preço se negocia de inúmeras formas. Valor, é o que se cria e se entrega ao cliente.
Saiba como fazer para o preço não ser mais uma limitação:

Preço pode ser medido pela capacidade de se manter um compromisso financeiro com um produto ou serviço adquirido. Pelo viés da razão, faz todo sentido.

Agora quando estamos falando do componente emocional, existem crenças e objeções relacionadas ao preço, muitas delas absolutamente subjetivas, que te impedem de crescer, de inovar ou testar novas formas de fazer.

Imagine o valor de se desenvolver um setor de pré-vendas que se retroalimenta. Um setor de Inside Sales que qualificam os Leads desenvolvendo internamente a capacidade de entender plenamente o que é qualidade no seu ponto de vista e se aprimora constantemente, criando oportunidades crescentes de novos negócios com empresas que você sempre sonhou em conseguir a atenção
Isso faz sentido pra você?

Mas é mais que lógico que isso tem um preço.

Talvez, você não saiba que existem formas de se contratar uma empresa de Pré-vendas, como a @SuaVisita.

Nós temos tido reuniões super interessantes neste sentido:
• Modelos de pacote mensal, fixo;
• Pagamento por lead gerado e/ou qualificado;
• Pagamento por reunião agendada;
• Success Fee, que pode envolver um mínimo garantido e mais variável percentual, por contrato fechado.

Todos eles têm suas vantagens e desvantagens, tanto para o cliente, quanto Sua Visita enquanto empresa de Pré-vendas. Porém, as chances de se chegar a um acordo são maiores quando temos opções, concorda?

Nao acha que é agora a hora de pensar num budget, mesmo quefuturo, para desenvolver um profissional de prevendas para seu time?

Cabe a você, empresário, perceber valor nesse mercado, acompanhado conseguirá mais rápido, focado na sua expetise.

Na minha última enquete, a maioria das pessoas responderem que “acreditam que não podem pagar” por um trabalho de pré-vendas. Será um prazer conversar contigo sobre nossos modelos de trabalho, tickets médios e ciclos de venda. Vendas consultivas devem ajudar sempre, independente de monetizar essa relação.

Vamos conversando! Você, de vendas complexas e nós com a expertise de criar um fluxo, um processo de fazer isso acontecer com inovação, BI e sobretudo, humanização destes processos.

Conta pra mim, vou adorar conversar sobre ligações que deram certo e a maior dica pra isso acontecer é: seja você mesmo!

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

OFFICEVERSO – Um METAVERSO do Século XXI

Autor: Marcus Mendonça

 

O que sabemos do Metaverso? Sabemos que é a união do virtual com o real onde se tem uma extensão de sua realidade através de um mundo virtual, e o que isso transforma sua vida? Em muitos casos em nada, apenas pode ser enxergado como um jogo como no caso do ROBLOX e outros jogos que estendem sua realidade, mundos virtuais vêm sendo utilizados desde muito tempo, lembramos do Second Life, e de outros que tiveram empresas abrindo campanhas de marketing, por vezes massivas dentro dessas plataformas; não podemos também esquecer dos shows dentro de Fortinite aonde milhões de pessoas foram reunidas dentro desses mundos criados pelo jogo e assistiram com seus avatares. O mundo mudou, com certeza essa é a única certeza dentro desta realidade que agora estamos, e que senão mudamos conforme a onda do mundo podemos morrer literalmente na praia.

O conceito de Metaverso vem de ideias desde a final da década de 1970 e o início da década de 1980, muitos dos membros da comunidade tecnológica imaginavam um estado futuro da Internet onde todos estariam conectados através de um mundo virtual. Tivemos exemplos dentro dos filmes como Player One e Matriz o que seria um conceito aprimorado e as vezes assustador de Metaverso, assim como um livro de de 1992 o escritor Neal Stephenson deu aos leitores muito mais do que as quatrocentas páginas de Snow Crash, neste livro conforme a definição no Wikipedia: “A história começa em Los Angeles no século 21, um número não especificado de anos após um colapso econômico mundial. Los Angeles não faz mais parte dos Estados Unidos, já que o governo federal cedeu a maior parte de seu poder e território a organizações privadas  empresários .  Franquia , soberania individual e veículos privados reinam supremos.” Neste Mundo um vírus de computador consegue transportar as pessoas para um mundo virtual, ou como ele denominou na época o METAVERSO, se a gente ao ler este cenário não pensar no mundo atual, salvo com algumas coisas que somente o mundo da ficção científica consegue colocar nos deixa pensando que hoje é nossa realidade e será a realidade ainda maior com o passar dos meses, e digo meses e não anos.

Mas onde entra o nosso OFFICEVERSO, dentro deste conceito? Ele entra por ser um novo METAVERSO no qual sua empresa estará totalmente ou parcialmente virtualizada, com todo seu conceito, regras, normas e físico virtualizado, mas vamos ser práticos o que isso pode ser bom para o seu negócio? Temos vários pontos que podem te responder essa pergunta:

  • Redução do custo com o aluguel de espaços
  • Controle maior dos funcionários remotos (eles estarão todos meio que fisicamente no ambiente e interagindo).
  • Este ambiente de escritório por enquanto só funciona em desktops e notebooks e com isso faz com que as pessoas realmente estejam em casa, a sua não ida para os celulares ou mesmo o bloqueio nestas plataformas vão deixar com mais lisura a realidade de que eles estão em ambientes internos e não na rua.
  • Você não precisa ter seu funcionário localmente dentro do seu munícipio, sua força de trabalho vai estar em qualquer local e poder atuar de forma eficiente. O funcionário mora onde sempre teve vontade, isso se chama qualidade de vida.
  • O risco de atrasos por conta de transporte público fica eliminado.

Mundos como Gather town (https://www.gather.town/) prometem construir este ambiente e trazer sua empresa definitivamente para o mundo virtual, este mundo por exemplo, por um preço é claro, é totalmente customizável e trazer o ambiente da sua empresa para dentro do computador do seu colaborador, e este mundo não funciona, até o momento dentro de um ambiente mobile, por motivos aos quais falei anteriormente. Este mundo do Gather Town está sendo aprimorado e deve ficar ainda mais realista, o que vai tornar a experiencia do usuário melhor, claro que isso não vai substituir o chão de fábrica no momento, com o desenvolvimento ainda maior da Inteligência Artificial e a robótica esse cenário com certeza vai mudar, mas vai melhorar com certeza o padrão de qualidade das grandes cidades e vai levar as pessoas a realizar seus sonhos de moradia sem se preocupar com a distância do seu local de trabalho.

Ainda vejo o conceito do Officeverso, um conceito bom, mas para algumas empresas ainda longe de ser alcançado por conta da cultura, para alguns empresários eu considero que seja a teoria do presencial muito importante, mesmo que com isso eles percam valores importantes para o seu negócio. O Físico ainda está enraizado não apenas na cultura brasileira, mas como mundial, é um processo longo que vai se tornando cada vez mais factível conforme mudam as gerações. Quando o empresariado parar de colocar barreiras e começar a ampliar o Horizonte, vamos ver empresas crescendo exponencialmente como nunca cresceram, atraindo valores sem se importar onde estejam e um Officeverso dominante no mundo, trazendo produtividade e qualidade de vida.

Devo salientar que como estamos fazendo hoje EAD, Home Office ainda está bem longe do ideal por conta das raízes físicas que temos com as empresas e com isso a cultura da população economicamente ativa, mas conforme a tecnologia e a imposição da sociedade esta tendência e essa consciência vão mudar e como disse no parágrafo anterior, prosperar para um mundo realmente globalizado.

Para finalizar muitos ainda vão pensar que eu não medi as relações trabalhistas, como as leis de cada país, pelo contrário, previ sim e ainda falo que o futuro não se encontra na carteira de trabalho para muitas profissões, se encontra dentro de contratos de prestação de serviço, seja continuada ou não, favorecendo o trabalhador e os empresários, aonde um trabalhador pode complementar renda se assim necessitar com outros contratos e virar um empreendedor da sua vida, e para os empresários uma gama cada vez maior de talentos a disposição, para diversos projetos. Custos menores, trabalhos mais cirurgicamente contratados, trabalhadores com maiores oportunidade de expandir, o mundo ainda precisa amadurecer eu sei mas o Officeverso será em breve uma realidade positiva dentro deste mundo mais maduro.

 

Marcus Mendonça.  – Canal Quem Sabe e Mentor de Negócios

Quemsabementoriacom

 

 

Servidor Público Pode Abrir o Próprio Negócio?

Autor:  Marcio Cerbella Freire

 

De imediato a resposta é Sim, pode!

No entanto existem alguns senões, e se o leitor tiver essa intenção e for servidor público, é importante tomar alguns cuidados. Ter uma empresa não é impedimento para assumir um cargo público, mas é preciso observar algumas exigências.

De acordo com a Lei nº 8.112/90, o servidor público federal é proibido de ser sócio gerente ou seja aquele administrador que responde legalmente por qualquer tipo de empresa, já na qualidade de sócio, seja por cotas de sociedade limitada ou como proprietário de ações não existe esse impedimento.

Portanto na condição de sócio cotista ou como acionista é possível fazer parte de um negócio, mas algum dos sócios deverá assumir o papel de sócio gerente, mesmo que esse sócio seja possuidor apenas de uma pequena parte da empresa. Lembrando que para o funcionalismo público estadual ou municipal é fundamental estudar a legislação local pertinente para evitar problemas ao participar de uma empresa.

Completar o salário participando de um negócio usando seu tempo disponível portanto pode ser um caminho a se pensar e possível se você for um dos sócios de uma determinada empresa colaborando com a mesma da forma que lhe for possível, ao optar por isso uma boa prática é que todos os sócios do negócio independente de serem gerente ou não tenham uma remuneração pré-definida e combinada de comum acordo entre os sócios.

Entretanto se você ainda não é servidor público e se sente inseguro ao participar de concursos por conta da instabilidade que vem ocorrendo para contratação de novos funcionários públicos, um bom caminho é começar a pensar em ter o seu próprio negócio e se tornar dono da sua estabilidade, do seu destino e do seu tempo.

Os concurseiros de plantão que estão vendo as chances de novos concursos com promessas de ótimas remunerações diminuírem a cada dia cabe também enxergar novas portas e oportunidades que se apresentam diante das necessidades da vida cotidiana atual e do momento conturbado e complexo que a atual economia vive. E portanto conquistar novas competências, participar de treinamentos, optar por novas carreiras mais especializadas pode ser o caminho tanto para se encontrar um espaço no tão sonhado serviço público como para obter sucesso no ambiente empresarial.

Ao abrir ou participar de uma empresa fundamental é se preparar para isso, fazer um estudo de viabilidade técnica comercial financeira, identificar as oportunidades, saber se existem clientes dispostos a pagar pelo produto ou serviço que você pretende oferecer, tudo isso é de extrema importância para que a sua empreitada não gere apavorantes decepções e frustrações que muitos de nós já ouvimos falar sobre pessoas que optaram por ser dono de uma empresa.

Concluindo seja qual for a sua opção, participar de concursos para se tornar um funcionário público, ou abrir um novo negócio o principal investimento que você pode e deve fazer é investir em si mesmo,  buscar novos aprendizados, competências, participar de treinamentos, ler novos livros, conhecer tudo do ambiente em que você pretende se inserir.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Vocês Viram a Campanha sobre Proteção de Dados do Itaú?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Achei genial! Mas fiquei pensativa… Meus dados estão expostos por aí, também!

Senti o mesmo desespero do rapaz do comercial.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor e algumas questões ainda ficam no ar:

– O que muda para mim, cidadão?

– O que muda para mim enquanto empresa? Antes de tudo, o que é essa tal de LGPD?

Vamos por partes: O objetivo da lei é alinhar regras de uso e compartilhamento de dados de outros, com o objetivo de mitigar fraudes, uso indevido e demais crimes cibernéticos. E essa luta está apenas começando!

Para o cidadão, a lei pretende dar mais segurança aos dados. Você precisa autorizar e saber o que as empresas farão. Como utilizarão seu CPF, por exemplo.

Para empresas, além de promover a segurança, também estabelece regras para uso de dados de clientes, prospects, fornecedores e outros. Não basta mais pedir para a atendente virtual pegar o e-mail do cliente, ele agora precisa autorizar e dizer que quer receber a mensagem.

Governo deu mais de um ano para que as empresas se preparassem e agora você precisa estudar bastante e, principalmente, se é empresa, colocar-se “na linha”.

Acontece que muitos nem começaram a pensar nisso.

Me diz… Como está o processo na sua empresa?

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

 

A Utopia Realmente Existe Quando Pensamos em Cidades Mais Inteligentes?

Autor:  Prof. Dr. André Luis Azevedo Guedes – Smart Cities Expert – UFF/UNISUAM

 

O que desperta interesses e curiosidades de empresas do porte como: Accenture, Cisco, Samsung, Huawei, Nokia, Ericsson, Qualcomm, Tesla, Enel X, Bosch, Volkswagen, ABB, Apple, Amazon, Microsoft, Google, IBM, Claro, Deloitte, Vivo, Nvidia, TIM, dentre outras, para as cidades inteligentes?

Os projetos de Smart Cities são reais no Brasil e no mundo. O olhar aguçado das grandes corporações e a variedade de financiamentos internacionais disponíveis podem ser citados como molas propulsoras deste novo mercado, um novo oceano azul, já tradicionalmente conhecido pelas visões de inovação dos autores Mauborgne e Kim.

Fontes de recursos como a União Europeia (EU), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (IADB/BID), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), o Banco Mundial (World Bank Group) traz às empresas e aos governos um novo desafio: como as corporações que atuam nos Estados e Municípios devem modelar seus “business cases” para atender um mercado estimado em bilhões de reais e que pode gerar melhoria real na qualidade de vida das populações?

A conexão entre o global e o local – também chamado por mim, carinhosamente de GLOCAL – é uma janela única de oportunidades, pois todos se digitalizaram em algum grau, uns mais e outros menos, assim como as organizações. Diante desta digitalização “forçada”, o mercado baseado em tecnologias digitais cresceu exponencialmente e as empresas deste setor foram e ainda são as que mais crescem.

Vivemos uma pandemia, mas é na baixa dos preços para investimentos no Brasil que há a entrada de recursos estrangeiros para aqueles que se planejam, seja no caso da iniciativa privada ou dos governos em seus diversos âmbitos para prover melhor qualidade de vida.

É sabido que que as cidades mais inteligentes são feitas de pessoas e não são compostas exclusivamente por novas tecnologias, mas também por uma agenda sustentável integrada, em linha com o conceito de “environmental, social and corporate governance” (ESG), além da Agenda 2030, aonde os países signatários das Nações Unidas (ONU) deveriam estar engajados no seu cumprimento.

A latente viabilização das tecnologias 5G tendem a aumentar a pressão pelas Smart Cities, pois apesar de não ser um processo simples, há carências de coberturas em muitas áreas geográficas que precisam ser atendidas pelo tradicional 3G ou 4G.

Como nos portarmos neste cenário? Considero que as tecnologias só possuem serventia se forem aplicadas para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

Neste ponto, as grandes empresas começaram a perceber valor nestas soluções, afinal, todos nós desejamos um transporte mais rápido e limpo, mobilidade eficiente, uma saúde pública de qualidade, a constante medição dos riscos urbanos, um planejamento urbano conectado as melhores práticas internacionais e que gere crescimento local, observadas às questões estratégicas e de governança.

O futuro é agora. Como reimaginar nossas cidades e empresas diante de tanta destruição trazida pela pandemia? Se pudesse opinar, apostaria na educação e na inovação da infraestrutura considerando uma retomada econômica, com planos e ações de curto, médio e longo prazo.

 

A Tendência do Varejo com Ominchannel

Autor: Daniel Vilela -CEO & Founder/ ACV Solutions Ltda/ dvilela@acvsolutions.com.br

 

Olá pessoal, estamos aqui de volta com nossa postagem mensagem sobre a tecnologia no Varejo e hoje vamos iniciar nossa série de tendências e tecnologias que são capazes de destrancar todo o potencial do setor. Iniciaremos com uma das tendências mais impactantes atualmente: o Omnichannel.

Mas afinal o que é Omnichannel?

Omni é uma palavra do latim que significa “tudo” enquanto channel, do inglês significa “canal”. Na prática sugere uma integração entre os diversos canais de contato com o cliente (canais físicos ou offline e canais digitais ou online) para oferecer ao uma experiência de consumo unificada.

Exemplos de canais que o cliente poderia experimentar são: compras online, compras em estabelecimento físico, compras em marketplaces terceirizados, compras na loja com realidade aumentada, realidade virtual, chatbot, etc.

OmniChannel não é MultiChannel!

Muita gente confunde, na realidade dois conceitos. Multicanal, como o próprio nome sugere, é uma estratégia de alcance aos consumidores em diversos canais de comunicação, como a venda por e-commerce, venda em estabelecimentos físicos, venda através de redes sociais, etc. As empresas que praticam o multicanal fazem isso, na realidade, de maneira descentralizada, de forma que o relacionamento com o cliente é diferente em cada canal. Seria como se você fosse a um estabelecimento físico e não encontrasse os mesmos produtos ou muitas vezes com preços até diferentes do e-commerce. Além disso, o relacionamento estabelecido não segue o mesmo padrão de análise. O varejista físico não tem, por exemplo, acesso a informações de compras anteriores no e-commerce.

O omnichannel, considerado, portanto uma evolução no relacionamento com o cliente, mantém tudo conectado em uma mesma base de relacionamento. É como se você entrasse em uma loja física, conseguisse interagir com Realidade Virtual ou recebesse indicações de produtos que combinem com as últimas peças que você adquiriu por e-commerce. Fantástico, não é mesmo?

E QUAIS SERIAM OS BENEFÍCIOS?

O Omnichannel bem implementado requer dedicação e recursos. A transformação empresarial para a migração para este modelo requer esforços processuais, ferramentais e de pessoas.

Os benefícios, entretanto, são imensos.

Em primeiro lugar o negócio assume verdadeiramente o consumidor como ponto central. Desta forma o atendimento se torna mais eficiente e customizado ao perfil de cada consumidor. As informações, como são centralizadas, são mais confiáveis e acessíveis. Os custos operacionais são reduzidos pela eficiência logística e engajamento maior do cliente. A marca, sobretudo, se fortalece.

Então, gostou?

Deixa aqui o seu comentário. Tem dúvidas? Escreve aqui! Tenho certeza que compartilhar é a melhor forma de todos alavancarmos negócios no nosso país!

Até a próxima!!

Fatores Positivos num Cenário de Transformação

Autora: Claudia Wilson – CEO da BeezStudio, estratégias para aumento de competitividade de negócios

 

As oportunidades existem e estão sempre por todos os lados. Há momentos que são maiores, e momentos que são mais difíceis de se identificar, isso dependo do angulo que se vê.

Observando o cenário atual, vale destacar que a Globalização é uma oportunidade que se faz presente a cada dia mais. Num passado próximo os ambientes de negócios eram concentrados, quando se acredita que colocando todos os ovos numa mesma cesta os riscos eram menores e os ganhos melhores. A matriz de risco se mostrava favorável para esta estratégia.

No cenário presente, os fatores se alteraram, sim, comum, afinal o mundo é dinâmico, organismo vivo em constante transformação, antes fatores de baixo risco se transformaram em alto risco.

Um dos principais fatores que se alteraram no cenário atual é que o mercado é para todos. Sim, no momento atual, diluir os riscos em vários mercados se apresenta mais seguro.  Os negócios que se concentravam em alguns poucos players se apresentou ser de alto risco. O mundo se viu reféns de poucos fornecedores.

A diversificação é a estratégia chave global, e este cenário, para as empresas brasileiras, é excelente. Antes as empresas brasileiras nem ao menos eram consideradas, devido a um ambiente de negócios de alto risco, agora as empresas brasileiras são consideradas nas negociações. Ambientes de negócios de alto risco eram imediatamente descartados, atualmente dependendo da estratégia, outros fatores além do ambiente de negócios são considerados. Outro fator interessante é a questão do valor da moeda, o valor do Real, em alguns, cenários se mostra um fator de competitividade elevado.

Neste cenário as empresas brasileiras passam a ter mais oportunidades em mercados internacionais.

Ah, as empresas brasileiras estão preparadas para este novo cenário de oportunidades? O que você acredita??

Isso é um outro assunto que poderemos abordar numa próxima oportunidade.

“Todos os negócios podem melhores seus resultados”,