Pré-vendas: Um Passo ANTES no Processo de Vendas, que Faz a Diferença

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Neste artigo, você vai entender o conceito de pré-vendas e como empreendedores têm buscado soluções para acelerar e otimizar o processo comercial. Saiba também como a tendência de descentralização e terceirização de atividades acessórias têm impactado a área comercial de empresas de todos os tamanhos.

Após 21 anos no mercado, SEMPRE NA ÁREA COMERCIAL DE GRANDES EMPRESAS, E OBSERVANDO MUITO PRA TRAZER PRA MINHA PEQUENA, entendi que quanto mais “quente” e “trabalhado” chega um potencial cliente para uma reunião de fechamento, maiores são as chances de negócio.

UMA “EQUIPE DE SDRs* PRA CHAMAR DE SUA” JÁ DESENVOLVEU A CONVERSA, TROUXE DORES À TONA E CONDUZIU O CLIENTE PARA A JORNADA SE COMPRA.

*SDR (Sales Development Representative), também chamado no Brasil de pré-vendedor, é o profissional de vendas responsável por fazer a prospecção e um primeiro diagnóstico dos Leads. O objetivo é passar apenas as oportunidades mais qualificadas para os vendedores darem continuidade na negociação.

E o que é ESSE (o) “esquentar” e “trabalhar um potencial cliente?

Quando despertamos interesse em uma empresa, sobretudo, quando falamos em vendas complexas B2B (com ticket médio alto, ou que envolvem muitos decisores, por exemplo), existe uma necessidade de QUALIFICAR VERDADEIRAMENTE o interesse DE QUEM ESTA DO OUTRO LADO.

O objetivo é chegar à uma reunião de fechamento, em contato direto com o(s) decisor(es) CERTO(S), JÁ INTERESSADO(S), CURIOSO(S) PARA SABER O PREÇO, O TEMPO, PRAZO DE ENTREGA E PORMENORES INSTIGADOS ANTERIORMENTE, MAS QUE FICARAM PARA SEREM RESPONDIDOS NA REUNIÃO.

Este é um cenário ideal em um processo de pré-vendas.

Pré-vendas é um processo de prospecção ativa, o chamado Outbound Marketing, que pretendem, por exemplos, encontrar decisores no momento ideal de compra, descobrir o momento ideal de compra, uma objeção de budget e pegar informações para facilitar o processo de vendas.

E o mais interessante é que, cada vez mais micro, pequenas e médias empresas têm buscado implementar este processo. Afinal, o custo para manter uma equipe de pré-vendas internamente é alto, sem contar os riscos trabalhistas.

Quando se contrata uma empresa especializada em pré-vendas, o risco é bem menor, a medida que a operação é realizada por terceiros especializados e com equipe própria.

SEI QUE É SUPER NOMAL QUE VENHA À CABECA O DILEMA: internalizo e centralizo a área de pré-vendas ou busco uma empresa especializada?

O que eu sempre oriento ao empreendedor é que:

“Foque no faz de melhor e delegue o restante.”

A partir daí, se a empresa não tem no comercial o seu ponto forte, o ideal é buscar uma consultoria externa em pré-vendas. Só a economia de tempo compensa o investimento. Afinal, uma empresa especializada em pré-vendas, que tem método, faz melhor e mais rápido, não é mesmo?

Assim como o modelo de descentralização tem chegado às áreas de finanças, secretariado, marketing e outras, visando maior nível de especialização com os menores custos, o comercial também tem essa opção. NO ENTANTO, SE VOCÊ JÁ TEM UM TIME, PODE DESENVOLVER PARTE DELE PARA A PRE-VENDAS. POSSO TE AJUDAR EM AMBOS OS CASOS.

Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário. Ficou com alguma dúvida, comente e eu respondo com o maior prazer,

TODO DIA É DIA DE CONSTRUIR E DESCONTRUIR, CONHECER GENTE NOVA E TROCAR IDEIAS, PARA ACRESCENTAR AO MUNDO DO OUTRO.

Patricia Carrasqueira: Representante de vendas na Sua Visita

Micro e pequenas empresas: a Lei Geral de Proteção de Dados também se aplica à sua operação, fique atento!

Autor: Advogado Álvaro Cravo e Advogada Fernanda Tostes, Especializada em LGPD

 

 

Desde que ultrapassados todos os percalços e obstáculos que separaram a Lei Geral de Proteção de Dados – Lei federal n.º 13.709/2018 (“LGPD”) do início de sua vigência plena, em agosto de 2020, exceto quanto à aplicabilidade das sanções administrativas previstas na norma, as quais se tornarão eficazes e passíveis de imposição em agosto deste ano, muito se tem falado sobre o quanto esta norma impactará a realidade das empresas e também, infelizmente, muita desinformação é veiculada em diversas mídias, gerando ainda mais dúvidas e inseguranças.

Pois bem, uma das questões que comumente é objeto de controvérsia trata da aplicabilidade da LGPD às atividades desenvolvidas por micro e pequenas empresas. Por este motivo, é fundamental difundir a informação de que a norma não traz qualquer hipótese expressa que excetue ou retire de sua égide determinadas pessoas jurídicas no exercício de atividade econômica sob nenhum aspecto, ficando extreme de dúvidas, portanto, que independentemente do vulto da empresa, seu faturamento anual, seu número de colaboradores e/ou qualquer outro parâmetro ou métrica semelhante, está ela sim obrigada ao compliance com a LGPD, devendo assim, com certeza, à mesma adequar a sua operação.

Fato é que, tão somente se verifica hipótese expressa de exceção na norma a determinadas formas de tratamento dos dados pessoais, tal qual especificado no artigo 4º da lei.

Apesar disso, em atenção ao disposto no art. 55-J, inciso XVIII, da LGPD, a já constituída e operante Autoridade Nacional de Proteção de Dados (“ANPD”), adotou medida extremamente positiva e colaborativa com o mercado ao promover, de 29 de janeiro a 1º de março deste ano, uma tomada de subsídios sobre a regulamentação da aplicação da LGPD para microempresas e empresas de pequeno porte, bem como iniciativas empresariais de caráter incremental ou disruptivo que se autodeclarem startups ou empresas de inovação e pessoas físicas que tratam de dados pessoais com fins econômicos.

De acordo com a ANPD, tal iniciativa se deu com o objetivo de receber contribuições da sociedade para posterior regulamentação. Adicionalmente, esclareceu que há previsão de ainda submeter a regulamentação a consulta e audiência públicas antes de sua publicação.

Dessa forma, vale para os micro e pequenos empresários acompanhar com muita atenção e senso de urgência a evolução deste tema para assegurar que as suas operações se adequarão devidamente a todos os ditames da norma, sendo certo que consta da Agenda regulatória da autoridade nacional para o biênio 2021-2022 a meta de iniciar o processo de regulamentação do assunto ainda no primeiro semestre deste ano.

Confiança Criativa nos Negócios.

Autor:  Márcio Cerbella Freire

 

 

Resumo: A construção da confiança criativa nos negócios passa pelos questionamentos e pela  predisposição a enxergar por outros ângulos, nesse artigo pensamos por exemplo em como encarar o erro em diferentes perspectivas.

Quantos lados tem seu desafio?

“Toda questão possui dois lados.” Protágoras, 485-421 a.C.

Protágoras há sua época pode perceber que seja qual for a questão irá provocar situações ou ideias diferentes de acordo com o ponto de vista de quem pergunta e de quem responde. Nos dias de hoje me permito dizer que uma questão pode ter ou promover infinitos lados, por mais simples que ela possa parecer.

Vamos pensar aqui em duas questões, a primeira: Como posso fazer minha empresa crescer durante a atual pandemia? A ideia então é pensar em algumas possibilidades de acordo com quem responde, por exemplo se a minha empresa é uma empresa de consultoria sobre um determinado tema, então eu diria que é muito simples, basta fazer o trabalho de forma online usando o tempo da melhor maneira possível, poderia dizer também que uma boa opção seria treinar outros consultores para fazer o mesmo que eu faço aumentando assim o número de atendimentos. Se no entanto a minha empresa atua no ramo de turismo, que está com suas ações bem limitadas, teria que pensar de forma diferente do habitual para encontrar novas soluções como, criar estratégias que envolvam grupos familiares em passeios privativos em locais mais próximos mas de mesma forma atrativos. Percebam que aqui apenas coloco algumas opções a intenção não é dar respostas prontas mas ajudar o empresário a perceber que é necessário encontrar novas possibilidades seja qual for o desafio proposto.

A segunda questão: Errar pode prejudicar meus negócios?

Por um lado digo que errar com muita intensidade pode inclusive fechar uma empresa ou negócio. Certo vez fiz a consultoria de uma empresa do setor da beleza, e descobrimos que uma promoção de venda de ticket para um determinado serviço, promoveu grandes  prejuízos, foram vendidos mais de mil tickets na tal promoção num valor de aproximadamente R$ 25 e quando fomos calcular o custo dos serviços e produtos envolvidos, chegamos a conclusão que o valor mínimo a ser cobrado por ela era de R$ 45 verifique então que o prejuízo em cada venda foi de R$ 20 ou seja R$ 20.000 de prejuízo justamente por não se calcular o preço de forma adequada. Por outro lado, no entanto, eu diria que uma empresa para se tornar Grande precisa poder cometer muitos erros ou até mesmo ter o hábito de promover quem os comete. Esse segundo ponto de vista vem da ideia de que um erro se resolvido rapidamente enquanto ainda é pequeno nos aproxima de uma boa solução e que quanto mais erramos e mais rapidamente resolvemos aumentam as chances de ótimos resultados. Além disso o funcionário ou colaborador quando entende que tem o direito de errar raramente vai hesitar ao buscar resolver um problema ou alcançar novos resultados.

Percebam que seja qual for a questão ou o lado que se está, sempre existem possibilidades, buscar portanto trocar a referência, rever sua jornada, e aproveitar tudo que viveu, construiu e desconstruiu ao longo do tempo, pode promover respostas surpreendentes para seus desafios, sejam eles quais forem.

Ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Olá, Mundo Novo!

Autor: Hawan Moraes

 

 

Terra à vista! Terra à vista!

Imagine a alegria do capitão e seus marujos ao bravejarem: “Terra à vista!” Após meses em alto mar, descobrindo e buscando novas terras e sem saber se chegariam ao seu destino – ou a algum destino pelo menos. Avistar a terra firme significava uma segurança, mas significava também incerteza: como seria a vegetação? Animais selvagens? Existiriam nativos? Hostis ou receptivos? Claro, existia uma grande excitação e euforia. Assim como existia também um medo e muitas dúvidas.

Semelhante a chegada em terra firme, é a alegria de ver um momento turbulento passar. Semelhante às dúvidas e medos sobre a nova terra, são as incertezas do novo momento que viveremos. Ainda não chegamos ao fim da pandemia – e talvez ainda falte um certo tempo. Porém, já é possível avistar e declarar qual a “terra à vista” do momento: mundo digital.

Para alguns, já podem se considerar nativos digitais, entretanto, para muitos e muitos empresários, esse é o Mundo Novo que precisa ser desbravado, explorado e, finalmente, conquistado. Ok, tudo mudou. Isso todos já sabemos e decoramos esse discurso. A questão é: e como vai ser então? Como será a vida na nova “terra firme”.

Varejo digital é parte fundamental

Colocado há tempos como tendência por muitos gurus, para outros uma realidade e para vários uma ameaça. É bem verdade que o varejo digital assustou e ainda gera temor em muitas empresas. Porém, daqui em diante, os navios que quiserem chegar em alguma terra firme, terão que desembarcar nesse mundo. A outra opção: permanecer em alto mar à deriva – não me parece uma boa condição.

Os clientes mudaram e quem quiser vender para o novo consumidor precisa seguir o mesmo caminho. Após passar meses dentro de casa, diversos paradigmas foram quebrados. Um dos principais: não é possível comprar itens de supermercado à distância. Existia um certo medo: será que os produtos corretos serão escolhidos? Será que minhas frutas virão no ponto que quero? E as minhas verduras, serão as mais vistosas disponíveis?

Crescimento de 180%

A verdade é que o segmento aumentou em 180% o volume de pedidos entre Março e Dezembro, segundo a AbComm. Nada como a necessidade para nos fazer repensar nossas barreiras mentais, não é mesmo? Acontece que mesmo os supermercados não enfrentando regras de fechamento, os clientes estavam assustados e optaram por testar a nova modalidade.

O Mercado Livre, maior marketplace da América Latina, decidiu entrar nessa tendência e viu seus números atingirem 3,5 Milhões de usuários só em supermercados. O Meli (Mercado Livre) realiza entregas em até 24 horas nas principais cidades do país e em 80% do Brasil as entregas são feitas em até 48 horas.

Mudança de paradigma

É fácil entendermos alguém comprar um iPhone, um notebook ou até uma geladeira online. Afinal de contas, são itens padrão e o que vai importar mais é o preço baixo. Agora, e aí está a grande mudança, quando o consumidor passa a comprar itens de necessidade básica de forma online, o que ele não pode comprar em lojas virtuais agora? Se até o arroz e feijão tão amados, as frutas e verduras, os embutidos que possuem peso e preço variáveis, podem facilmente ser selecionados em um ecommerce, o que é que não pode ser comprado online?

Hoje ainda temos uma certa resistência a comprar online itens com valores mais altos, exemplo, carros. Em contrapartida, vemos a Tesla, a montadora mais valiosa do mundo em 2020, nos Estados Unidos que foca grande parte das suas vendas no digital. Será que após comprar a carne para o churrasco do finalmente de semana, o cliente não pode escolher e até pagar online pelo seu carro novo? Antes de responder: pense em tudo que antes você imaginou que não podia ser comprado online e hoje a venda é comum.

Marketing digital é pedra angular

Para desbravar e conquistar esse novo mundo, é preciso dominar o marketing digital. Grande parte disso está relacionado com as redes sociais. Quem pensava que Instagram e TikTok eram coisas de adolescentes sem ter o que fazer, com certeza deixou muito dinheiro na mesa. Quem ainda pensa, está deixando muito mais dinheiro escapar para os concorrentes.

Ter um olhar profissional e voltado para aproveitar as oportunidades nas mídias sociais é uma parte extremamente estratégica. Não basta fazer publicações, muitos menos se forem aleatórias e desconexas. É necessário planejamento, programação, foco e, principalmente, constância. Esse último talvez seja o motivo da maioria das empresas não conseguirem resultados.

Nada é conquistado nas redes sociais sem constância. A lógica é simples: é uma rede de contatos, de relacionamento. Pense: consegue ser amigo ou confiar em alguém que só surge quando quer algo em troca? Quando quer te vender algo? É claro que não é possível criar uma conexão com alguém assim. O mesmo vale para o Instagram e outros meios: os usuários só irão consumir da sua marca após se relacionarem, se engajarem, confiarem nas suas promessas. O consumo é uma consequência, não um objetivo inicial ou até um fim em si mesmo.

Operações eficientes são as únicas sobreviventes

Assim como um navio furado não conseguiria ir muito longe, chegar em terra firme e não ter qualidade também não trará resultados. A verdade é simples e única: não há espaço para desperdícios. Cada movimento estratégico, cada investida e inclusive a rotina do dia a dia precisa ser eficiente.

Operações enxutas se destacavam antes, agora são as únicas capazes de sobreviver e prosperar. Para definir um mantra para o mundo novo: ser digital, ser enxuto. Ser DIGITAL, ser ENXUTO. Está aí a tal fórmula mágica para o sucesso nessa terra firme.

Transformando Problemas Globais em Oportunidades Locais!

AutorCarlos Eduardo Coan Junior/ Head of Innovation, Coan Inovação + Gestão

 

O mundo realmente mudou e, ninguém nos avisou…

Passamos desde Março do corrente ano por Gênese / Crescimento / Colapso / Desintegração!

Os antigos Meetings Estratégicos planejando os próximos 5, 10 ou 15 anos de nada valem mais.

O LUXO atualmente é dormir 8 horas e, o recurso pessoal mais VALIOSO é a ATENÇÃO. E, é o fim do TAREFISTA,  INCONFORMADO e INFELIZ !

As tarefas mais chatas e, os trabalhos que oferecem riscos ao nosso colaborador, poderão ser substituídos pelo Robô e pela Inteligência Artificial.

Por onde será que podemos iniciar a nossa adequação ou reinvenção?

Como ter uma Gestão do Tempo precisa de nossas prioridades, tendo reuniões, e-mails e WhatsApp para responder, telefonemas e vídeo conferências…

É imprescindível termos assistentes virtuais para nos ajudar e, assim podermos ter uma gestão mais precisa do nosso TEMPO !

Trello, Google agenda, ASANA, JIRA Core, etc… são alguns dos apps indicados para melhorar a sua organização !

Onde você pretende estar daqui a alguns anos ?

Lembrando que a quantidade de informações disponível atualmente na Internet é maior que a capacidade humana de consumo possível !

E, de acordo com Ebbinghaus, temos que estar muito atentos à CURVA DE ESQUECIMENTO das informações que recebemos….mostrando que conseguimos reter 100% das informações no exato momento do estudo e, que após 31 dias, restam apenas 21 % das informações que você estudou.

`Precisamos estar sempre atualizados e, cada vez mais entender a briga comercial de Gigantes como os blocos GAFAM (Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft) contra o BAT(Baido, Alibaba e Tencent).

Cada bloco fatura junto mais de USD 1 trilhão anual !

Como podemos decifrar a sopa de letrinhas do futuro presente: Líder Ambidestro

Transhumanismo, Empresas Bimodais, Omnichannel, Bitcoin, V-Commerce, Redes Neurais, M2M  Machine to Machine, IOT, Experiencias Imersivas, Data Tsunami, Speech Recognition, Greenovation…

Estamos vivendo TEMPOS EXPONENCIAIS onde precisamos entender a valorização das empresas feitas de tijolo e cimento e, as empresas digitais.

Em Maio de 2014, a Disney valia USD 138 bilhões de dólares e, a NETFLIX USD 24 bilhões !

Após o início da pandemia, a Disney passou a valer USD 151 bilhões de dólares e, a NETFLIX USD 200 bilhões !

O acesso às tecnologias está cada vez mais fácil e barato e, podemos implementar chatbots para automatizar o WhatsApp dos nossos Bares e Restaurantes respondendo de um jeito mais rápido e eficiente aos nossos clientes !

Vamos aprender que temos que nos adequar aos consumidores VEGANOS e, disponibilizarmos pratos adequados à essa nova TRIBO que cresce cada vez mais ao redor do mundo.

O consumidor está antenado às empresas GREEN que, se preocupam na captação da energia renovável, na utilização e renovação da água e, nos processos e procedimentos dos alimentos.

Saímos da era da informação e estamos na era da participação e do compartilhamento.

Estamos vivendo a queda da Hierarquia dos Controles e passando para Ecossistemas de interação mundial.

Estima-se que 50% dos empregos deixarão de existir nas próximas duas décadas e, que 65% das crianças que hoje entram nas escolas, provavelmente irão trabalhar em funções que atualmente não existem.

Então mexa-se e: Conheça novas culturas, estude para toda vida, Colabore Globalmente, Entenda as Forças Futuras, Tenha coragem para inovar, Seja preditivo e adapte-se, Redesenhe seus processos e modelos de trabalho, Repense seu PTM(Propósito Transformador Massivo), Domine vários idiomas!

 

 

 

 

Os Passeios pela “Podosfera” Estão em Alta: O Crescimento no Consumo dos Podcasts

Autor: Theonácio Lima Júnior/ Diretor – TAVTEC Tecnologia

 

Os podcasts, exemplos claros do conceito de mídias frias, originados em 2004, são programas de áudio sob demanda. Podem ser organizados em episódios e abordam os mais variados assuntos.

No Brasil, o consumo de podcasts está em uma curva crescente há cerca de dois anos. Em 2019, uma pesquisa do Ibope revelou que 40% da população ao menos já sabia o que era um podcast, e no ano seguinte a produção de novos programas cresceu 103% no país, segundo dados da Voxnest.

O nicho ganhou tamanha força ao longo dos anos que algumas empresas optaram por investir em novas ideias ou usar os programas como veículos: o Bradesco, por exemplo, é o principal patrocinador do famoso podcast “Mamilos” e também foi responsável por viabilizar a versão brasileira de “Good Night Stories for Rebel Girls” (“Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes”); o Sebrae é responsável pela série “Conhecer para Empreender”, com dicas sobre empreendedorismo; e a Anacapri, marca de calçados femininos, criou o “Beleza Pra Quem?” para falar sobre o autoconhecimento da mulher.   

Gigantes serviços de streaming foram fundamentais para a popularização dos podcasts. O Spotify, por exemplo, trabalha com investimentos em aquisições e contratos exclusivos com criadores e, por isto, a longo prazo espera-se um impulso ainda maior nos acréscimos do setor. Vale ressaltar, porém, que apesar da relevância do Spotify, a distribuição dos podcasts não depende exclusivamente de um único canal – o que pode ser uma complicação no momento de descoberta de novos conteúdos para usuários, mas, ao mesmo tempo, torna os criadores menos dependentes de somente uma plataforma.

Com o isolamento social devido à pandemia de COVID-19, o consumo do meio se redistribuiu e os podcasts começaram a ser compartilhados entre pessoas que moram sob o mesmo tempo – marcante mudança no consumo do meio, já que este era consumido majoritariamente de forma individual através de fones de ouvido conectados a um smartphone. Outra relevante alteração da mídia desencadeada pelo novo coronavírus: frente à uma recessão global, será desafiador manter o crescimento da monetização do segmento. Segundo Luiz Felipe Orelo, fundador da Orelo, plataforma de distribuição de podcasts: “[…] a pandemia foi como uma tempestade perfeita para o conteúdo de áudio”, referindo-se ao aumento de audiência do segmento, além do surgimento de novas oportunidades devido às mudanças de rotina e maior tempo disponível (tanto dos criadores quanto dos consumidores).

Os podcasts são uma mídia de baixo custo com acesso democrático e passíveis de alcançar um volumoso público. Podem ser utilizados como ferramenta de divulgação de notícias, além da possibilidade de fomentar debates, abordar assuntos extremamente nichados – e assim divulga-los – e servir como meio de veiculação de conteúdo publicitário. Com a segmentação correta e com o crescimento constante do meio, é uma mídia que possui potencial para gerar ótimos resultados para os criadores que monetizam o material.

A TAVTEC Tecnologia está apta a auxiliar toda e qualquer empresa que precisar de auxílio. Não importa o segmento e nem a área de atuação, pois mais especifica que seja, somos seu Amigo Virtual. Conte com nossa experiência e eficácia nos resultados.

 

Economia do Bem

Autora:  Flavia Bendelá

 

 

Mês passado a renomada revista “The Economist” publicou um compilado de tendências, a partir de um estudo realizado por diversos especialistas, para o mundo pós-Covid. Embora não houvesse nenhuma grande surpresa na lista, chamou-me a atenção o item empreendedorismo social. E não por ser uma novidade, mas exatamente por ser uma necessidade.

O empreendedorismo social avança na medida em que sua regulamentação se sofistica. Ser um empreendedor do bem, não significa que você terá de ser um bom pedinte, mas sim um bom realizador. O romantismo de abraçar causas dependendo de doações, hoje dá lugar a negócios autossustentáveis que tragam soluções para questões de impacto social.

Porém, uma coisa não muda. O compromisso do indivíduo com produtos, negócios e mentalidade promotores do bem coletivo. Portanto, a dedicação, a renúncia e a consciência de agentes transformadores devem estar voltadas à causa e não ao bolso. E embora seja saudável que dali saia o seu sustento, para justificar o seu total envolvimento, é preciso que apresente além da preciosa habilidade de liderar e engajar pessoas, uma conduta ética exemplar.

Empresas que tem o propósito de melhorar a difusão da saúde e da educação, a diversidade, o desenvolvimento de economias locais autônomas e a geração de emprego precisam de investidores sensíveis a essas causas, ou ao menos que valorizem a ESG. Onde estão estes investidores no Brasil, especificamente?

Eles podem estar nas aceleradoras, nas redes anjo, no crowdfunding, no Venture Capital ou nas próprias organizações. Essas muitas vezes, por sua estrutura pesada, têm dificuldades de mudar de forma ágil, mas, por outro lado, podem rapidamente adquirir ou impulsionar negócios de impacto social.

Michael Porter, em palestra ao TED em 2012, já cantou esta pedra, afirmando que os problemas sociais do nosso tempo somente atingiriam a escala necessária com a adesão e o suporte da iniciativa privada, pois é lá que se encontra a maior concentração de capital para viabilizar esse investimento.

Faço votos para que não tenhamos que esperar a pandemia terminar para os gestores de grandes empresas se conscientizarem de que faz parte de sua responsabilidade fomentar a economia do bem.

 

 

Flávia Bendelá – flavia.bendela@portaldis.com.brem

Founder e Chairwoman do DIS – Distrito de Inovação e Sustentabilidade. Empreendedora, Palestrante TEDX, Conselheira de Empresas e Membro do Núcleo de Inovação do Ibmec. Doutoranda em Business pela Rennes School of Business (Fr), com projeto de tese sobre Innovation: Venture Investiment Sustainability (ainda a defender).

Executiva com mais de 20 anos de carreira e liderança no mercado financeiro em empresas nacionais e multinacionais. Coordenadora de cursos executivos e docente em Estratégia de Negócios, Inovação, Sustentabilidade e Empreendedorismo.

O que fazer com meu CNPJ?

 

Autora:  Vicenza Merecci – – Gestora em Marketing e Mídias Sociais / Designer, Estilista / Empresária no ramo da Moda

 

Diante da crise que vamos vivendo, meus queridos amigos, a pergunta que não sai de minha mente, quanto empresária, é: “O que fazer com meu CNPJ?”.

Observo a necessidade de me reinventar a cada dia, seja na abordagem ao público, seja na divulgação online, nos atendimentos diretos aos clientes.

“O que vamos fazer? Quando isso vai acabar?”

Não sabemos. Nos resta, como pequenos e médios empresários, a adaptação. Vivemos uma nova realidade e devemos sobretudo agradecer pela oportunidade de crescimento e aprendizado.

Cada empresa que está sobrevivendo a esse cenário corrosivo, lá na frente não sucumbirá.

Em minha cidade, Nova Friburgo (conhecida como Capital da Moda Íntima na América Latina), na última terça (20), ocorreu um protesto do meu setor, abrangendo toda a cadeia produtiva do município.

Com cerca de 897 cadeiras postas numa praça (ponto crucial da cidade), foi realizado o simbólico “clamor” dos empresários e colaboradores, pedindo uma revisão dos decretos que têm influenciado o andamento das indústrias e dos comércios do município.

 

Hoje, estamos sobrevivendo sob a Bandeira Roxa e sob rodízios de CNPJ. Tal decreto tem assolado a vida de fornecedores e todos os comerciantes principalmente deste segmento, pois aqui MODA É ESSENCIAL.

 

INOVAR não tem IDADE

 

Autor: Marcus Mendonça

 

 

Inovar é a palavra em voga nos dias de hoje, se formos ao dicionário veremos que inovar significa que seria realizar algo novo ou que nunca havia sido feito antes; produzir novidades: inovou a casa; uma empresa que está sempre inovando. Inovação é algo que denota idade? Inovar é fadado apenas aos jovens?  O Nosso país tem uma cultura que novas ideias vêm de cabeças mais jovens, frescas e sem medo de arriscar, mas eu digo que tudo isso é atemporal, tudo isso independe da idade e sim da característica da pessoa.

A idade física não representa o que a pessoa é em sua idade empreendedora, pessoas jovens podem inovar bem menos do que pessoas com mais de 40 ou 50 anos, mas como saber quem é inovador? Inovador é o empreendedor com um brilho no olhar, inovador é aquele que não desiste perante uma pedra no caminho, inovador é aquele que pensa fora da caixa, inovador é aquele que pode ser aquela centelha que uma empresa precisa, ou até mesmo uma startup, um microempreendedor individual por exemplo com uma ideia revolucionária poderia ser um grande realizador de uma inovação, óbvio que tudo precisa de uma maturação, de um tempo certo, de um apoio, inovação é um conjunto de alicerces que devem ser colocados em conjunto, mas nenhum deles se restringe a idade do inovador.

Mas, vamos mais a fundo nesta ideia: Quando uma pessoa é entrevistada ela deve ser entendida pela sua capacidade de querer, e não pelo seu tempo de vida, se os recrutadores forem logo pelo tempo de vida eles podem perder a centelha que pode mudar uma empresa, ideias como vimos independem da idade física, mas muito da sua construção mental, da sua capacidade de criar e evoluir, tivemos na história vários exemplos de pessoas com uma idade avançada, de acordo com o mercado, e que mudaram o mundo e conceitos, imagine se eles se tivessem na mente que inovar é para jovens? Não teríamos pessoas como:

Henri Nestlé – Nestlé – Inventou a Farinha Láctea aos 52 anos.

Joseph A. Campbell – Sopas Campbell’s – Abriu a primeira fábrica aos 52 anos

John Pemberton – Coca-Cola – Inventou o refrigerante aos 55 anos.

Charles Flint – IBM – Criou o grupo de tecnologia aos 61 anos.

Harland Sanders – KFC – vendeu a primeira franquia aos 62 anos.

Ray Kroc – McDonald’s – Instalou a rede de fast food aos 52 anos.

O Mundo precisa de ideias, e de ideais, o processo criativo pode vir de pessoas que já experimentaram de tudo e que com isso amadureceram. por isso devemos sempre levar nossos sonhos adiante, devemos sempre trazer para a luz tudo que achamos que pode mudar nossa vida e provavelmente a vida de todos. Uma vez disse Disney, que foi um grande visionário e inovador em todos os momentos da sua vida, que toda a ideia tem 100% de fracasso se ela fica apenas no papel, e concordo com isso, por isso não se prenda na sua idade, se agarre na sua ideia.

Portanto podemos dizer sem medo de errar, que inovar é sim para jovens, mas jovens de espírito, que na idade nada fala, mas que na atitude e na força criativa geram um ecossistema muito mais evoluído.

deixo aqui uma frase final: SER JOVEM É SER UM POÇO DE IDÉIAS.

Ponha em prática tudo o que aprendeu, ponha em prática sua capacidade de inovar. Seja um inovador de 40, 50, 60, 70 e além.

 

 

Como evitar os impactos do isolamento provocado pela pandemia?

Autora:  Thauany Barbosa

 

A pandemia do novo coronavírus pegou o mundo de surpresa e nos obrigou adaptarmos a uma nova rotina. Da noite para o dia, as empresas tiveram que adotar o regime de home office, com as escolas fechadas, o ensino passou a ser à distância. Não só o dever foi afetado, mas a nossa diversão também; parques, cinemas, teatros e áreas de lazer fechadas nos levou ao confinamento forçado e isso afetou a saúde de todos. Adultos, crianças e adolescentes, sem distinção, foram afetadas física e emocionalmente pela pandemia.

Buscando entender o que podemos fazer para minimizar os impactos dessa nova rotina, a NeTe conversou com o médico Gilberto Ururahy, especialista há 40 anos em Medicina Preventiva. Ururahy explica que as principais mudanças para uma saúde mental e física saudáveis é a criação de uma rotina adaptada, principalmente neste momento crítico de afastamento social gerado pela pandemia de COVID-19.

Como Presidente do Conselho de Medicina e de Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Ururahy tem observado, desde o início da pandemia, significativas mudanças metabólicas em seus clientes, atreladas principalmente a uma alteração na saúde emocional. Ururahy é sócio da MedRio Check-up – juntamente com o dr. Galileu Assis -, clínica líder brasileira em medicina preventiva check-ups médicos, tendo entre seus clientes empresas multinacionais que visam o bem-estar dos seus profissionais.

Um dos sintomas apresentados por eles, segundo o médico, foi o aumento da insônia, que passou de 18% para 35% da população, resultado de uma preocupação no âmbito dos serviços home office. Além disso, durante esse período, o excesso de peso corporal também foi observado e de forma brusca passou de  67%  para  80% da população brasileira, o que segundo ele, é a consequência de uma alimentação baseada em comidas rápidas e prontas. Por isso, ter uma rotina adaptada em casa neste momento de  isolamento social é a principal mudança para se combater os diversos impactos causados pela pandemia, como o sedentarismo.

Tendo a análise como parâmetro, um dos principais resultados gerados pelo isolamento em seus clientes foi também o estado de incertezas em relação ao futuro ocasionando assim, o aumento do estresse, fruto principalmente da necessidade que o indivíduo tem em se adaptar às novas mudanças. “O nosso físico, sem dúvida, também sentiu a pandemia”, afirmou Gilberto Ururahy. Por tanto, é devido a esses problemas que a necessidade expressa de buscar uma nova rotina dentro do cenário atual tem que ser levada a sério, pois a prevenção ainda é o principal caminho.

Diante desta perspectiva, é possível observar um aumento de doenças crônicas, principalmente as que envolvem a alimentação, como Hipertensão, Obesidade e Diabetes.  “É neste momento de relaxamento que se observa as sequelas do pós-covid-19 nos profissionais, ou seja, o advento de doenças silenciosas,” explicou o médico. Para ele, a privação do mundo sociável fez com que muitos pacientes deixassem de realizar seus acompanhamentos médicos por medo de saírem de casa, e neste cenário, a falta de informação começa a gerar problemas permanentes, levando até mesmo a arritmia cardíaca e ao aumento da pressão arterial.

Por isso, manter uma rotina baseada em atividades físicas regulares, criação de uma rotina saudável dentro de casa, incluindo períodos de lazer, e horários adequados para as tarefas profissionais é o principal papel para manter a saúde em dia durante a pandemia.

Segundo ele, é importante que neste momento as empresas cuidem de seus funcionários, promovendo atividades de socialização, como happy hour online, estimular o profissional a organizar horários para as tarefas da empresa dentro de casa e horários para o lazer em família e até mesmo estabelecer programas que incentivem a alimentação saudável,  despertando assim, o exame médico preventivo para se conhecer o fator de risco.

Para Gilberto Ururahy, o excesso de acúmulo de trabalho, estresse e também a preocupação é, sem dúvidas, o fator principal de uma saúde prejudica, o que pode potencializar as doenças crônicas aqui evidenciadas ainda mais neste momento de pandemia. “A única vacina natural ainda é a prevenção e uma rotina de exercício físico,” concluiu o médico.