Uma Bioquímica no RioInfo

Autora: Katia Aguiar

 

Minha relação com o RioInfo começou há 13 anos atrás, em 2008.

Sou bioquímica, iniciei vida profissional em laboratório e acabei trabalhando com negócios no setor de biociências.

Apenas para contextualizar, bioquímica é a ciência que estuda os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos. Meu universo estava ligado diretamente à vida e suas inovações.

Em 2008 participei de uma missão prospectiva Sebrae a alguns Parques Tecnológicos em Portugal. Deveríamos visitar os modelos de processos e projetos de inovação, e à época, a maioria dos Parques Tecnológicos de Portugal eram dos segmentos de TI e Biotecnologia. Assim nos juntamos.

Não nos conhecíamos muito, mas a percepção de parcerias em negócios, a química foi fácil, se me permitem o trocadilho. Trouxemos na mala, várias ideias. Algumas foi possível implementar, outras não.

Mas o que funcionou de fato, foi a liga feita. A famosa “interatividade” tão falada no setor de TI, servia perfeitamente ao meu universo da biociência. Iniciava ali a minha aproximação com o grupo RioInfo, um dos maiores eventos de tecnologia brasileiro. Um evento já tradicional no Rio de Janeiro.

Minha constatação óbvia então, foi de que o setor de tecnologia era transversal. Teríamos a famosa “TI” para o agronegócio, para a biotecnologia, para a saúde, para energia, meio ambiente, e por ai vai. O núcleo gestor RioInfo começava a falar sobre isso.

Comecei a participar com mais atenção aos conteúdos e painéis disponibilizados no RioInfo. Claro, havia uma parte “raiz”, que não era tão próxima do meu universo. Mas vários conteúdos começaram a fazer sentido pra mim. Falavam como eu, de inovação. Começamos a realizar projetos conjuntos.

A cada ano fui me aprofundando, percebendo cada vez mais, que este universo era sim, intrinsecamente relacionado ao das Biociências e outros setores. Então cada vez mais a aproximação foi crescendo de forma natural. Orgânica.

Falava-se de tecnologia, de negócios, de formação, de sociedade. De vida.

Ao mesmo tempo, observava que poderia também colaborar um pouquinho com RioInfo, incorporando algumas características da biociência. Algumas formas de observação, linhas de inovação, de negociação.

E foi assim que me tornei, com muito orgulho, uma das Coordenadoras do RioInfo.

Recentemente percebi com grata surpresa, que agora esta famosa “Transformação Digital” que o mundo foi forçado a absorver rapidamente por conta da pandemia, para mim foi até mais natural do que eu pensava.  A proximidade, a interatividade com o grupo da tecnologia me deram isto de presente.

E como dizem por aí, as inovações tecnológicas vão determinar mudanças nos seres humanos. Será?

Tecnologia &, inovação, ciência, fazem cada vez mais parte do mundo dos seres humanos. E não conseguimos perceber nosso universo sem a tecnologia.

A ciência hoje já consegue imprimir corações, fígados em 3D; por meio de drones se consegue monitorar plantas individualmente, coletando informações, permitindo acompanhamento por regiões, identificando e corrigindo problemas pontuais em uma lavoura.

Cada ano que passa aprendo mais com os conteúdos do RioInfo. Com os painéis diversificados de alto nível.

Então deixo aqui uma mensagem a você que me lê: nunca diga nunca!

Esteja sempre aberto para novas possibilidades. Mesmo que estas pareçam não ter nada a ver com sua expertise. Vale ressaltar que não falamos aqui de especialistas ou generalistas. Isto é papo para um outro artigo.

Apenas te digo – não se feche a novos universos. Eles poderão ser mais próximos do que você imagina!

Pode acreditar… Papo de uma bioquímica no meio da tecnologia.

 

Katia Aguiar – bioquímica formada pela UFRJ, consultora de negócios em bioeconomia, empreendedorismo, inovação. É mentora de negócios e especialista em captação de recursos. Coordenadora RioInfo e uma das fundadoras da NeTe.

Servidor Público Pode Abrir o Próprio Negócio?

Autor:  Marcio Cerbella Freire

 

De imediato a resposta é Sim, pode!

No entanto existem alguns senões, e se o leitor tiver essa intenção e for servidor público, é importante tomar alguns cuidados. Ter uma empresa não é impedimento para assumir um cargo público, mas é preciso observar algumas exigências.

De acordo com a Lei nº 8.112/90, o servidor público federal é proibido de ser sócio gerente ou seja aquele administrador que responde legalmente por qualquer tipo de empresa, já na qualidade de sócio, seja por cotas de sociedade limitada ou como proprietário de ações não existe esse impedimento.

Portanto na condição de sócio cotista ou como acionista é possível fazer parte de um negócio, mas algum dos sócios deverá assumir o papel de sócio gerente, mesmo que esse sócio seja possuidor apenas de uma pequena parte da empresa. Lembrando que para o funcionalismo público estadual ou municipal é fundamental estudar a legislação local pertinente para evitar problemas ao participar de uma empresa.

Completar o salário participando de um negócio usando seu tempo disponível portanto pode ser um caminho a se pensar e possível se você for um dos sócios de uma determinada empresa colaborando com a mesma da forma que lhe for possível, ao optar por isso uma boa prática é que todos os sócios do negócio independente de serem gerente ou não tenham uma remuneração pré-definida e combinada de comum acordo entre os sócios.

Entretanto se você ainda não é servidor público e se sente inseguro ao participar de concursos por conta da instabilidade que vem ocorrendo para contratação de novos funcionários públicos, um bom caminho é começar a pensar em ter o seu próprio negócio e se tornar dono da sua estabilidade, do seu destino e do seu tempo.

Os concurseiros de plantão que estão vendo as chances de novos concursos com promessas de ótimas remunerações diminuírem a cada dia cabe também enxergar novas portas e oportunidades que se apresentam diante das necessidades da vida cotidiana atual e do momento conturbado e complexo que a atual economia vive. E portanto conquistar novas competências, participar de treinamentos, optar por novas carreiras mais especializadas pode ser o caminho tanto para se encontrar um espaço no tão sonhado serviço público como para obter sucesso no ambiente empresarial.

Ao abrir ou participar de uma empresa fundamental é se preparar para isso, fazer um estudo de viabilidade técnica comercial financeira, identificar as oportunidades, saber se existem clientes dispostos a pagar pelo produto ou serviço que você pretende oferecer, tudo isso é de extrema importância para que a sua empreitada não gere apavorantes decepções e frustrações que muitos de nós já ouvimos falar sobre pessoas que optaram por ser dono de uma empresa.

Concluindo seja qual for a sua opção, participar de concursos para se tornar um funcionário público, ou abrir um novo negócio o principal investimento que você pode e deve fazer é investir em si mesmo,  buscar novos aprendizados, competências, participar de treinamentos, ler novos livros, conhecer tudo do ambiente em que você pretende se inserir.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Como Aprender com o Negócio Fracassado?

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Quando um negócio não dá certo? Essa é uma pergunta que todos nós gostaríamos de responder precisamente. Muitos são os fatores que podem levar um negócio ao insucesso, no entanto esses normalmente não são levados em consideração na decisão ou iniciativa de se constituir uma empresa, o fracasso é muitas vezes uma consequência dura da falta de preparação e planejamento, mas faz parte da jornada do empreendedor, tudo que ocorre ao longo desse caminho pode ser aproveitado, inclusive o fracasso.

Procurar encontrar os motivos e fatores que levaram a essa situação identificando e anotando, funciona como preparação e construção do conhecimento para novas oportunidades.

O primeiro grande aprendizado é saber identificar o que levou a esse estágio, fazer isso de forma isenta sem deixar que a emoção tome conta, errar é uma dor  insuportável para algumas pessoas, mas o comportamento empreendedor pressupõe estar disposto a isso, quando participamos de uma brincadeira de acertar o alvo em movimento nosso mindset  está sintonizado da seguinte forma: preparar, mirar e depois atirar, é justamente aí que chegamos na situação de fracasso pois o mais correto seria se preparar sempre, atirar e depois mirar, ou seja ajustar aquilo que deu errado ao longo do caminho, mas para isso é necessário monitorar constantemente os resultados e as ações que vêm sendo realizadas para que ao primeiro sinal de erro o ajuste possa ser feito e o resultado melhorado.

Uma dica é buscar ajuda para analisar os números do negócio identificar os possíveis erros de planejamento, ou ações que levaram a esse insucesso. Lembrar que esse é apenas um ponto de parada da sua jornada não deixar, que ele trave suas metas e seus sonhos. É natural que depois disso o medo tente nos impedir de sofrer novamente as mesmas consequências, isso não é ruim, pois isso ocorre para nos proteger, mas em algumas pessoas causa um travamento capaz de impedir uma nova empreitada.

Necessário portanto investir em vencer esse medo ou pelo menos aprender a agir independente da existência dele, para isso uma ótima ideia é procurar aumentar a autoconfiança por meio da autoeducação, procurar treinamentos cursos, ou ainda ajuda especializada, coaching consultoria ou mentoria, vão permitir que você não fique estagnado apenas sofrendo com a situação em que você se viu, use para isso a ideia que enfrentar o inimigo que você já conhece é muito mais fácil do que enfrentar o desconhecido, quanto mais você conhecer ou souber informações de sua nova empreitada mais segurança você terá, algumas ferramentas que você pode usar são a construção de metas SMART, elaboração do quadro de modelo de negócios, plano de ação dos primeiros passos para alcançar seus objetivos, entre outras, mas cada uma delas demanda um esforço de aprendizado, é bom saber que sem dor ou algum tipo de sofrimento, pouco provável será chegar ao sucesso em qualquer coisa, usar essas experiências ao nosso favor provavelmente é um trunfo na manga que deve ser muito bem utilizado.

Para que uma empresa ou negócio seja bem sucedido algumas etapas precisam ser cumpridas a primeira delas é entender quem é o cliente.

A partir daí identificar se o produto ou serviço que será entregue atende objetivamente as necessidades desse cliente, saber calcular o preço do produto ou serviço, entendendo se o cliente está disposto a pagar por esse preço, além de agregar o máximo de valor ao que você já entrega, são parte dessa etapa.

Na sequência fazer um estudo de viabilidade do negócio, entendendo seu posicionamento no mercado e possíveis alterações para o seu crescimento. Fundamental que antes de sair do papel ou apenas da ideia, os idealizadores devem ter uma visão o mais completa possível de como será a empresa e como ela deverá atuar, da onde vem as suas receitas e as suas principais despesas, quais são as possibilidades de parceria que podem ser feitas para que o fluxo de despesas e receitas seja adequado e gere lucro.

A grande dica final é aproveitar tudo pelo que se passar e se preparar sempre para vencer os desafios, testar, treinar, monitorar, corrigir, pesquisar, aceitar a crítica e usá-la ao seu favor, com essas ações no mínimo o próximo fracasso será bem mais suportável, mais provável ainda é que ele nem sequer ocorra e que venha sim o tão esperado sucesso!

Kai, ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Comercial 4.0, o Que se Pode Automatizar, se Automatiza.

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

O que uma máquina de refrigerante tem a ver com pré-vendas?

Imagine que você está com muita sede e sabe que precisa beber algo… Olha em volta e acha uma máquina de refrigerantes.

Você vai até ela…

Chegando, você fica sabendo que, além de 4 opções de refrigerante, pode comprar água, também. Que é a primeira opção para, de fato, matar a sede. Não é mesmo?

Para decidir, você pondera algumas coisas:
– O que eu quero/preciso comprar?
– Quantos ml tem cada produto?
– Quais os preços dos produtos?
– Eu tenho o dinheiro suficiente na carteira?
– Aceita débito?

Na máquina, estão algumas respostas, como preços, ml de cada produto e formas de pagamento possíveis.

Mas a máquina também conta com uma super propaganda da Coca-Cola e você conclui que, entre todas as opções, é ela que vai matar a sua sede.

Moral da história:
Pré-vendas é isso! Juntamos a sede com a vontade de beber e colocamos pessoas dispostas a consumir seu produto/serviço, sabendo que é a sua solução que ela precisa.

E o legal é que eu tenho uma máquina de pré-vendas para te mostrar.

ESTAR NA MENTE DO CLIENTE é muito importante. A automação ajuda a colocar A SUA MARCA no topo, em vermelho e com luz neon!

Me conta, você automatiza seu processo de vendas?

 

Patrícia Carrasqueira  – Representante de vendas na Sua Visita

Autoestima o Segredo do $uce$$o

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Confiança Criativa nos Negócios.

Sucesso no sentido de se conquistar um objetivo, ou algo muito desejado pode representar situações diversas em relação ao estado emocional, o segredo para que o sucesso não seja efêmero, nem fator gerador de distúrbios emocionais, está relacionado a outras duas palavras do nosso vocabulário, autoestima e confiança.

A autoestima é a forma que o indivíduo enxerga a si mesmo, representa o grau de satisfação que tem consigo mesmo, com suas atitudes, seus comportamentos, seus hábitos, sua convivência social, sua aparência, entre muitos outros fatores. Quanto maior for esse fator, mais provável será um bom equilíbrio emocional. Nesse caso provavelmente o seu organismo responderá melhor ao alimento que ingere e a vida que leva, permitindo inclusive uma aparência mais jovial e consequentemente adequada com a expectativa gerada.

Estar satisfeito consigo mesmo é o pilar de apoio mais importante da autoestima. É claro que conquistar nossos objetivos nos fortalece, mas esse não é o único combustível da autoestima. O simples fato de saber que fizemos o nosso melhor, que fomos capazes de utilizar bem as nossas habilidades, já é uma fonte de satisfação, mesmo quando não alcançamos os resultados que planejamos.

Olhando por outro ângulo, o sucesso pode por exemplo trazer consequências inesperadas ao seu eu, que o leve a incertezas, insatisfação e angústias, por exemplo, o sucesso algumas vezes traz uma exposição exagerada da imagem pessoal, pode ser que você  não se sinta confortável com isso ou que até mesmo sofra, essas situações podem diminuir o seu grau de autoestima estando  inclusive relacionadas há uma baixa na auto confiança.

Caso exista alguma área de nossa vida em que ainda não estamos utilizando de forma satisfatória nosso potencial de ação, podemos nos esforçar e transformar essa realidade. A solução depende de nossa ação! O comprometimento com nosso desenvolvimento e melhoria vai determinar o fortalecimento, ou a diminuição de nossa autoestima.

O problema é que mesmo as pessoas com autoestima elevada e que expressam confiança, costumam enfrentar altos e baixos. Esse desconforto acontece quando o indivíduo se sente deslocado em certos grupos de convivência onde está inserido ou vive situações diferentes do que está acostumado. Encarar o sucesso portanto, demanda conhecimento de si próprio, entender quais  são os componentes formadores da sua personalidade, para entender e dominar as reações prováveis a esse estado de coisas e suas consequências.

Investir na autoeducação, em outras palavras, aumentar as suas competências, vivências e aprendizados, permite um alto nível de segurança em tudo que se faz, além de dar subsídios ao conhecer de si mesmo.

Esse investimento em autoconhecimento é que estabelece a confiança em si mesmo, quanto mais confiança se tem melhor serão as respostas dadas as situações que a vida lhe apresentar, sejam elas agradáveis ou não, tornando mais felizes os seus resultados.

Ter sucesso com felicidade, harmonia e equilíbrio emocional, além de ser objeto de desejo de muitos, é também promotor do alto nível de autoestima, aumentando, portanto, a confiança própria, e o grau de acerto nas respostas e reações que necessitar escolher, o que irá te levar novamente ao caminho do sucesso gerando um círculo virtuoso infinito, sobre a tríade: + Autoestima + Confiança + Sucesso.

Ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

Obs.: Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: palavra também de um dialeto de uma tribo africana que significa “fazer algo mesmo quando estamos andando”

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Vou Te Enviar um e-mail, OK?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Vou te enviar um e-mail, ok? Me passe seu número, para falarmos melhor? Vou deixar um recado no seu WhatsApp, tá bem?
O combinado não sai caro, quando o Comercial respeita a LGPD.

O SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), diz que:
“O titular (dono dos dados) deve concordar, de forma explícita e inequívoca, que seus dados sejam tratados.”

Na realidade do Comercial, devemos sempre deixar claro quais são “as regras do jogo”, ou seja, se o potencial cliente lhe passa seus dados ou da empresa, você deve informar o que pretende fazer com as informações e conseguir seu consentimento.

No LinkedIn, por exemplo, conduzo a prospecção enviando um pedido de conexão com uma mensagem já explicando como a Sua Visita pode ajudar empresas a vender mais e pergunto se podemos falar mais a respeito.

Ao aceitar, a nova conexão já sabe qual é o meu objetivo.

Depois, envio uma mensagem de agradecimento e continuo o assunto, já tentando agendar uma reunião.

As pessoas que respondem positivamente, geralmente, me passam dados como e-mail e/ou telefone.

É quando eu explico o que vou fazer com estes dados e busco um ok, antes de executar uma ação.

Este é um exemplo de respeito à LGPD.

Me conte quais os cuidados que você e sua empresa têm para respeitar os dados coletados.

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

 

A Utopia Realmente Existe Quando Pensamos em Cidades Mais Inteligentes?

Autor:  Prof. Dr. André Luis Azevedo Guedes – Smart Cities Expert – UFF/UNISUAM

 

O que desperta interesses e curiosidades de empresas do porte como: Accenture, Cisco, Samsung, Huawei, Nokia, Ericsson, Qualcomm, Tesla, Enel X, Bosch, Volkswagen, ABB, Apple, Amazon, Microsoft, Google, IBM, Claro, Deloitte, Vivo, Nvidia, TIM, dentre outras, para as cidades inteligentes?

Os projetos de Smart Cities são reais no Brasil e no mundo. O olhar aguçado das grandes corporações e a variedade de financiamentos internacionais disponíveis podem ser citados como molas propulsoras deste novo mercado, um novo oceano azul, já tradicionalmente conhecido pelas visões de inovação dos autores Mauborgne e Kim.

Fontes de recursos como a União Europeia (EU), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (IADB/BID), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), o Banco Mundial (World Bank Group) traz às empresas e aos governos um novo desafio: como as corporações que atuam nos Estados e Municípios devem modelar seus “business cases” para atender um mercado estimado em bilhões de reais e que pode gerar melhoria real na qualidade de vida das populações?

A conexão entre o global e o local – também chamado por mim, carinhosamente de GLOCAL – é uma janela única de oportunidades, pois todos se digitalizaram em algum grau, uns mais e outros menos, assim como as organizações. Diante desta digitalização “forçada”, o mercado baseado em tecnologias digitais cresceu exponencialmente e as empresas deste setor foram e ainda são as que mais crescem.

Vivemos uma pandemia, mas é na baixa dos preços para investimentos no Brasil que há a entrada de recursos estrangeiros para aqueles que se planejam, seja no caso da iniciativa privada ou dos governos em seus diversos âmbitos para prover melhor qualidade de vida.

É sabido que que as cidades mais inteligentes são feitas de pessoas e não são compostas exclusivamente por novas tecnologias, mas também por uma agenda sustentável integrada, em linha com o conceito de “environmental, social and corporate governance” (ESG), além da Agenda 2030, aonde os países signatários das Nações Unidas (ONU) deveriam estar engajados no seu cumprimento.

A latente viabilização das tecnologias 5G tendem a aumentar a pressão pelas Smart Cities, pois apesar de não ser um processo simples, há carências de coberturas em muitas áreas geográficas que precisam ser atendidas pelo tradicional 3G ou 4G.

Como nos portarmos neste cenário? Considero que as tecnologias só possuem serventia se forem aplicadas para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

Neste ponto, as grandes empresas começaram a perceber valor nestas soluções, afinal, todos nós desejamos um transporte mais rápido e limpo, mobilidade eficiente, uma saúde pública de qualidade, a constante medição dos riscos urbanos, um planejamento urbano conectado as melhores práticas internacionais e que gere crescimento local, observadas às questões estratégicas e de governança.

O futuro é agora. Como reimaginar nossas cidades e empresas diante de tanta destruição trazida pela pandemia? Se pudesse opinar, apostaria na educação e na inovação da infraestrutura considerando uma retomada econômica, com planos e ações de curto, médio e longo prazo.

 

A Tendência do Varejo com Ominchannel

Autor: Daniel Vilela -CEO & Founder/ ACV Solutions Ltda/ dvilela@acvsolutions.com.br

 

Olá pessoal, estamos aqui de volta com nossa postagem mensagem sobre a tecnologia no Varejo e hoje vamos iniciar nossa série de tendências e tecnologias que são capazes de destrancar todo o potencial do setor. Iniciaremos com uma das tendências mais impactantes atualmente: o Omnichannel.

Mas afinal o que é Omnichannel?

Omni é uma palavra do latim que significa “tudo” enquanto channel, do inglês significa “canal”. Na prática sugere uma integração entre os diversos canais de contato com o cliente (canais físicos ou offline e canais digitais ou online) para oferecer ao uma experiência de consumo unificada.

Exemplos de canais que o cliente poderia experimentar são: compras online, compras em estabelecimento físico, compras em marketplaces terceirizados, compras na loja com realidade aumentada, realidade virtual, chatbot, etc.

OmniChannel não é MultiChannel!

Muita gente confunde, na realidade dois conceitos. Multicanal, como o próprio nome sugere, é uma estratégia de alcance aos consumidores em diversos canais de comunicação, como a venda por e-commerce, venda em estabelecimentos físicos, venda através de redes sociais, etc. As empresas que praticam o multicanal fazem isso, na realidade, de maneira descentralizada, de forma que o relacionamento com o cliente é diferente em cada canal. Seria como se você fosse a um estabelecimento físico e não encontrasse os mesmos produtos ou muitas vezes com preços até diferentes do e-commerce. Além disso, o relacionamento estabelecido não segue o mesmo padrão de análise. O varejista físico não tem, por exemplo, acesso a informações de compras anteriores no e-commerce.

O omnichannel, considerado, portanto uma evolução no relacionamento com o cliente, mantém tudo conectado em uma mesma base de relacionamento. É como se você entrasse em uma loja física, conseguisse interagir com Realidade Virtual ou recebesse indicações de produtos que combinem com as últimas peças que você adquiriu por e-commerce. Fantástico, não é mesmo?

E QUAIS SERIAM OS BENEFÍCIOS?

O Omnichannel bem implementado requer dedicação e recursos. A transformação empresarial para a migração para este modelo requer esforços processuais, ferramentais e de pessoas.

Os benefícios, entretanto, são imensos.

Em primeiro lugar o negócio assume verdadeiramente o consumidor como ponto central. Desta forma o atendimento se torna mais eficiente e customizado ao perfil de cada consumidor. As informações, como são centralizadas, são mais confiáveis e acessíveis. Os custos operacionais são reduzidos pela eficiência logística e engajamento maior do cliente. A marca, sobretudo, se fortalece.

Então, gostou?

Deixa aqui o seu comentário. Tem dúvidas? Escreve aqui! Tenho certeza que compartilhar é a melhor forma de todos alavancarmos negócios no nosso país!

Até a próxima!!

Fatores Positivos num Cenário de Transformação

Autora: Claudia Wilson – CEO da BeezStudio, estratégias para aumento de competitividade de negócios

 

As oportunidades existem e estão sempre por todos os lados. Há momentos que são maiores, e momentos que são mais difíceis de se identificar, isso dependo do angulo que se vê.

Observando o cenário atual, vale destacar que a Globalização é uma oportunidade que se faz presente a cada dia mais. Num passado próximo os ambientes de negócios eram concentrados, quando se acredita que colocando todos os ovos numa mesma cesta os riscos eram menores e os ganhos melhores. A matriz de risco se mostrava favorável para esta estratégia.

No cenário presente, os fatores se alteraram, sim, comum, afinal o mundo é dinâmico, organismo vivo em constante transformação, antes fatores de baixo risco se transformaram em alto risco.

Um dos principais fatores que se alteraram no cenário atual é que o mercado é para todos. Sim, no momento atual, diluir os riscos em vários mercados se apresenta mais seguro.  Os negócios que se concentravam em alguns poucos players se apresentou ser de alto risco. O mundo se viu reféns de poucos fornecedores.

A diversificação é a estratégia chave global, e este cenário, para as empresas brasileiras, é excelente. Antes as empresas brasileiras nem ao menos eram consideradas, devido a um ambiente de negócios de alto risco, agora as empresas brasileiras são consideradas nas negociações. Ambientes de negócios de alto risco eram imediatamente descartados, atualmente dependendo da estratégia, outros fatores além do ambiente de negócios são considerados. Outro fator interessante é a questão do valor da moeda, o valor do Real, em alguns, cenários se mostra um fator de competitividade elevado.

Neste cenário as empresas brasileiras passam a ter mais oportunidades em mercados internacionais.

Ah, as empresas brasileiras estão preparadas para este novo cenário de oportunidades? O que você acredita??

Isso é um outro assunto que poderemos abordar numa próxima oportunidade.

“Todos os negócios podem melhores seus resultados”,

Estamos na Era dos Dados

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

E, quem sabe trabalhar dados, e o faz com ética, consegue se diferenciar no mercado.

• O que a sua empresa faz com dados de clientes e prospects?
• Você usa os dados respeitando os limites da LGPD?
• Os dados que estão em seu poder, possuem autorização de uso?
• O “dono” dos dados sabem que você os detém e o que serão feitos?
• De algum modo, ele autorizou o uso?

Estas e outras perguntas podem ser respondidas por um profissional de BI (Business Inteligence), ou Inteligência de mercado.

Este profissional é o que vai minerar dados, cruzar informações e tirar conhecimentos para tomada de decisão.

Ele também capta dados do mercado e da concorrência. Identifica os movimentos e tem insights que ajudam na condução das ações.

Uma frase que morri de rir, mas é a pura verdade é: “aperte o dado até ele confessar.”

Como a sua empresa se comporta na Era dos Dados? Você tem uma área ou profissional nessa área? Já pensou em ter?

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita