Nada é Impossível Charlie

Autor: Marcio Cerbella

 

Estava assistindo novamente a 2ª versão do filme “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (Charlie and the Chocolate Factory – adaptação do livro – 2005) e fiquei encantado com a força de algumas frases (8,5) e por isso resolvi dividir essa reflexão com nossos leitores, a começar pelo título do post:

1) “Nada é impossível Charlie” dita por uma de suas avós.

Essa é uma frase relativamente comum, mas o que podemos fazer para transformá-la em realidade, principalmente, quando a lógica e os fatos a tornam aparentemente impossível?

Uma vez ouvi dizer que quando pensamos alguma coisa e de alguma forma a visualizamos, podemos construi-la ou conquistá-la, e cada vez mais acredito nisso… Portanto algo só se torna impossível quando paramos de acreditar e de agir para que se transforme em REAL.

Devemos seguir o exemplo do Charlie, que buscou o conhecimento (pelo avô) recebeu com alegria as poucas chances, que tinha, aproveitou as oportunidades esperadas e não esperadas, analisou os fatos e principalmente respeitou valores como moral, ética, respeito, solidariedade e família. Apesar de ser ficção, as atitudes do Charlie diante do fantástico mundo do exótico Willy Wonka fazem parte das principais características comportamentais empreendedoras!

2) Existe muito dinheiro por aí e imprimem mais a cada dia, como você pode trocar uma coisa tão comum como o dinheiro por seu bilhete dourado?

E não é isso que fazemos o tempo todo? Trocar dinheiro por nosso bilhete dourado… E leia-se por bilhete dourado, nossas convicções, nossos valores nossas idéias, etc… Será que vale a pena? Você pode mais!

2,5) Você é burro? Não, então tire a lama das calças.

Se respondemos não a essa pergunta, é porque estamos dispostos a manter nosso bilhete dourado e transformá-lo no que for preciso para tornar o nosso presente ainda melhor! E aí é só uma questão de tirar a lama das calças e sair do lugar, para transformar sonhos em realidade e idéias em solução!

3) Nunca deixe se instalar a idiotice no seu lar!

Nem no seu negócio, ou trabalho! Não podemos permitir que passa tempos fúteis roubem o nosso tempo e os nossos propósitos. Basta pensar um pouquinho para verificar isso, e evitar esse hospede inesperado!

4) Para cima e além!

Sempre quis falar isso, melhor continuo querendo, mas agora já comecei a subir, e o complicado está sendo não parar, pois ainda existem o medo a insegurança… Bom mas já aprendi a me defender, a usar os truques que motivam e não me deixam parar (pesquisa, conhecimento, contatos, atitude, diversão, etc.).

5) Mas é feito de vidro, vai quebrar em mil pedaços!

 

(elevador de vidro)

Bom, mas apesar de ser de vidro posso ter outras soluções, inovações… o vidro pode ser inquebrável, o elevador, pode ter um jato acoplado, ou estar ligado a um trilho seguro….

Também poderia ter saído do elevador antes de ir para cima e além!

Mas como já dizia o Prof. Pachecão:

“O mundo é dos loucos, Uhrruuuuhhhh!”

6) Eu não deixaria minha família por nada, nem por todo chocolate do mundo!

Isso é certo, e voce?

7) Voce está certo do que quer?

Só sei que se eu tiver essa certeza, não será a toa, nem por prepotência, e aí não tem IMPOSSÍVEL(não é Charlie?)

8 ) O que faz voce se sentir melhor quando está péssimo?

– A família, eles só exageram na hora de proteger, porque amam voce!

SIM! Entenda isso e voce terá sempre soluções no lugar de problemas!

Bom, peço desculpas por meu momento Willy Wonka, e espero que esses devaneios sejam úteis para todos de alguma forma!

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Kai: “Kai é realizar tudo que se sonha, é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: “fazer algo mesmo quando estamos andando”

Márcio Cerbella Freire  –  Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação (UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

 

4 Mitos Sobre Empreender.

Autor: Marcio Cerbella

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Resumo: Algumas questões e mitos sobre empreendedorismo, precisam ser tratadas, afinal quem é esse ser, o tal do empreendedor? Aqui contamos um pouco mais sobre verdades e oportunidades do universo do empreendedorismo construindo a confiança criativa.

Mito 1 – Em épocas de crise, muitos que trabalham com empreendedorismo sempre falam que a melhor coisa a se fazer é inovar. Inclusive até fazem um trocadilho quando afirmam que “tire o ‘s’ da crise que vira crie”. Mas sabemos que a fórmula não é tão simples assim e que o início é de muitos percalços e apertos. Em geral, qual é o modelo ideal de planejamento para alguém que quer iniciar algo do zero?

O modelo ideal é aquele que se adequa ao dono, uma ótima ferramenta para ajudar na construção desse modelo, é o CANVAS (quadro do modelo de negócio), que permite um desenho dinâmico do negócio e convida a inovação em cada uma de suas etapas, entre os seus 9 blocos destaco dois, público-alvo e proposta de valor. Dica certa para promover o negócio é saber se as pessoas precisam do que será entregue, se estão dispostas a pagar por isso e como encontrá-los. Conhecer quem é o cliente e quais são os valores que ele necessita permite a construção de um planejamento certeiro. Mas é importante não confundir valor com preço, valores são as necessidades ou preferências pessoais dos clientes, preço inclusive, pode ser um entre muitos valores de um determinado indivíduo.

Mito 2 – Em geral, é válido fazer uma espécie de “mapeamento” das áreas profissionais para ver qual está saturada para não correr o risco de ser apenas “mais um”?

Um mapeamento é fundamental, fazer o que chamamos de pesquisa de mercado, combinada ao estudo de viabilidade técnica e comercial da futura empresa, permitirá escolhas adequadas e a criação de um modelo de negócio capaz de permitir a entrada de um novo, até mesmo em um ramo em que outros empresários já estejam estabelecidos. O segredo está em saber o máximo possível sobre quem será seu cliente e se os valores que vai entregar são benefícios para ele.

O problema não está em ser mais um e sim em fazer a mesma coisa para o mesmo público que seu concorrente está fazendo, imagine duas fábricas de bolo vizinhas, se as duas fizerem exatamente o mesmo tipo de bolo, concorrendo apenas com o preço, as duas caminharão para o prejuízo, no entanto uma pode ser especialista em bolos rápidos e saborosos e a outra em design e estilo para festas, que, no entanto, são um pouco mais demorados, mais caros, mas igualmente saborosos. As duas fábricas no último exemplo, apesar de serem do mesmo ramo, provavelmente estarão economicamente saudáveis por usarem curvas de valor diferenciadas, em outras palavras atenderão necessidades diferentes para públicos diferentes.

Mito 3 – É grande o número de pessoas que alegam não empreenderem em algo por não terem talento para desenvolver uma ideia. O que e como fazer nesses casos?

Hoje em dia se você não tem alguma competência ou talento, está cada vez mais fácil desenvolvê-los. Abrir uma empresa ou negócio não é tão diferente de quando queremos um objetivo ou sonho e vamos atrás dele com todas as nossas forças, o que podemos considerar como uma das formas de se empreender, uma empresa inclusive não deve depender exclusivamente do talento de seu proprietário, buscar informações, montar uma equipe, ou contratar uma consultoria antes de dar os primeiros passos são opções para vencer essa insegurança inicial e obter os comportamentos empreendedores.

Mito 4 – E, de fato, há gente que não tem o menor talento para tocar o próprio negócio, por mais dedicada, esforçada e até profissional que seja. Como tal pessoa deve agir diante dessa situação?

É preciso salientar que tocar uma empresa ou abrir um negócio não é como ser um jogador de futebol habilidoso, um grande pintor ou escultor, o talento não é tão importante quanto se esforçar para encontrar ferramentas, práticas e técnicas que ajudem na administração do negócio, e torná-lo viável e rentável. O acompanhamento sistemático com as ferramentas adequadas permite que mesmo sem um talento especial seja possível o empreendimento com ótimos resultados.

Se você não está disposto a adquirir essas competências administrativas, mesmo assim, pode pedir ajuda a especialistas para facilitar esse processo ou ainda contratar um ou mais administradores para desempenhar esse papel ou ainda uma empresa terceirizada, mas de qualquer forma são necessários o monitoramento e o planejamento sistemático desses atores.

Felizmente ser empreendedor demanda um conjunto de comportamentos, que comprovadamente, por instituições como a ONU, SEBRAE e outras, podem ser desenvolvidos. Mas para isso é necessário esforço que para a maioria das pessoas pode ser além dos limites.

Para quem deseja seguir esse caminho uma dica é investir em si mesmo para obter conhecimentos, competências necessárias para tal, investir mais tempo e dinheiro com o antes do que sofrer com as consequências da improvisação.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Kai: “Kai é realizar tudo que se sonha, é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: “fazer algo mesmo quando estamos andando”

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação (UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

 

Por que Ninguém Está Sorrindo?”

Autor: Márcio Cerbella Freire

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios.

Resumo: A construção da confiança criativa nos negócios passa pelo estado de felicidade das pessoas envolvidas em todas as suas fases, seja empresário, fornecedor, colaborador, cliente etc.

Em um contexto em que o desemprego e a aparente falta de oportunidades sobressaem, cada vez mais pessoas estão renunciando a sua essência, se por um lado a tecnologia oferece facilidades, por outro a impossibilidade de aquisição desses itens, ou mesmo a simples frustração de não estar normal perante as convenções e hábitos da sociedade em que estamos inseridos, torna a simplicidade de um sorriso cada vez mais distante.

Lembrando que estamos passando por uma crise de valores, onde muitas de nossas crenças foram desconstruídas de forma nem sempre voluntária ou sequer necessária. O que ocorre é que, na maioria das vezes estamos sem saber o que fazer com nossas vidas. Entendendo a palavra sucesso como realizar algo em que nos sentimos felizes antes, durante e depois de fazê-lo, percebe-se que é necessário resgatarmos nossos desejos, sonhos e valores, para que possamos caminhar rumo a ele, portanto estar feliz ou sorrindo, vem da certeza de que não estamos nos violentando e que caminhamos no sentido de nossas ideias e ideais. A situação de baixa autoestima que muitos tem se permitido encontrar, é um dos fatores para que o sorriso não seja natural. Mas se considerarmos a escolha que fazemos, a felicidade depende 100% de nós mesmos, mas isso não significa que seja fácil, ou que não demande muito esforço e investimento em autoeducação.

Se olharmos por outro ângulo qualquer crise pode ser uma oportunidade de nos diferenciarmos dos demais, uma vez que nesses momentos aumentam as necessidades e desafios para solução de problemas, se encontrarmos uma solução seremos vistos com outros olhos, além da sensação de elevação da autoestima que é promovida quando conseguimos algo assim, portanto a melhor dica é buscar nos momentos difíceis novos desafios que alavanquem o nosso crescimento. Portanto fazer o que se gosta e saber o que fazer nas mais diversas situações, são fatores que ajudam a não abrir mão do sorriso, para isso é necessário buscar informações, sistematizar processos, planejar constantemente, definir as ações a tomar e monitorar sempre os resultados para que os ajustes possam ser feitos de forma adequada mantendo o grau de satisfação das pessoas e clientes no ambiente de trabalho.

Isso pode parecer estranho, mas quanto mais desafios houver maiores serão as chances de encontrar soluções para os mesmos e consequentemente crescer e avançar, mesmo que a princípio você tenha medo, não deixe de fazer aquilo que é necessário para atingir as suas metas e objetivos, aprenda a traçá-las usando ferramentas conhecidas como SMART, ESPERTA, META, etc. Não deixe a procrastinação impedir que você comece a agir na direção de seus sonhos, muito menos seja tão perfeccionista que nunca coloque em prática aquilo que planejou, lembre-se na maioria das vezes feito é melhor que perfeito. Considere investir em autoeducação, em orientação para suas escolhas, lembre-se que em muitos casos um coach pode ajudar a encontrar novas saídas e os motivos que te levam a tão sonhada felicidade no mundo do trabalho ou negócios.

O fracasso na realização de uma determinada tarefa pode torná-lo infeliz mas lembre-se, se você escolher que sim, provavelmente isso vai acontecer, no entanto se você aproveitar as experiências, sensações e aprendizados dessa derrota, ela com certeza poderá se transformar em um grande passo para a próxima vitória, mais importante que alcançar um determinado objetivo é aproveitar a jornada realizada para se chegar até ele, tudo no caminho é aprendizado, e se bem aproveitado determina momentos de felicidade, e o somatório deles se torna um tesouro onde você poderá buscar força para vencer de forma feliz e agradável os seus próximos desafios.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação (UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

 

Equilíbrio Emocional para ter o Próprio Negócio.

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Ter uma empresa é um sonho de muitos brasileiros, mas em muitos casos acaba por se tornar um grande pesadelo, situações antes inesperadas batem à porta do empresário, enfrentá-las sem deixar que isso interfira na sua vida pessoal e social é um dos desafios, e o equilíbrio ou desequilíbrio emocional são os fatores determinantes entre as duas situações.

No mundo dos negócios normal acontecer momentos de fartura, de escassez, de euforia, de conflito, de incerteza e até mesmo de revolta, a resposta do empresário e sua equipe nesses momentos irão gerar os resultados do negócio. Imagine se na sua empresa um cliente faz uma reclamação e recebe uma resposta inadequada, isso provavelmente significará a perda dele, se ao invés disso você reconhecer a possibilidade de exitir uma falha e identificar elementos dessa crítica ou reclamação que possam melhorar o seu atendimento, é possível reconquistá-lo e até mesmo transformá-lo em parceiro. Perceba que a sua reação ou de seu funcionário está condicionada ao grau de equilíbrio emocional, mas também as competências e habilidades desenvolvidas. Quanto mais estiver preparado para administrar seu negócio, quanto mais souber a respeito dele, mais confiante estará. Essa confiança é aquela advinda do conhecimento, do preparo, do estudo, da busca de informações, da melhoria constante dos processos da sua empresa e de sua equipe, bem como do investimento em educação e técnicas pertinentes ao serviço entregue. O desequilíbrio emocional em determinadas reações cotidianas normalmente está condicionado a incertezas insegurança. Conhecer a si mesmo e o que você entrega aos seus clientes estabelece uma relação direta entre equilíbrio emocional e sucesso nos seus negócios concomitantemente.

Uma empresa é feita para atender as necessidades de um grupo de pessoas, e o empresário que entrega essas soluções recebe por isso, mas existe aí um relacionamento em que podem existir ruídos, o empresário deve estar sempre atento as necessidades e manifestações dos seus clientes, quanto maior for a intenção de entregar o melhor possível recebendo o máximo possível maior também será o grau de satisfação do cliente e do empresário, que ao mesmo tempo não deve estar apegado ao seu negócio como se ele fosse parte de sua vida, o negócio aí é apenas um meio de se obter o que se deseja. A máxima: “alta intenção e baixo apego”, por parte do empresário diminui a possibilidade de desequilíbrio emocional. Um exemplo é que muitos empresários atribuem parte do seu nome ou sobrenome como razão social da empresa, isso gera um vínculo afetivo entre o negócio e o seu dono o que normalmente gera situações em que o empresário não se permite soluções racionais e sofre emocionalmente ao tomar uma decisão que significa a interrupção dos serviços, ou até a venda da empresa, mesmo que por um alto valor, evitar essa prática diminui consideravelmente o comprometimento emocional do empresário.

Outro ponto a se considerar é o nível de autoestima em que se encontra, quanto maior for, maior será a confiança e o sucesso obtidos.

Pense que até mesmo o sucesso pode gerar desequilíbrio mais uma fórmula de vencer isso é entender que mesmo os momentos de euforia, vão passar e estar sempre pronto para o que vem depois, ver a situação momentânea por outros pontos de vista, pode permitir ao empreendedor inovações simples capazes de renovar esses momentos de sucesso, fortalecer o aprendizado e consequentemente promover um bom clima na empresa.

Quanto mais investir o tempo em procedimentos e processos para que você e todos envolvidos na empresa saibam a maior parte do tempo o que fazer, e não ser necessário o improviso, maior será a tranquilidade sua e de sua equipe diante das situações cotidianas da empresa e até mesmo das inesperadas.

Conquistar o equilíbrio emocional ou ser dono de uma empresa ou de um negócio demanda planejamento, busca de informações, acompanhamento, monitoramento sistemático, aumento da rede de contatos, da autoestima e da autoconfiança, entre outros comportamentos empreendedores. É possível desenvolvê-los participando de cursos e treinamentos, especializações ou pedindo ajuda de especialistas nas competências que você ainda não tem.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Felicidade no Trabalho é Possível?

Autor:  Marcio  Cerbella Freire

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Estar infeliz no trabalho vem se tornando a algo cada vez mais comum, cada vez mais pessoas não conseguem relacionar trabalho com satisfação ou prazer e trabalham simplesmente para obter o sustento do dia a dia, esse inclusive é um dos fatores de insatisfação que gera ou leva a essa situação. O ser humano tem por característica não querer errar, nas empresas hoje nem sempre existe uma política que permita ou até valorize o erro muito menos uma estratégia de prevenção para que erros graves não ocorram, algumas pessoas inclusive sofrem muito com o erro e esquecem que às vezes cometem o erro simplesmente porque não existe um processo adequado.

É comum inclusive pensar que felicidade no trabalho é uma utopia mas alguns casos provam que não só ela é possível como essa é uma das condições de realização e de sucesso de um profissional, mas essa construção se inicia na orientação, na escolha da profissão e se consolida a partir do desenvolvimento do comportamento empreendedor inerente aos intraempreendedores, que são aqueles que com suas atitudes e escolhas transformam para melhor os resultados da empresa.

Quando algo nos incomoda muito no trabalho impedindo nossa felicidade, podemos sempre buscar novas oportunidades, seja em outra empresa ou em um negócio próprio. Buscar informações sobre o mercado de trabalho e suas opções, dá ferramentas para escolha mais adequada de uma opção alternativa e interessante.

Na construção de uma carreira ascendente numa empresa, não existe contradição com a busca da felicidade, pois um dos comportamentos dos intraempreendedores é justamente a alegria e satisfação em todas as nossas ações, portanto estar feliz no trabalho pode ser fator determinante do sucesso profissional.

Para não cair no desânimo para encarar anos tão difíceis de crise e alto índice de desemprego como os que estamos vivenciando, devemos perceber que a crise pode ser uma oportunidade de nos diferenciarmos dos demais, uma vez que nesses momentos aumentam as necessidades e desafios para solução de problemas internos nas empresas, se encontrarmos uma solução seremos vistos com outros olhos na instituição, além da sensação de elevação da autoestima que é promovida quando conseguimos algo assim, portanto a melhor dica é buscar na crise novos desafios que alavanquem o nosso crescimento.

Uma das coisas que mais ocorre nas empresas é que as pessoas não sabem exatamente o que fazer nem os gerentes e proprietários sabem detalhes da função que precisam para empresa, muito menos os funcionários conhecem todos os processos e procedimentos necessários ao seu bom desempenho no trabalho isso provoca situações constrangedoras em que o funcionário é obrigado a tomar caminhos ou escolhas que nem sempre são adequados ao funcionamento da empresa seja operacional ou até mesmo jurídico colocando em risco a sua própria função, o que gera alta expectativa e angústia  por não saberem se estão correspondendo às expectativas pois os processos de avaliação nem sempre são os mais adequados, o que também pode gerar esse tipo de problema. Adequar informações é sem dúvida um remédio para evitar situações de angústia sofrimento na empresa buscar informações sobre a sua atividade dialogar com as chefias procurar saber o que se espera dele como funcionário e principalmente conhecer muito bem as regras do jogo da empresa as normas e procedimentos sem que isso trave ou impeça a sua criatividade. Claro que estamos falando aqui de processos internos no entanto a busca da felicidade no trabalho está muito relacionada com que efetivamente se gosta de fazer, se você exerce uma função que você sente prazer em executá-la, e entendamos prazer também pelo adequado reconhecimento, que só se dá quando você é conhecedor de todos os caminhos para atingir metas e objetivos, os sorrisos e a satisfação viram naturalmente. Perceba que é uma das suas funções escolher se  efetivamente é o melhor trabalho, se vai atender as suas expectativas de promoção de carreira, se entrega os benefícios esperados ou não. O momento do contrato de trabalho é um momento crucial onde se deve colocar em segundo plano a necessidade premente e esse pensar no breve futuro, se a atividade vai cumprir o papel esperado na sua vida de te entregar satisfação e felicidade tudo é consequência de estudo busca de informações e planejamento inclusive a nossa felicidade no ambiente de trabalho.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

 

Transformando a Crise em Oportunidade

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Entendendo crise como um momento de conjuntura desfavorável em que se vive situação anormal e grave, consequentemente de conflito, tensão ou transtorno, onde vivemos um processo de ruptura conjuntural e estrutural no funcionamento da organização, com a concomitante perturbação das normas e dos padrões que regem essa instituição, provocando importantes mudanças, podendo inclusive, afetar o a produção e a estrutura do negócio, torna-se necessário o enfrentamento dos novos desafios baseados  nos questionamentos e nas novas necessidades surgidas dessa situação.

Para passar por momentos como esse é importante que o comportamento dos líderes seja de resiliência, persistência, misturados com adaptação a mudança, auto crítica e uma pitada de criatividade. Conhecer a empresa internamente, analisar sistematicamente os resultados da empresa e as informações geradas pelo sistema de gerenciamento do relacionamento com o cliente (CRM) ajudará a encontrar respostas para entender quais circunstâncias levaram o negócio ao atual estado de coisas. Aproveitar essas informações analisando-as por outros ângulos, naturalmente leva a soluções inovadoras, que promovem  melhores resultados e em consequência novos caminhos. Situações de crise, por conter problemas com necessidade de solução, trazem a reboque oportunidades, uma vez que as mesmas saídas encontradas internamente podem ser usadas para atender necessidades dos clientes e portanto vender e faturar mais resgatando o negócio desses momentos.

Entendendo resiliência empresarial como a capacidade de passar por momentos adversos, dificuldades das mais variadas ordens, fazendo ajustes necessários e modificações no processo, mas mantendo as principais características e a essência do negócio, para que quando os fatores promotores da crise deixem de existir ela volte a ser o que era antes em termos de resultado agregando todas as experiências promovidas pelo enfrentamento das situações de crise, segue algumas dicas e sugestões para sair fortalecidos da situação desconfortável.

    1. Investir em educação, ou seja obter novas competências geradoras de oportunidade para o negócio.
    2. Realizar pesquisas internas de clima organizacional e eficiência dos processos e metodologias utilizadas.
    3. Investigar o mercado para entender como ele está, perceber que mudanças estão ocorrendo e como ele está se movimentando, ver o que tem de novo, que possa agregar valores ao negócio.
    4. Caso ainda não tenha desenhado a persona de seus clientes, busque informações e faça isso imediatamente, pois conhecer bem o perfil dos clientes vai ajudar muito na eficiência dos investimentos a serem realizados.
    5. Caso ainda não tenha um CRM, saiba que está perdendo dinheiro, se já tem, verifique se está adequado e se você está usando tudo que ele oferece, e então use.
    6. Estabelecer metas claras e relevantes, elaborando um plano de ação detalhado que possa ser monitorado sistematicamente.
    7. Procure por parcerias que possam ajudar a diminuir os custos da empresa, principalmente aquelas em que pode usar como base de troca, algum capital armazenado, que não precise de novos investimentos.
    8. Promova um ambiente saudável e colaborativo, mas acima de tudo otimista entre funcionários, sócios e demais participantes da empresa.
    9. Estabelecer medidas de economia mais que não promovam estragos emocionais nos colaboradores, lembre-se que eles são o maior capital que a empresa possui, e que suas sugestões podem inclusive ajudar na resolução dos problemas vividos.
    10. Depois de entender o mercado é hora de investir na atração, recuperação e retenção de clientes.
    11. Use a ajuda de especialistas em gestão inovadora de negócios, uma visão externa e focada pode trazer novos horizontes ainda não vislumbrados, além de trazer um ótimo custo benefício, evitando despesas em ações desnecessárias.
    12. Use sua rede de relacionamentos ao ser favor, lembrando que já existe um atalho circunstancial nessa ação.

Agora é colocar a mão na massa, traçado o caminho é preciso ação e persistência,  encontrar a confiança necessária para isso vem da certeza de que os passos e decisões foram tomados baseados em estudos e competências adquiridas, o esforço feito trará ainda experiências que tornarão a empresa forte e diferenciada das demais principalmente por saber usar quedas e dificuldades ao seu favor, transformando crise em case de sucesso.

Essa jornada resiliente com atitudes otimistas, é capaz de uma transformação inclusive  na qualidade de vida dos envolvidos, promovendo sorrisos e felicidade, além da elevação da autoestima do time, em consequência do sucesso obtido e da construção coletiva.

Comece agora a usar as dicas, aproveitando que descobriu que até a crise pode ser uma ótima aliada.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE

Servidor Público Pode Abrir o Próprio Negócio?

Autor:  Marcio Cerbella Freire

 

De imediato a resposta é Sim, pode!

No entanto existem alguns senões, e se o leitor tiver essa intenção e for servidor público, é importante tomar alguns cuidados. Ter uma empresa não é impedimento para assumir um cargo público, mas é preciso observar algumas exigências.

De acordo com a Lei nº 8.112/90, o servidor público federal é proibido de ser sócio gerente ou seja aquele administrador que responde legalmente por qualquer tipo de empresa, já na qualidade de sócio, seja por cotas de sociedade limitada ou como proprietário de ações não existe esse impedimento.

Portanto na condição de sócio cotista ou como acionista é possível fazer parte de um negócio, mas algum dos sócios deverá assumir o papel de sócio gerente, mesmo que esse sócio seja possuidor apenas de uma pequena parte da empresa. Lembrando que para o funcionalismo público estadual ou municipal é fundamental estudar a legislação local pertinente para evitar problemas ao participar de uma empresa.

Completar o salário participando de um negócio usando seu tempo disponível portanto pode ser um caminho a se pensar e possível se você for um dos sócios de uma determinada empresa colaborando com a mesma da forma que lhe for possível, ao optar por isso uma boa prática é que todos os sócios do negócio independente de serem gerente ou não tenham uma remuneração pré-definida e combinada de comum acordo entre os sócios.

Entretanto se você ainda não é servidor público e se sente inseguro ao participar de concursos por conta da instabilidade que vem ocorrendo para contratação de novos funcionários públicos, um bom caminho é começar a pensar em ter o seu próprio negócio e se tornar dono da sua estabilidade, do seu destino e do seu tempo.

Os concurseiros de plantão que estão vendo as chances de novos concursos com promessas de ótimas remunerações diminuírem a cada dia cabe também enxergar novas portas e oportunidades que se apresentam diante das necessidades da vida cotidiana atual e do momento conturbado e complexo que a atual economia vive. E portanto conquistar novas competências, participar de treinamentos, optar por novas carreiras mais especializadas pode ser o caminho tanto para se encontrar um espaço no tão sonhado serviço público como para obter sucesso no ambiente empresarial.

Ao abrir ou participar de uma empresa fundamental é se preparar para isso, fazer um estudo de viabilidade técnica comercial financeira, identificar as oportunidades, saber se existem clientes dispostos a pagar pelo produto ou serviço que você pretende oferecer, tudo isso é de extrema importância para que a sua empreitada não gere apavorantes decepções e frustrações que muitos de nós já ouvimos falar sobre pessoas que optaram por ser dono de uma empresa.

Concluindo seja qual for a sua opção, participar de concursos para se tornar um funcionário público, ou abrir um novo negócio o principal investimento que você pode e deve fazer é investir em si mesmo,  buscar novos aprendizados, competências, participar de treinamentos, ler novos livros, conhecer tudo do ambiente em que você pretende se inserir.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Como Aprender com o Negócio Fracassado?

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Quando um negócio não dá certo? Essa é uma pergunta que todos nós gostaríamos de responder precisamente. Muitos são os fatores que podem levar um negócio ao insucesso, no entanto esses normalmente não são levados em consideração na decisão ou iniciativa de se constituir uma empresa, o fracasso é muitas vezes uma consequência dura da falta de preparação e planejamento, mas faz parte da jornada do empreendedor, tudo que ocorre ao longo desse caminho pode ser aproveitado, inclusive o fracasso.

Procurar encontrar os motivos e fatores que levaram a essa situação identificando e anotando, funciona como preparação e construção do conhecimento para novas oportunidades.

O primeiro grande aprendizado é saber identificar o que levou a esse estágio, fazer isso de forma isenta sem deixar que a emoção tome conta, errar é uma dor  insuportável para algumas pessoas, mas o comportamento empreendedor pressupõe estar disposto a isso, quando participamos de uma brincadeira de acertar o alvo em movimento nosso mindset  está sintonizado da seguinte forma: preparar, mirar e depois atirar, é justamente aí que chegamos na situação de fracasso pois o mais correto seria se preparar sempre, atirar e depois mirar, ou seja ajustar aquilo que deu errado ao longo do caminho, mas para isso é necessário monitorar constantemente os resultados e as ações que vêm sendo realizadas para que ao primeiro sinal de erro o ajuste possa ser feito e o resultado melhorado.

Uma dica é buscar ajuda para analisar os números do negócio identificar os possíveis erros de planejamento, ou ações que levaram a esse insucesso. Lembrar que esse é apenas um ponto de parada da sua jornada não deixar, que ele trave suas metas e seus sonhos. É natural que depois disso o medo tente nos impedir de sofrer novamente as mesmas consequências, isso não é ruim, pois isso ocorre para nos proteger, mas em algumas pessoas causa um travamento capaz de impedir uma nova empreitada.

Necessário portanto investir em vencer esse medo ou pelo menos aprender a agir independente da existência dele, para isso uma ótima ideia é procurar aumentar a autoconfiança por meio da autoeducação, procurar treinamentos cursos, ou ainda ajuda especializada, coaching consultoria ou mentoria, vão permitir que você não fique estagnado apenas sofrendo com a situação em que você se viu, use para isso a ideia que enfrentar o inimigo que você já conhece é muito mais fácil do que enfrentar o desconhecido, quanto mais você conhecer ou souber informações de sua nova empreitada mais segurança você terá, algumas ferramentas que você pode usar são a construção de metas SMART, elaboração do quadro de modelo de negócios, plano de ação dos primeiros passos para alcançar seus objetivos, entre outras, mas cada uma delas demanda um esforço de aprendizado, é bom saber que sem dor ou algum tipo de sofrimento, pouco provável será chegar ao sucesso em qualquer coisa, usar essas experiências ao nosso favor provavelmente é um trunfo na manga que deve ser muito bem utilizado.

Para que uma empresa ou negócio seja bem sucedido algumas etapas precisam ser cumpridas a primeira delas é entender quem é o cliente.

A partir daí identificar se o produto ou serviço que será entregue atende objetivamente as necessidades desse cliente, saber calcular o preço do produto ou serviço, entendendo se o cliente está disposto a pagar por esse preço, além de agregar o máximo de valor ao que você já entrega, são parte dessa etapa.

Na sequência fazer um estudo de viabilidade do negócio, entendendo seu posicionamento no mercado e possíveis alterações para o seu crescimento. Fundamental que antes de sair do papel ou apenas da ideia, os idealizadores devem ter uma visão o mais completa possível de como será a empresa e como ela deverá atuar, da onde vem as suas receitas e as suas principais despesas, quais são as possibilidades de parceria que podem ser feitas para que o fluxo de despesas e receitas seja adequado e gere lucro.

A grande dica final é aproveitar tudo pelo que se passar e se preparar sempre para vencer os desafios, testar, treinar, monitorar, corrigir, pesquisar, aceitar a crítica e usá-la ao seu favor, com essas ações no mínimo o próximo fracasso será bem mais suportável, mais provável ainda é que ele nem sequer ocorra e que venha sim o tão esperado sucesso!

Kai, ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Autoestima o Segredo do $uce$$o

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Confiança Criativa nos Negócios.

Sucesso no sentido de se conquistar um objetivo, ou algo muito desejado pode representar situações diversas em relação ao estado emocional, o segredo para que o sucesso não seja efêmero, nem fator gerador de distúrbios emocionais, está relacionado a outras duas palavras do nosso vocabulário, autoestima e confiança.

A autoestima é a forma que o indivíduo enxerga a si mesmo, representa o grau de satisfação que tem consigo mesmo, com suas atitudes, seus comportamentos, seus hábitos, sua convivência social, sua aparência, entre muitos outros fatores. Quanto maior for esse fator, mais provável será um bom equilíbrio emocional. Nesse caso provavelmente o seu organismo responderá melhor ao alimento que ingere e a vida que leva, permitindo inclusive uma aparência mais jovial e consequentemente adequada com a expectativa gerada.

Estar satisfeito consigo mesmo é o pilar de apoio mais importante da autoestima. É claro que conquistar nossos objetivos nos fortalece, mas esse não é o único combustível da autoestima. O simples fato de saber que fizemos o nosso melhor, que fomos capazes de utilizar bem as nossas habilidades, já é uma fonte de satisfação, mesmo quando não alcançamos os resultados que planejamos.

Olhando por outro ângulo, o sucesso pode por exemplo trazer consequências inesperadas ao seu eu, que o leve a incertezas, insatisfação e angústias, por exemplo, o sucesso algumas vezes traz uma exposição exagerada da imagem pessoal, pode ser que você  não se sinta confortável com isso ou que até mesmo sofra, essas situações podem diminuir o seu grau de autoestima estando  inclusive relacionadas há uma baixa na auto confiança.

Caso exista alguma área de nossa vida em que ainda não estamos utilizando de forma satisfatória nosso potencial de ação, podemos nos esforçar e transformar essa realidade. A solução depende de nossa ação! O comprometimento com nosso desenvolvimento e melhoria vai determinar o fortalecimento, ou a diminuição de nossa autoestima.

O problema é que mesmo as pessoas com autoestima elevada e que expressam confiança, costumam enfrentar altos e baixos. Esse desconforto acontece quando o indivíduo se sente deslocado em certos grupos de convivência onde está inserido ou vive situações diferentes do que está acostumado. Encarar o sucesso portanto, demanda conhecimento de si próprio, entender quais  são os componentes formadores da sua personalidade, para entender e dominar as reações prováveis a esse estado de coisas e suas consequências.

Investir na autoeducação, em outras palavras, aumentar as suas competências, vivências e aprendizados, permite um alto nível de segurança em tudo que se faz, além de dar subsídios ao conhecer de si mesmo.

Esse investimento em autoconhecimento é que estabelece a confiança em si mesmo, quanto mais confiança se tem melhor serão as respostas dadas as situações que a vida lhe apresentar, sejam elas agradáveis ou não, tornando mais felizes os seus resultados.

Ter sucesso com felicidade, harmonia e equilíbrio emocional, além de ser objeto de desejo de muitos, é também promotor do alto nível de autoestima, aumentando, portanto, a confiança própria, e o grau de acerto nas respostas e reações que necessitar escolher, o que irá te levar novamente ao caminho do sucesso gerando um círculo virtuoso infinito, sobre a tríade: + Autoestima + Confiança + Sucesso.

Ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

Obs.: Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: palavra também de um dialeto de uma tribo africana que significa “fazer algo mesmo quando estamos andando”

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Confiança Criativa nos Negócios.

Autor:  Márcio Cerbella Freire

 

 

Resumo: A construção da confiança criativa nos negócios passa pelos questionamentos e pela  predisposição a enxergar por outros ângulos, nesse artigo pensamos por exemplo em como encarar o erro em diferentes perspectivas.

Quantos lados tem seu desafio?

“Toda questão possui dois lados.” Protágoras, 485-421 a.C.

Protágoras há sua época pode perceber que seja qual for a questão irá provocar situações ou ideias diferentes de acordo com o ponto de vista de quem pergunta e de quem responde. Nos dias de hoje me permito dizer que uma questão pode ter ou promover infinitos lados, por mais simples que ela possa parecer.

Vamos pensar aqui em duas questões, a primeira: Como posso fazer minha empresa crescer durante a atual pandemia? A ideia então é pensar em algumas possibilidades de acordo com quem responde, por exemplo se a minha empresa é uma empresa de consultoria sobre um determinado tema, então eu diria que é muito simples, basta fazer o trabalho de forma online usando o tempo da melhor maneira possível, poderia dizer também que uma boa opção seria treinar outros consultores para fazer o mesmo que eu faço aumentando assim o número de atendimentos. Se no entanto a minha empresa atua no ramo de turismo, que está com suas ações bem limitadas, teria que pensar de forma diferente do habitual para encontrar novas soluções como, criar estratégias que envolvam grupos familiares em passeios privativos em locais mais próximos mas de mesma forma atrativos. Percebam que aqui apenas coloco algumas opções a intenção não é dar respostas prontas mas ajudar o empresário a perceber que é necessário encontrar novas possibilidades seja qual for o desafio proposto.

A segunda questão: Errar pode prejudicar meus negócios?

Por um lado digo que errar com muita intensidade pode inclusive fechar uma empresa ou negócio. Certo vez fiz a consultoria de uma empresa do setor da beleza, e descobrimos que uma promoção de venda de ticket para um determinado serviço, promoveu grandes  prejuízos, foram vendidos mais de mil tickets na tal promoção num valor de aproximadamente R$ 25 e quando fomos calcular o custo dos serviços e produtos envolvidos, chegamos a conclusão que o valor mínimo a ser cobrado por ela era de R$ 45 verifique então que o prejuízo em cada venda foi de R$ 20 ou seja R$ 20.000 de prejuízo justamente por não se calcular o preço de forma adequada. Por outro lado, no entanto, eu diria que uma empresa para se tornar Grande precisa poder cometer muitos erros ou até mesmo ter o hábito de promover quem os comete. Esse segundo ponto de vista vem da ideia de que um erro se resolvido rapidamente enquanto ainda é pequeno nos aproxima de uma boa solução e que quanto mais erramos e mais rapidamente resolvemos aumentam as chances de ótimos resultados. Além disso o funcionário ou colaborador quando entende que tem o direito de errar raramente vai hesitar ao buscar resolver um problema ou alcançar novos resultados.

Percebam que seja qual for a questão ou o lado que se está, sempre existem possibilidades, buscar portanto trocar a referência, rever sua jornada, e aproveitar tudo que viveu, construiu e desconstruiu ao longo do tempo, pode promover respostas surpreendentes para seus desafios, sejam eles quais forem.

Ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.