Vazamento de Dados – Como Blindar a sua Empresa de Possíveis Ataques

Autor: Theonácio Lima Júnior

Diretor – TAVTEC Tecnologia

 

 

Com o avanço das IAs e com a maior facilidade de acesso às ferramentas que alimentam grandiosos bancos de dados, a proteção destas informações dos clientes é uma questão que deve ser tratada como prioridade, podendo até, inclusive, ser adicionada à politica institucional da empresa.

Episódios recentes de vazamento de dados – como o do Facebook, cuja captação irregular de dados pela empresa Cambridge Analytica veio à tona em 2018 e foi responsável por ter deixado expostas as informações pessoais de mais de 50 milhões de usuários da plataforma e por ter permitido que políticos influenciassem eleições em seus países; e, ainda mais recente, datado do início de 2021, o mais grave desvio de dados pessoais ocorrido no Brasil cujo resultado foi a exposição de mais de 200 milhões de brasileiros por meio de dados como CPF, RG, título de eleitor, e-mail, endereço, ocupação profissional, pontuação de credito, escolaridade, estado civil, renda, classe social, além de diversas outros – exemplificam didaticamente a importância de zelar pela privacidade das informações – zelo este que conta, por exemplo, com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), responsável pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e que atua fiscalizando e auditando entidades que tratam dados.

As empresas devem ser responsáveis por algumas medidas que visam preservar as informações de seus consumidores, tais como:

  • IMPLEMENTAÇÃO DE NORMAS DE CONFIDENCIALIDADE

De acordo com a LGPD, o usuário tem que permitir o acesso e o uso de seus dados. Feita a coleta, a confidencialidade das informações deve permanecer até mesmo entre os próprios colabores da empresa coletora, ou seja, devem haver práticas para evitar que os dados fiquem vulneráveis. Para tal, podem ser adotadas normas internas a respeito do uso de dispositivos e internet nas dependências corporativas, além da aplicação de contratos de sigilo e termos de responsabilidade, e, também, monitoramento do atendimento prestado ao cliente (através de gravações video e áudio).

É de suma importância que o acesso aos arquivos confidenciais seja atribuído somente a pessoas de absoluta confiança da corporação e/ou detentores de altos cargos, e os responsáveis devem estar cientes que terão que estabelecer e seguir medidas de segurança e técnicas administrativas para a proteção dos dados pessoais dos clientes.

  • FERRAMENTAS DE PROTEÇÃO

O alinhamento entre as normas de confidencialidade que os colaboradores devem seguir e as determinadas ferramentas tecnológicas de monitoramento capazes de criptografar e controlar o acesso às informações, proteger informações em movimento e em repouso e prevenir a perda de dados (DLP – Data Loss Prevention) blindam o acesso ao sistema corporativo, evitando que hackers encontrem brechas na segurança.

  • EDUCAÇÃO E TREINAMENTO DA EQUIPE

O despreparo dos funcionários é uma das principais causas que desencadeiam os vazamentos de dados e, portanto, a disponibilização de treinamentos, workshops, palestras e demais ações que visem conscientiza-los a respeito da importância da manutenção da privacidade das informações e ajudem na redução de erros e identificação de ameaças é fundamental para que o time permaneça alinhado, dificultando cada vez mais o sucesso de possíveis ataques virtuais que a empresa pode sofrer.

  • GESTÃO DE RISCO

O departamento de Tecnologia da Informação é o responsável por fiscalizar a segurança das informações coletadas e armazenadas pela empresa. Tendo esse cenário em mente, o setor deve realizar a gestão de risco e também propor alternativas e demais soluções visando a prevenção de eventuais problemas.

Toda corporação sujeita à LGPD possui um Data Protection Officer, que é um funcionário (geralmente da TI) encarregado da proteção de dados que faz toda a comunicação entre o controlador das informações, os titulares (usuários) e a autoridade regulamentadora nacional.

Além de gerar reações negativas à imagem da empresa, um vazamento de dados impacta expressivamente também a vida financeira da corporação, pois essa situação de crise demanda respostas e reparos rápidos do sistema afetado – gerando mais custos do que se fosse praticada uma política de prevenção – além das multas que a exposição acarreta, já que houve a quebra do direito de privacidade dos clientes.

A TAVTEC Tecnologia está apta a auxiliar toda e qualquer empresa que precisar de auxílio. Não importa o segmento e nem a área de atuação, pois mais especifica que seja, somos seu Amigo Virtual. Conte com nossa experiência e eficácia nos resultados.

 

 

INOVAR não tem IDADE

 

Autor: Marcus Mendonça

 

 

Inovar é a palavra em voga nos dias de hoje, se formos ao dicionário veremos que inovar significa que seria realizar algo novo ou que nunca havia sido feito antes; produzir novidades: inovou a casa; uma empresa que está sempre inovando. Inovação é algo que denota idade? Inovar é fadado apenas aos jovens?  O Nosso país tem uma cultura que novas ideias vêm de cabeças mais jovens, frescas e sem medo de arriscar, mas eu digo que tudo isso é atemporal, tudo isso independe da idade e sim da característica da pessoa.

A idade física não representa o que a pessoa é em sua idade empreendedora, pessoas jovens podem inovar bem menos do que pessoas com mais de 40 ou 50 anos, mas como saber quem é inovador? Inovador é o empreendedor com um brilho no olhar, inovador é aquele que não desiste perante uma pedra no caminho, inovador é aquele que pensa fora da caixa, inovador é aquele que pode ser aquela centelha que uma empresa precisa, ou até mesmo uma startup, um microempreendedor individual por exemplo com uma ideia revolucionária poderia ser um grande realizador de uma inovação, óbvio que tudo precisa de uma maturação, de um tempo certo, de um apoio, inovação é um conjunto de alicerces que devem ser colocados em conjunto, mas nenhum deles se restringe a idade do inovador.

Mas, vamos mais a fundo nesta ideia: Quando uma pessoa é entrevistada ela deve ser entendida pela sua capacidade de querer, e não pelo seu tempo de vida, se os recrutadores forem logo pelo tempo de vida eles podem perder a centelha que pode mudar uma empresa, ideias como vimos independem da idade física, mas muito da sua construção mental, da sua capacidade de criar e evoluir, tivemos na história vários exemplos de pessoas com uma idade avançada, de acordo com o mercado, e que mudaram o mundo e conceitos, imagine se eles se tivessem na mente que inovar é para jovens? Não teríamos pessoas como:

Henri Nestlé – Nestlé – Inventou a Farinha Láctea aos 52 anos.

Joseph A. Campbell – Sopas Campbell’s – Abriu a primeira fábrica aos 52 anos

John Pemberton – Coca-Cola – Inventou o refrigerante aos 55 anos.

Charles Flint – IBM – Criou o grupo de tecnologia aos 61 anos.

Harland Sanders – KFC – vendeu a primeira franquia aos 62 anos.

Ray Kroc – McDonald’s – Instalou a rede de fast food aos 52 anos.

O Mundo precisa de ideias, e de ideais, o processo criativo pode vir de pessoas que já experimentaram de tudo e que com isso amadureceram. por isso devemos sempre levar nossos sonhos adiante, devemos sempre trazer para a luz tudo que achamos que pode mudar nossa vida e provavelmente a vida de todos. Uma vez disse Disney, que foi um grande visionário e inovador em todos os momentos da sua vida, que toda a ideia tem 100% de fracasso se ela fica apenas no papel, e concordo com isso, por isso não se prenda na sua idade, se agarre na sua ideia.

Portanto podemos dizer sem medo de errar, que inovar é sim para jovens, mas jovens de espírito, que na idade nada fala, mas que na atitude e na força criativa geram um ecossistema muito mais evoluído.

deixo aqui uma frase final: SER JOVEM É SER UM POÇO DE IDÉIAS.

Ponha em prática tudo o que aprendeu, ponha em prática sua capacidade de inovar. Seja um inovador de 40, 50, 60, 70 e além.

 

 

Como evitar os impactos do isolamento provocado pela pandemia?

Autora:  Thauany Barbosa

 

A pandemia do novo coronavírus pegou o mundo de surpresa e nos obrigou adaptarmos a uma nova rotina. Da noite para o dia, as empresas tiveram que adotar o regime de home office, com as escolas fechadas, o ensino passou a ser à distância. Não só o dever foi afetado, mas a nossa diversão também; parques, cinemas, teatros e áreas de lazer fechadas nos levou ao confinamento forçado e isso afetou a saúde de todos. Adultos, crianças e adolescentes, sem distinção, foram afetadas física e emocionalmente pela pandemia.

Buscando entender o que podemos fazer para minimizar os impactos dessa nova rotina, a NeTe conversou com o médico Gilberto Ururahy, especialista há 40 anos em Medicina Preventiva. Ururahy explica que as principais mudanças para uma saúde mental e física saudáveis é a criação de uma rotina adaptada, principalmente neste momento crítico de afastamento social gerado pela pandemia de COVID-19.

Como Presidente do Conselho de Medicina e de Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Ururahy tem observado, desde o início da pandemia, significativas mudanças metabólicas em seus clientes, atreladas principalmente a uma alteração na saúde emocional. Ururahy é sócio da MedRio Check-up – juntamente com o dr. Galileu Assis -, clínica líder brasileira em medicina preventiva check-ups médicos, tendo entre seus clientes empresas multinacionais que visam o bem-estar dos seus profissionais.

Um dos sintomas apresentados por eles, segundo o médico, foi o aumento da insônia, que passou de 18% para 35% da população, resultado de uma preocupação no âmbito dos serviços home office. Além disso, durante esse período, o excesso de peso corporal também foi observado e de forma brusca passou de  67%  para  80% da população brasileira, o que segundo ele, é a consequência de uma alimentação baseada em comidas rápidas e prontas. Por isso, ter uma rotina adaptada em casa neste momento de  isolamento social é a principal mudança para se combater os diversos impactos causados pela pandemia, como o sedentarismo.

Tendo a análise como parâmetro, um dos principais resultados gerados pelo isolamento em seus clientes foi também o estado de incertezas em relação ao futuro ocasionando assim, o aumento do estresse, fruto principalmente da necessidade que o indivíduo tem em se adaptar às novas mudanças. “O nosso físico, sem dúvida, também sentiu a pandemia”, afirmou Gilberto Ururahy. Por tanto, é devido a esses problemas que a necessidade expressa de buscar uma nova rotina dentro do cenário atual tem que ser levada a sério, pois a prevenção ainda é o principal caminho.

Diante desta perspectiva, é possível observar um aumento de doenças crônicas, principalmente as que envolvem a alimentação, como Hipertensão, Obesidade e Diabetes.  “É neste momento de relaxamento que se observa as sequelas do pós-covid-19 nos profissionais, ou seja, o advento de doenças silenciosas,” explicou o médico. Para ele, a privação do mundo sociável fez com que muitos pacientes deixassem de realizar seus acompanhamentos médicos por medo de saírem de casa, e neste cenário, a falta de informação começa a gerar problemas permanentes, levando até mesmo a arritmia cardíaca e ao aumento da pressão arterial.

Por isso, manter uma rotina baseada em atividades físicas regulares, criação de uma rotina saudável dentro de casa, incluindo períodos de lazer, e horários adequados para as tarefas profissionais é o principal papel para manter a saúde em dia durante a pandemia.

Segundo ele, é importante que neste momento as empresas cuidem de seus funcionários, promovendo atividades de socialização, como happy hour online, estimular o profissional a organizar horários para as tarefas da empresa dentro de casa e horários para o lazer em família e até mesmo estabelecer programas que incentivem a alimentação saudável,  despertando assim, o exame médico preventivo para se conhecer o fator de risco.

Para Gilberto Ururahy, o excesso de acúmulo de trabalho, estresse e também a preocupação é, sem dúvidas, o fator principal de uma saúde prejudica, o que pode potencializar as doenças crônicas aqui evidenciadas ainda mais neste momento de pandemia. “A única vacina natural ainda é a prevenção e uma rotina de exercício físico,” concluiu o médico.

 

 

Setor hoteleiro se reinventa para atravessar a pandemia

Autor: Michael Nagy

 

 

O setor hoteleiro foi um dos mais impactados negativamente pela pandemia. No entanto, os desafios impulsionaram a modernização de muitas empresas para melhor atender o novo perfil de consumidor e melhorar os serviços. O trabalho para se reformular durante esse período vai muito além  de apenas conter custos e adotar protocolos sanitários. É o que contou o diretor de Vendas e Marketing do Fairmont Rio, da Accor Hotels, Michael Nagy, em entrevista ao Conexão 21.

Para manter a segurança dos hóspedes e dos colaboradores Nagy afirma que mais de 150 protocolos foram adotados e a capacidade máxima foi reduzida em  50%. Mas isso é apenas uma parte das medidas adotadas. Sem turistas não há hospedes, então buscou-se alternativas viáveis para manter a operação do hotel.

Uma das medidas paliativas foi converter quartos em escritórios. Essa foi uma opção para aquelas pessoas que estavam com problemas para trabalhar na modalidade home office -já que a disposição do hotel é favorável-. Outra medida para driblar os desafios da pandemia, foi a realização de shows na piscina e as varandas dos quartos serem como camarotes. A iniciativa se tornou uma opção de entretenimento com a segurança do distanciamento social.

Apesar de ser, de maneira geral, um período crítico, Michael acredita que o cenário está favorável para dar passos para uma retomada. “Eu acredito que estamos evoluindo nesse momento em que estamos vivendo. E esse movimento está vindo através da iniciativa privada, em um período em que o governo do Estado e o Município estão muito alinhados. Isso trás segurança jurídica para que a cidade e o estado possam avançar e segurança para que investidores possam avançar”.

Entendo que nesse momento é difícil falar em investimento. Antes da pandemia existia crescimento, existia verba. E agora estamos todos tentando pagar a conta,e isso significa gerar emprego e garantir a sustentabilidade das famílias. Esse é o grande investimento agora. Cobrando sempre do poder público que faça a sua parte.

“O Rio de Janeiro é uma fênix”

Nagy destaca que a  beleza natural do Rio de Janeiro e a vocação da cidade em se resistir e superar momentos de crise são características diferenciais. Ele pontua também que a união e  parceria entre empresários também são um caminho para atravessar esse período. “O Rio é um destino que encanta. A cidade consegue se reerguer e evoluir. É a referencia do Brasil no mundo. O momento está atípico, mas estão todos buscando como se conduzir. Momento de paciência, dialogo e compromisso com os projetos. Momento de olhar para o seu negócio e procurar no que posso ajudar o outro a crescer. Só sairemos dessa situação juntos.”

Nagy ainda acrescenta que “qualquer sucesso que tivemos aqui foi através do diálogo em que conseguimos encontrar pontos em comum e união entre empresários de diversos setores.  Antes havia contratação, hoje existem parcerias. Cada um com seu produto consegue se unir e gerar uma experiência que se rentabiliza e ajuda o negócio a andar pra frente.

 

CONEXÃO 21

Conexão 21 é um programa de entrevistas conduzido pelo fundador da NeTe Business Experience, Alberto Blois. São 21 minutos abordando temas variados sob a ótica empresarial com foco nas oportunidades de negócios. A cada edição o programa traz um convidado diferente para um bate-papo  em um ponto especial da cidade do Rio de Janeiro.  O programa vai ao ar toda  terça-feira, às 10:30 , na TV Petrópolis e 13:30 no Canal 8 em Campinas. A entrevistas completa com Michael Nagy e todas as demais entrevistas  também estarão disponíveis no canal do Conexão 21 no You Tube

 

O que os Lobos nos ensinam sobre Liderança?

Autor: Marcus Mendonça

 

 

Quando os lobos caminham em filas é possível notar que os três primeiros são os mais velhos, ou doentes e são estes que determinam o ritmo do grupo. Caso não fosse assim, eles seriam deixados para trás e perderiam o contato com a alcateia. Seriam presas fáceis em caso de emboscada. Os cinco mais fortes vem logo atrás para protegê-los. No centro, o restante do grupo é seguido pelos outros cinco fortes e, por último, o lobo Alfa, que controla o bando e possui uma visão geral do percurso. Dessa forma, facilita a decisão de qual direção tomar e antecipar os ataques dos oponentes.

Quando falamos de liderança e gestão de pessoas, os lobos ensinam que experiência e capacidade são requisitos importantes para a contribuição efetiva da empresa, sem que isso seja medido pela idade ou condição física da pessoa. Os 10 mais fortes -divididos em 5 no início e 5 no final,- podem ser medidos pela diretoria e pela gerência de uma empresa, pois, estes possuem maior capacidade para dar suporte aos seus liderados. Levando-se em conta a experiência daqueles que eles salvaguardam, além de ditar a velocidade de transformação de uma empresa.

No meio desta alcateia empresarial ficamos com os funcionários, pois através de regras bem estabelecidas se sentem mais protegidos pelas lideranças efetivas das pontas e, consequentemente, possuem objetivos claros e produzem mais. Por fim, temos nosso CEO, o alfa desta empresa, que com a visão da retaguarda tem uma perspectiva macro dos acontecimentos e decide sobre o futuro desta empresa. O lobo empresarial, apesar de estar com a imagem voltada para aquele que se aproveita, deveria ter a imagem reconfigurada para aquele que evolui e torna a empresa um empreendimento nos eixos. Muitas empresas deveriam seguir o exemplo dos lobos, tornar seus ambientes híbridos e produtivos. Lembrar que a inovação não se dá na juventude, mas nas ideias e na capacidade de recriar ou criar soluções.

Hoje vejo muitas empresas com equipes de gestão extremamente jovens e que com isso querem demonstrar para as pessoas inovação e capacidade de serem modernas, mas esquecem da lição dos lobos, e podem até funcionar por um tempo, mas perdem para a experiência daqueles que ficariam na frente do grupo. As empresas podem conseguir isso através de capacitação com mentorias, consultorias para melhorar a equipe num todo.

Não adianta inovar por inovar. É preciso utilizar a experiência de funcionários aliada ao conhecimento, em diversos níveis, para que o lobo alfa (CEO) possua insumos para tocar o seu negócio de maneira assertiva. Liderar é o ato de comandar pessoas utilizando sua experiência e influenciando-as de maneira positiva, para tornar a empresa ágil e com alicerces sólidos. Neste sentido, nosso líder Alfa é um visionário quando adota uma liderança segura e consistente da sua matilha está mais propenso ao sucesso.

 

 

Marcus Mendonça é bacharel em Economia, Gestor de Projetos, Líder de TI e Mentor de negócios e Startups, Participou do Programa Startup Rio e Mentor de hackathons. Marcus conta com mais de 20 anos de experiência na área de TI com atuação em diversas empresas multinacionais, criador do Canal Quem sabe? Aonde tem a missão de levar o conhecimento e cultura para todos.