Uma Bioquímica no RioInfo

Autora: Katia Aguiar

 

Minha relação com o RioInfo começou há 13 anos atrás, em 2008.

Sou bioquímica, iniciei vida profissional em laboratório e acabei trabalhando com negócios no setor de biociências.

Apenas para contextualizar, bioquímica é a ciência que estuda os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos. Meu universo estava ligado diretamente à vida e suas inovações.

Em 2008 participei de uma missão prospectiva Sebrae a alguns Parques Tecnológicos em Portugal. Deveríamos visitar os modelos de processos e projetos de inovação, e à época, a maioria dos Parques Tecnológicos de Portugal eram dos segmentos de TI e Biotecnologia. Assim nos juntamos.

Não nos conhecíamos muito, mas a percepção de parcerias em negócios, a química foi fácil, se me permitem o trocadilho. Trouxemos na mala, várias ideias. Algumas foi possível implementar, outras não.

Mas o que funcionou de fato, foi a liga feita. A famosa “interatividade” tão falada no setor de TI, servia perfeitamente ao meu universo da biociência. Iniciava ali a minha aproximação com o grupo RioInfo, um dos maiores eventos de tecnologia brasileiro. Um evento já tradicional no Rio de Janeiro.

Minha constatação óbvia então, foi de que o setor de tecnologia era transversal. Teríamos a famosa “TI” para o agronegócio, para a biotecnologia, para a saúde, para energia, meio ambiente, e por ai vai. O núcleo gestor RioInfo começava a falar sobre isso.

Comecei a participar com mais atenção aos conteúdos e painéis disponibilizados no RioInfo. Claro, havia uma parte “raiz”, que não era tão próxima do meu universo. Mas vários conteúdos começaram a fazer sentido pra mim. Falavam como eu, de inovação. Começamos a realizar projetos conjuntos.

A cada ano fui me aprofundando, percebendo cada vez mais, que este universo era sim, intrinsecamente relacionado ao das Biociências e outros setores. Então cada vez mais a aproximação foi crescendo de forma natural. Orgânica.

Falava-se de tecnologia, de negócios, de formação, de sociedade. De vida.

Ao mesmo tempo, observava que poderia também colaborar um pouquinho com RioInfo, incorporando algumas características da biociência. Algumas formas de observação, linhas de inovação, de negociação.

E foi assim que me tornei, com muito orgulho, uma das Coordenadoras do RioInfo.

Recentemente percebi com grata surpresa, que agora esta famosa “Transformação Digital” que o mundo foi forçado a absorver rapidamente por conta da pandemia, para mim foi até mais natural do que eu pensava.  A proximidade, a interatividade com o grupo da tecnologia me deram isto de presente.

E como dizem por aí, as inovações tecnológicas vão determinar mudanças nos seres humanos. Será?

Tecnologia &, inovação, ciência, fazem cada vez mais parte do mundo dos seres humanos. E não conseguimos perceber nosso universo sem a tecnologia.

A ciência hoje já consegue imprimir corações, fígados em 3D; por meio de drones se consegue monitorar plantas individualmente, coletando informações, permitindo acompanhamento por regiões, identificando e corrigindo problemas pontuais em uma lavoura.

Cada ano que passa aprendo mais com os conteúdos do RioInfo. Com os painéis diversificados de alto nível.

Então deixo aqui uma mensagem a você que me lê: nunca diga nunca!

Esteja sempre aberto para novas possibilidades. Mesmo que estas pareçam não ter nada a ver com sua expertise. Vale ressaltar que não falamos aqui de especialistas ou generalistas. Isto é papo para um outro artigo.

Apenas te digo – não se feche a novos universos. Eles poderão ser mais próximos do que você imagina!

Pode acreditar… Papo de uma bioquímica no meio da tecnologia.

 

Katia Aguiar – bioquímica formada pela UFRJ, consultora de negócios em bioeconomia, empreendedorismo, inovação. É mentora de negócios e especialista em captação de recursos. Coordenadora RioInfo e uma das fundadoras da NeTe.

4 Mitos Sobre Empreender.

Autor: Marcio Cerbella

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Resumo: Algumas questões e mitos sobre empreendedorismo, precisam ser tratadas, afinal quem é esse ser, o tal do empreendedor? Aqui contamos um pouco mais sobre verdades e oportunidades do universo do empreendedorismo construindo a confiança criativa.

Mito 1 – Em épocas de crise, muitos que trabalham com empreendedorismo sempre falam que a melhor coisa a se fazer é inovar. Inclusive até fazem um trocadilho quando afirmam que “tire o ‘s’ da crise que vira crie”. Mas sabemos que a fórmula não é tão simples assim e que o início é de muitos percalços e apertos. Em geral, qual é o modelo ideal de planejamento para alguém que quer iniciar algo do zero?

O modelo ideal é aquele que se adequa ao dono, uma ótima ferramenta para ajudar na construção desse modelo, é o CANVAS (quadro do modelo de negócio), que permite um desenho dinâmico do negócio e convida a inovação em cada uma de suas etapas, entre os seus 9 blocos destaco dois, público-alvo e proposta de valor. Dica certa para promover o negócio é saber se as pessoas precisam do que será entregue, se estão dispostas a pagar por isso e como encontrá-los. Conhecer quem é o cliente e quais são os valores que ele necessita permite a construção de um planejamento certeiro. Mas é importante não confundir valor com preço, valores são as necessidades ou preferências pessoais dos clientes, preço inclusive, pode ser um entre muitos valores de um determinado indivíduo.

Mito 2 – Em geral, é válido fazer uma espécie de “mapeamento” das áreas profissionais para ver qual está saturada para não correr o risco de ser apenas “mais um”?

Um mapeamento é fundamental, fazer o que chamamos de pesquisa de mercado, combinada ao estudo de viabilidade técnica e comercial da futura empresa, permitirá escolhas adequadas e a criação de um modelo de negócio capaz de permitir a entrada de um novo, até mesmo em um ramo em que outros empresários já estejam estabelecidos. O segredo está em saber o máximo possível sobre quem será seu cliente e se os valores que vai entregar são benefícios para ele.

O problema não está em ser mais um e sim em fazer a mesma coisa para o mesmo público que seu concorrente está fazendo, imagine duas fábricas de bolo vizinhas, se as duas fizerem exatamente o mesmo tipo de bolo, concorrendo apenas com o preço, as duas caminharão para o prejuízo, no entanto uma pode ser especialista em bolos rápidos e saborosos e a outra em design e estilo para festas, que, no entanto, são um pouco mais demorados, mais caros, mas igualmente saborosos. As duas fábricas no último exemplo, apesar de serem do mesmo ramo, provavelmente estarão economicamente saudáveis por usarem curvas de valor diferenciadas, em outras palavras atenderão necessidades diferentes para públicos diferentes.

Mito 3 – É grande o número de pessoas que alegam não empreenderem em algo por não terem talento para desenvolver uma ideia. O que e como fazer nesses casos?

Hoje em dia se você não tem alguma competência ou talento, está cada vez mais fácil desenvolvê-los. Abrir uma empresa ou negócio não é tão diferente de quando queremos um objetivo ou sonho e vamos atrás dele com todas as nossas forças, o que podemos considerar como uma das formas de se empreender, uma empresa inclusive não deve depender exclusivamente do talento de seu proprietário, buscar informações, montar uma equipe, ou contratar uma consultoria antes de dar os primeiros passos são opções para vencer essa insegurança inicial e obter os comportamentos empreendedores.

Mito 4 – E, de fato, há gente que não tem o menor talento para tocar o próprio negócio, por mais dedicada, esforçada e até profissional que seja. Como tal pessoa deve agir diante dessa situação?

É preciso salientar que tocar uma empresa ou abrir um negócio não é como ser um jogador de futebol habilidoso, um grande pintor ou escultor, o talento não é tão importante quanto se esforçar para encontrar ferramentas, práticas e técnicas que ajudem na administração do negócio, e torná-lo viável e rentável. O acompanhamento sistemático com as ferramentas adequadas permite que mesmo sem um talento especial seja possível o empreendimento com ótimos resultados.

Se você não está disposto a adquirir essas competências administrativas, mesmo assim, pode pedir ajuda a especialistas para facilitar esse processo ou ainda contratar um ou mais administradores para desempenhar esse papel ou ainda uma empresa terceirizada, mas de qualquer forma são necessários o monitoramento e o planejamento sistemático desses atores.

Felizmente ser empreendedor demanda um conjunto de comportamentos, que comprovadamente, por instituições como a ONU, SEBRAE e outras, podem ser desenvolvidos. Mas para isso é necessário esforço que para a maioria das pessoas pode ser além dos limites.

Para quem deseja seguir esse caminho uma dica é investir em si mesmo para obter conhecimentos, competências necessárias para tal, investir mais tempo e dinheiro com o antes do que sofrer com as consequências da improvisação.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Kai: “Kai é realizar tudo que se sonha, é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: “fazer algo mesmo quando estamos andando”

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação (UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

 

Você já Comprou Listas de Contatos?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

E deu resultado? O seu cliente ideal estava nesta lista?
Me conta aqui…

O seu negócio não depende apenas dos clientes o procurarem. Mas também de segmentar o público-alvo e conseguir trazer novas oportunidades. Já tivemos clientes que não sabiam seu Perfil de Cliente Ideal (PCI)…

Outros, que talvez, até por não terem investido tempo neste estudo, viviam somente de indicações…

Lógico que ser indicado, lembrado, referenciado é maravilhoso (chega “quente”, pronto!) mas o universo potencial que uma empresa pode alcançar, em abrangência, pode e precisa ser maior.

Se você trabalha com vendas complexas B2B, me permita dar uma dica para ampliar o espectro da sua prospecção e ainda atingir o público-alvo. UMA FORMA PRÁTICA de construir seu PCI.

Primeiro, tenha em mente 3 coisas:
– Quem é o seu melhor cliente atual?
– Quem é o seu cliente mais recorrente?
– Que tipo de cliente deseja atingir?

Com estas respostas, que são mais relacionadas com o que chamamos “personas”, você consegue começar a traçar o Perfil de Cliente Ideal, respondendo a perguntas, como, por exemplo:
– Setor(es)-alvo?
– Tamanho de empresa?
– Faturamento?
– Cargos-alvo?
– Possíveis influenciadores?
– A decisão é Top Down (de cima para baixo), ou Bottom Up (de baixo para cima)?

Quando você tiver estas respostas, ganhará muito mais clareza sobre quem deve prospectar e assertividade nas abordagens.

No final das contas, você chegará à conclusão de que conhecer bem quem pode se beneficiar do que você tem para oferecer é a melhor opção.

O que você aumenta?
O que você reduz?
O que você faz que beneficia?
Sobretudo e, em primeira instância, beneficia a quem?

Deixe seu comentário. Vamos conversar.

 

A Insustentável Leveza do Ser

Autor: Marcus Mendonça

 

Vivemos em um mundo atribulado, cercado de motivos para gerar um desconforto mental e proporcionar angústias que podem nos levar a caminhos às vezes sem volta, e que podemos fazer para contornar essa situação e colocar a vida de volta no prumo?

Primeiramente devemos rever nossas prioridades de vida, destacar o que nos faz bem e o que nos faz crescer, e repensar aquilo que torna nossa vida angustiante. Como diria o sábio do século XXI, isso é fácil de falar, mas difícil de concretizar, pois o mundo dinâmico consome o tempo e transforma vidas em meros momentos diluídos no tempo da sociedade moderna, mas mesmo tendo esses pensamentos, devemos rever, parar, respirar e entender.

Rever é olhar pelo caminho passado e verificar se a trilha foi caminhada de acordo com as nossas metas ou simplesmente levada pelo rio caudaloso da existência, se por um acaso chegamos na segunda conclusão, nos deparamos com uma inevitável perda de tempo, e tempo é algo que ão se recupera.

Parar, é realmente pisar o pé no freio, sem necessariamente parar as atividades atuais, apenas desacelerar do ritmo frenético da vida e expor tudo que foi revisto, e traçar novas metas, mas não podem ser metas de ano novo, pois essas ficam esquecidas ao vento, seriam metas de felicidade que seriam esquematizadas para serem performadas no tempo de sua existência.

Respirar, o ato de inalar, o ato de encher novamente sua vida de propósito, o ato de estar alimentando seu cérebro com aquela força vital que nos impele adiante sempre.

Por fim, Entender, depois de rever seu passado, seu atos, parar para poder olhar, respirar para dar aquele folego em sua vida, vamos agora entender o que devemos traçar de novos horizontes, pode ser remodelar sua existência, fomentar novos objetivos, rever conceitos de liderança, entrar no século XXI, abandonar de vez o século XX; muitos desses pontos deixamos passar na vida por conta mesmo de apenas viver, de ser e não estar, de respirar e não apreciar, de fluir pelo rio da vida abandonando a beleza das margens que nos rodeiam, é ter uma família mas não estar em uma família, é considerar a vida a 200km/h e esquecer que o mais belo anda devagar.

Onde fica a Insustentável leveza do ser? Neste cenário caótico que é a vida, onde se encontra seu Ikigai, tão comentado e levado para dentro das empresas, mas que na verdade tem haver com a vida e com a vontade de viver.

Dentro de uma corporação seu ser é como uma folha, que floresce, germina, cria frutos e em seguida o vento da vida leva a outra árvore ou mesmo aposenta sua folha no chão da vida para que outra possa germinar e gerar o mesmo ciclo. Nesse processo que entra nossa insustentável Leveza do Ser, você nunca será a eterna folha se mantiver o processo durante toda sua vida ao pular das árvores, existem árvores semelhantes (sua carreira) e existem árvores diferentes (reinventar), você decide se deseja ficar dentro de uma mesma floresta de árvores semelhantes ou aprender novos conceitos em florestas que te elevem como ser humano e transformem seu padrão.

Claro que entendo que não podemos fugir das responsabilidades, e ser aquele maluco beleza, mas podemos ser aquele que monta sua vida dentro dos princípios da sua felicidade. Carreiras não são eternas, assim como nossa vida, e volta e meia somos ultrapassados pelo trem das novidades, e muito depois de várias viagens não desejamos embarcar nesse modelo novo, e ficamos atrelados ao modelo antigo de viagem, nesse momento sua folha vai ao chão ou dele se aproxima, pois não vê mais a vantagem de estar preso a uma árvore, ou mesmo se agarra nela pelo fio da comodidade.

Qual o princípio da longevidade da sua vida ativa profissional? Primeiro é reinventar os princípios e sempre estar antenado aos vários momentos de mudança, segundo e considero fundamental e corajoso, é reinventar esses princípios e dar a guinada necessária na carreira através da busca de um novo horizonte profissional, ser não é estar, e estar é conhecer, pois conhecer é tornar factível seu sonho, no momento você se encontra onde? Já se descobriu ou apenas vive?

Pense bem, reflita dentro das palavras aqui proferidas, repare onde deseja estar chegando dentro do universo da sua vida, um sábio uma vez disse, um vaso quebrado sempre tem conserto, pode-se consertar ele com fios de ouro e ele será ainda mais valioso (Kintsugi).

Por falar em Kintsugi, queria pedir a liberdade de poder citar um trecho do livro de Tomás Navarro sobre este tema:

“Costumamos fazer atribuições de casualidade ao que acontece e ao que não acontece conosco. Formulamos nossas próprias teorias com base em nossa aprendizagem e experiência. Mas a proposição mais importante desse conceito é que, dependendo da qualidade de nossas atribuições, seremos mais ou menos felizes.”

Podemos e devemos tomar conta dos nossos sonhos e da nossa vida, trazer para dentro dela o que melhor temos, nunca permitir que a vida apenas passe, mas que ela flua dentro dos nossos anseios, seu ser deve voar, monte seu caminho para que ele seja sempre sustentado dentro do céu da vida, nem será de brigadeiro, mas será seu sonho e seu objetivo, lembre que pode ter talvez outras vidas, mas como você é apenas esta, então seja seu sonho. Que a leveza do seu ser seja sustentável.

 

Marcus Mendonça

Canal Quem Sabe (www.youtube.com/quemsabementoriadeideias)

Mentor de Negócios

Empatia & Autoridade

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

EMPATIA & AUTORIDADE são essenciais para um pré-vendas, um SDR. Entre tantas outras coisas, estas se destacam. Se não sou empático, me torno interesseiro. Se não tenho autoridade, me torno uma fraude.

Começamos olhando o dicionário:

Definição de empatia: compreender emocionalmente, capacidade de projetar de modo que se pareça impregnado do outro. Afeição, afeto, afinidade.

Definição de autoridade: direito ou poder de ordenar, decidir, atuar, se fazer obedecer, fazer colaborar pela admiração, concordância.

O que é melhor demonstrar na hora de vender seu produto/serviço:

Que a sua solução é a melhor, a mais completa? Que ela vai ajudar tirar o melhor da empresa, melhorando a qualidade de vida no trabalho de cada membro da equipe?

Como você vende a sua solução:

Como um produto/serviço, ou como uma experiência?

Seus principais argumentos de vendas são baseados em fatos ou em questões subjetivas?

Tudo isso você não precisa responder aqui mas serve pra pensar.

Independente de qual seja a sua resposta, você precisa pensar sempre na melhor abordagem.

Se a sua solução é reconhecidamente a mais completa enquanto produto, no seu mercado, e você bate nesta tecla para vender, rechear de cases e depoimentos vai fazer a diferença.

Se a sua solução resolve um desafio que traz como resultado a melhoria do relacionamento com os clientes, por exemplo, você precisa enfatizar este benefício.

A diferença entre uma e outra é a primeira é objetiva e a outra é subjetiva.

Um caso clássico é o Starbucks.

O que tem lá? Café.

E o que eles vendem é café? Não!

Eles vendem experiência, personalização e por que não dizer, empatia.

É um café que tem o seu nome, que é feito do jeito que você pede, que vem com wi-fi!

É o melhor café do mundo? Acaba que vira na ótica de muitos.

É uma das melhores experiências em uma cafeteria dentro de um grande centro urbano?

Para muitos, é!

Você não precisa ser reconhecidamente melhor pra todos!

Mas para o SEU público. Para um segmento.

Outro caso clássico é o do creme dental Sensodyne, “o recomendado por 9 entre 10 dentistas, para dentes sensíveis”. Isso que eu chamo de criar autoridade.

Se em uma pesquisa, 90% dos dentistas ouvidos indicou o creme dental como o melhor, este é um poderoso argumento de vendas.

Mais concreto que isso, impossível!

Sentiu a diferença?

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

 

Os 7 Hábitos dos Usuários de KPI Altamente Eficazes

Autor: Fábio Stumpf

 

Para muitas organizações, os indicadores-chave de desempenho são “chave” apenas no nome, seguidos principalmente para cumprir os regulamentos de conformidade ou fornecer uma análise retrospectiva. O que é necessário são KPIs mais inteligentes, disse Michael Schrage, um investigador visitante da Iniciativa do MIT sobre Economia Digital.

Pensando nisso identificamos sete características fundamentais de empresas que impulsionam com sucesso o seu retorno sobre os KPIs. O fio condutor comum é um compromisso com os dados como um ativo e um reconhecimento de que os KPI refletem prioridades estratégicas:

    • Os KPIs ajudam tanto a liderar como a gerir. 

Embora a gestão enfatize a realização de objetivos a curto prazo e a resolução de problemas, a liderança olha para a visão a longo prazo da empresa. Vistos nesta perspectiva, os KPIs são mais do que apenas “números a atingir”; são métricas que ajudam os líderes a antecipar o futuro e a desenvolver planos de negócios informados.

    • Os KPIs alinham a organização. 

Ao selecionar os KPIs certos, todos na organização ficam na mesma página, com pessoas e processos alinhados para melhor servir as necessidades dos clientes. Os KPIs orientados por dados também permitem às organizações serem ágeis: a avaliação em tempo real do desempenho das vendas ou dos resultados das campanhas de marketing, por exemplo, permite decisões orientadas por dados sobre a correção do rumo.

    • Os KPIs fornecem uma visão integrada do cliente. 

Nas indústrias desde a hospitalidade aos cuidados de saúde, o tradicional funil de vendas já não existe. O enquadramento dos KPIs em torno da sensibilização e antecipação das necessidades do cliente permite às empresas envolver os clientes em vários pontos de contacto do processo de vendas, e numa gama de canais digitais e analógicos.

    • Os componentes KPI informam a tomada de decisões. 

Os KPI, tais como a taxa de conversão de vendas, variam de facto muito dependendo de fatores como a hora do dia, localização, ou plataforma (móvel, Web, ou desktop). As empresas com a capacidade de analisar estes dados em tempo real estão melhor posicionadas para ajustar prioridades do que as empresas que só podem realizar uma análise retrospectiva dias mais tarde.

    • Os dados KPI são partilhados entre unidades de negócio. 

Quando uma empresa estabelece KPIs que se aplicam a unidades de negócio, o sucesso depende da colaboração inter-funcional. A visibilidade dos dados desempenha um papel importante nesta colaboração, uma vez que os gestores precisam de ver como as suas ações têm impacto nos KPIs. A minimização do atrito entre unidades de negócio pode exigir que as empresas reexaminem as funções departamentais e dos funcionários.

    • Os KPIs não podem proliferar indiscriminadamente. 

Não há “número mágico” de KPIs, mas menos é geralmente melhor: Três KPIs de empresas e três KPIs funcionais devem ser suficientes. Dada a vasta gama de dados disponíveis para os executivos, e a velocidade a que chegam, determinar esses KPIs pode ser uma tarefa assustadora. É melhor concentrar-se especificamente nos KPIs que irão impulsionar o crescimento do negócio.

    • Os KPIs servem como conjuntos de dados para a aprendizagem de máquinas. 

Tanto individual como coletivamente, os KPIs podem “ensinar” modelos de aprendizagem de máquinas a fim de melhorar o desempenho ao longo do tempo. Isto permite aos modelos introduzir dados transacionais, tais como números de vendas passadas, e “resolver” para valores a longo prazo, tais como vendas futuras. Por sua vez, estes valores preditivos podem ajudar a influenciar as decisões de planeamento estratégico.

Em última análise, a definição, desenvolvimento e aperfeiçoamento dos KPIs deve ser um foco chave da equipa de liderança de cada organização. Os líderes devem estar prontos para iniciar um diálogo em toda a empresa sobre como estes KPIs irão evoluir para além das métricas de avaliação para impulsionar a mudança organizacional.

Finalmente, os próprios KPIs devem ser tratados como um bem de dados especial, especialmente porque as organizações adotam a automatização de processos como parte da sua contínua transformação digital. Em vez de serem outputs para análise humana, sugeriu Schrage, eles deveriam ser inputs para máquinas.

 

Fábio Stumpf é CEO da TecSoftware, Conselherio em Inovação e Tecnologia da ACRJ e jurado do Programa MIT Inclusive Innovation Challenger

Por que Ninguém Está Sorrindo?”

Autor: Márcio Cerbella Freire

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios.

Resumo: A construção da confiança criativa nos negócios passa pelo estado de felicidade das pessoas envolvidas em todas as suas fases, seja empresário, fornecedor, colaborador, cliente etc.

Em um contexto em que o desemprego e a aparente falta de oportunidades sobressaem, cada vez mais pessoas estão renunciando a sua essência, se por um lado a tecnologia oferece facilidades, por outro a impossibilidade de aquisição desses itens, ou mesmo a simples frustração de não estar normal perante as convenções e hábitos da sociedade em que estamos inseridos, torna a simplicidade de um sorriso cada vez mais distante.

Lembrando que estamos passando por uma crise de valores, onde muitas de nossas crenças foram desconstruídas de forma nem sempre voluntária ou sequer necessária. O que ocorre é que, na maioria das vezes estamos sem saber o que fazer com nossas vidas. Entendendo a palavra sucesso como realizar algo em que nos sentimos felizes antes, durante e depois de fazê-lo, percebe-se que é necessário resgatarmos nossos desejos, sonhos e valores, para que possamos caminhar rumo a ele, portanto estar feliz ou sorrindo, vem da certeza de que não estamos nos violentando e que caminhamos no sentido de nossas ideias e ideais. A situação de baixa autoestima que muitos tem se permitido encontrar, é um dos fatores para que o sorriso não seja natural. Mas se considerarmos a escolha que fazemos, a felicidade depende 100% de nós mesmos, mas isso não significa que seja fácil, ou que não demande muito esforço e investimento em autoeducação.

Se olharmos por outro ângulo qualquer crise pode ser uma oportunidade de nos diferenciarmos dos demais, uma vez que nesses momentos aumentam as necessidades e desafios para solução de problemas, se encontrarmos uma solução seremos vistos com outros olhos, além da sensação de elevação da autoestima que é promovida quando conseguimos algo assim, portanto a melhor dica é buscar nos momentos difíceis novos desafios que alavanquem o nosso crescimento. Portanto fazer o que se gosta e saber o que fazer nas mais diversas situações, são fatores que ajudam a não abrir mão do sorriso, para isso é necessário buscar informações, sistematizar processos, planejar constantemente, definir as ações a tomar e monitorar sempre os resultados para que os ajustes possam ser feitos de forma adequada mantendo o grau de satisfação das pessoas e clientes no ambiente de trabalho.

Isso pode parecer estranho, mas quanto mais desafios houver maiores serão as chances de encontrar soluções para os mesmos e consequentemente crescer e avançar, mesmo que a princípio você tenha medo, não deixe de fazer aquilo que é necessário para atingir as suas metas e objetivos, aprenda a traçá-las usando ferramentas conhecidas como SMART, ESPERTA, META, etc. Não deixe a procrastinação impedir que você comece a agir na direção de seus sonhos, muito menos seja tão perfeccionista que nunca coloque em prática aquilo que planejou, lembre-se na maioria das vezes feito é melhor que perfeito. Considere investir em autoeducação, em orientação para suas escolhas, lembre-se que em muitos casos um coach pode ajudar a encontrar novas saídas e os motivos que te levam a tão sonhada felicidade no mundo do trabalho ou negócios.

O fracasso na realização de uma determinada tarefa pode torná-lo infeliz mas lembre-se, se você escolher que sim, provavelmente isso vai acontecer, no entanto se você aproveitar as experiências, sensações e aprendizados dessa derrota, ela com certeza poderá se transformar em um grande passo para a próxima vitória, mais importante que alcançar um determinado objetivo é aproveitar a jornada realizada para se chegar até ele, tudo no caminho é aprendizado, e se bem aproveitado determina momentos de felicidade, e o somatório deles se torna um tesouro onde você poderá buscar força para vencer de forma feliz e agradável os seus próximos desafios.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação (UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

 

Objeções ao Trabalho de Pré-Vendas

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Hoje, vamos falar um pouco mais sobre duas objeções comuns para o trabalho de pré-vendas e que são ouvidas com frequência pelos SDR’s da Sua Visita:

“Não contrato pré-vendas por questões financeiras” ou “minha venda é complexa” ou ainda “me parece automação demais”.

Se você ainda pensa deste jeito, quero te levar e refletir novos argumentos.

Com frases diretas posso dizer “Caro é prospectar errado, perdendo tempo e dinheiro. Complexo é vender para 1 pessoa, podendo vender para 100, com o mesmo esforço mas direcionado a um grupo estudado e que é igual. Por que prescindir da automação e não usar de boas ferramentas para pensar em estratégias, ajustando, afinando até fazer dar certo.

Empresas enormes adotam o modelo INSIDE SALES, onde um setor interno seleciona melhores oportunidades e poe o comercial na frente do gol, como brincamos. E sem os SDR’s arrisco dizer que não seriam tão grandes. E nem empresas menores cresceriam tão rapidamente, como vemos atualmente.

Você sabia que o perfil da fila de empresas abrindo capital, no Brasil, é de empresas médias, que tiveram crescimento muito rápido e vislumbram evolução maior ainda, quando virarem S/A?

Sabe como elas chegaram a este patamar? Com certeza envolveram automação, pré-vendas, processos ágeis e demais mecanismos e ferramentas capazes de melhorar a produtividade, reduzir tarefas operacionais e aumentando o tempo para desenvolvimento, inovação, estratégia.

Seria incrível se esse texto ajudasse você a desmistificar o trabalho de pré-vendas. Meu propósito é mostrar a grandes empresários de pequenas e médias empresas, que a pré-vendas ajuda a alcançar decisores de organizações que nunca se imaginou chegar, qualificar seu interesse, seu momento de compra e colocar um lead qualificado em reunião com a sua empresa, disposta a fechar negócio. “Levantou a mão, declarou interesse”

Falando assim parece fácil. E para a @suavisita assim como pra qualquer um que se dispõe NÃO É. Sim, temos inúmeras ferramentas, como o próprio Sales Navegator, e tantos outros, temos expertise e prática diária que nos faz eficientes todos os dias mas o especialista é você! Se não se juntar no processo de ouvir ligações, afinar contornos de objeções e juntos fazermos melhor todo dia, o processo não se retroalimenta.

Vamos conversar mais a respeito?

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

 

Automação

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Hoje o assunto é automação. Aposto que você recebe muitos e-mails, WhatsApps, SMS automáticos, diariamente. Mas tenho certeza de que você não consegue identificar se todos são automáticos.

Nosso trabalho como SDR é automatizar sem que ninguém perceba. Muitas vezes um dos nossos escreve parte do e-mail personalizando com a conversa anterior neste sentido.

Na enquete que eu fiz há algumas semanas, algumas pessoas responderam que não contratam serviços de pré-vendas por considerarem “automatizar demais”.

O interessante é que isso é um paradoxo. Afinal, o que mais se fala hoje é de veículos autônomos, internet das coisas, indústria 4.0, agilidade e outros conceitos que se fazem presentes no dia a dia da população. Neste contexto as pessoas já não veem isso com estranheza. Assim como não estranham quando percebem que receberam uma mensagem automática bem feita, em cadência, como falamos. E te digo uma coisa: está cada vez mais difícil identificar. É possível. Pode ser bem feito.

Os redatores, copywriters, roteiristas e todos os profissionais que trabalham com textos, vem introduzindo discursos tão envolventes que parece que não é um robô que está enviando massivamente determinada mensagem. Lógico que como diz meu marido Rogério Carrasqueira “temos que fazer as coisas com parcimônia”, nada demais é bom, nem ligações de mais, nem e-mails demais, tudo tem que fazer sentido.

E, no final das contas, o importante é parecer não ser automático, sendo o mais automático possível. =) Fazendo a mensagem chegar para o máximo de pessoas possíveis, usando tecnologias que aumentem a produtividade e o deixe livre para pensar estrategicamente. Se a empresa de quem recebe a mensagem precisa, vai acender uma luz, ela vai te procurar, vai responder.

Na Sua Visita, temos humanos operando robôs, humanos escrevendo os textos e roteiros, humanos buscando oportunidades com potenciais clientes, no outro lado da linha telefônica e humanos como eu, claro, que como CEO, deve ter tempo e condições para pensar estrategicamente no meu negócio. Mais tempo para você especializar-se ainda mais, atualizar-se ainda mais, mais tempo pro que faz melhor.

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

Sabe a Diferença entre Preço e Valor, ao Contratar uma Empresa de Pré-vendas?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Preço se negocia de inúmeras formas. Valor, é o que se cria e se entrega ao cliente.
Saiba como fazer para o preço não ser mais uma limitação:

Preço pode ser medido pela capacidade de se manter um compromisso financeiro com um produto ou serviço adquirido. Pelo viés da razão, faz todo sentido.

Agora quando estamos falando do componente emocional, existem crenças e objeções relacionadas ao preço, muitas delas absolutamente subjetivas, que te impedem de crescer, de inovar ou testar novas formas de fazer.

Imagine o valor de se desenvolver um setor de pré-vendas que se retroalimenta. Um setor de Inside Sales que qualificam os Leads desenvolvendo internamente a capacidade de entender plenamente o que é qualidade no seu ponto de vista e se aprimora constantemente, criando oportunidades crescentes de novos negócios com empresas que você sempre sonhou em conseguir a atenção
Isso faz sentido pra você?

Mas é mais que lógico que isso tem um preço.

Talvez, você não saiba que existem formas de se contratar uma empresa de Pré-vendas, como a @SuaVisita.

Nós temos tido reuniões super interessantes neste sentido:
• Modelos de pacote mensal, fixo;
• Pagamento por lead gerado e/ou qualificado;
• Pagamento por reunião agendada;
• Success Fee, que pode envolver um mínimo garantido e mais variável percentual, por contrato fechado.

Todos eles têm suas vantagens e desvantagens, tanto para o cliente, quanto Sua Visita enquanto empresa de Pré-vendas. Porém, as chances de se chegar a um acordo são maiores quando temos opções, concorda?

Nao acha que é agora a hora de pensar num budget, mesmo quefuturo, para desenvolver um profissional de prevendas para seu time?

Cabe a você, empresário, perceber valor nesse mercado, acompanhado conseguirá mais rápido, focado na sua expetise.

Na minha última enquete, a maioria das pessoas responderem que “acreditam que não podem pagar” por um trabalho de pré-vendas. Será um prazer conversar contigo sobre nossos modelos de trabalho, tickets médios e ciclos de venda. Vendas consultivas devem ajudar sempre, independente de monetizar essa relação.

Vamos conversando! Você, de vendas complexas e nós com a expertise de criar um fluxo, um processo de fazer isso acontecer com inovação, BI e sobretudo, humanização destes processos.

Conta pra mim, vou adorar conversar sobre ligações que deram certo e a maior dica pra isso acontecer é: seja você mesmo!

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita