Escolas de Samba. Um exemplo de Gestão. (Oi??!!)

Autor: Paulo Milet

 

As faculdades de administração bem que poderiam criar uma cadeira com  o nome de “Planejamento, Organização, Estrutura, Execução e Controle aplicados aos processos executados nos desfiles das Escolas de Samba” ou, mais facilmente, “Vamos aprender a gerenciar com o samba!”.

Em vez de aulas chatas e cansativas, os alunos visitariam os barracões durante o ano, estudando os PROCESSOS de elaboração e construção de alegorias e fantasias; assistiriam aos ensaios da bateria e analisariam o estilo de GESTÃO DE PESSOAS adotado pelo Mestre de Bateria; e avaliariam a ESTRUTURA ORGANIZACIONAL fixa das escolas e a ESTRUTURA DE PROCESSOS para o desfile.

Cada um desse itens poderia ainda ser visto pela visão dos INDICADORES DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE e do MONITORAMENTO CONTÍNUO. Quais quesitos serão considerados pela comissão julgadora? Como a escola se prepara para atingir a nota máxima em cada um?

O que mede a QUALIDADE? Ou melhor, sabemos o que é qualidade nesse caso? É o que o cliente quer ou o que supera suas expectativas? QUEM É O CLIENTE? Tanto pode ser o povão nas arquibancadas quanto o telespectador em casa ou os jurados. Para cada cliente, uma forma de entrega diferente. Como itens subjetivos do tipo beleza, harmonia e empolgação poderiam ser previamente ajustados e treinados para o melhor RESULTADO FINAL DO PROCESSO?

A GESTÃO DO MARKETING também tem que entrar. Precisamos saber se o samba-enredo foi bem divulgado e se o povo está sabendo cantar. Os ensaios foram disputados? Atraíram celebridades e repercutiram na mídia? E o pós-desfile, como capitalizar e gerar recursos para o ano seguinte?

Vocês têm as respostas? Eu não. Mas olhem só que beleza de debates poderiam sair daí!

Não podemos esquecer da PRODUTIVIDADE, que pode ser definida como uma razão entre o que é produzido e o que é consumido para essa produção. E o que seria produzido por uma escola durante o ano e no desfile? O consumo pode ser em horas de trabalho ou em dinheiro gasto, em tempo ou em qualquer outro quesito absorvido no processo.

A produção de fantasias é um item interessante de se ver por esse aspecto. Quantas foram produzidas em quanto tempo? Por quanto? Estava dentro do planejado? Sabemos qual era a CAPACITAÇÃO das pessoas envolvidas e se tiveram treinamento? Existe algo parecido com um  PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS, mesmo que informal? Quem ganha mais e porque? Como medir os BENEFÍCIOS INDIRETOS?

E os FORNECEDORES? Entregaram o previsto, dentro dos preços, prazos e qualidade combinada? Superaram expectativas?

Durante o desfile entra o conceito de “MONITORAMENTO CONTÍNUO”. Os Diretores de alas (GERENTES) precisam saber quanto tempo resta e se o som está OK. O samba atravessou, levantou a galera ou foi apenas certinho? A comissão de frente está desempenhando bem? A ala das baianas evolui legal? E o recuo da bateria? E a madrinha? E…? Quantos REQUISITOS para acompanhar…

Mas terminado o desfile, tem que começar processo de MELHORIA CONTÍNUA. Foram 4.000 pessoas desfilando em dezenas de alas, evoluindo ao longo da avenida de modo organizado e planejado, seguindo um ritmo pré-determinado.

Que HABILIDADES E COMPETÊNCIAS estiveram presentes ou ausentes e como foi o comportamento dessas pessoas ao longo do desfile? Seu PERFIL COMPORTAMENTAL estava adequado às tarefas que elas desempenharam?

O que pode e deve ser melhorado para o ano que vem? Vamos girar o PDCA?

Fala sério! Quem não teria vontade de assistir a uma aula dessas? Daria fácil para consumir um semestre inteiro.

E nem falamos de TECNOLOGIAS DE PROCESSO E DE PRODUTO, nem de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Mas isso fica para o próximo desfile, perdão, para o próximo semestre, usando as METODOLOGIAS ÁGEIS disponíveis.

E quando o METAVERSO vier, as aulas serão “imersivas” e nós estaremos, aos milhares, desfilando ao lado da Porta-Bandeira ou “voando sobre” a bateria (Uau!).

Que venha logo!

 

Paulo Milet –  consultor e empresário nas áreas de Gestão e Educação a Distância, Presidente do Conselho de Educação da ACRJ, Diretor da TIRIO/RIOSOFT e sócio-Diretor da ESCHOLA.COM

 

O Novo Ensino Médio – E Agora!?

Autora: Maria de Fátima Apolinário

 

Estudantes do 1º Ano do Ensino Médio em 2022 já entram no NOVO modelo.

 Em 16 de fevereiro de 2017, o Novo Ensino Médio foi aprovado pela Lei Nº 13.415, com o objetivo de tornar a etapa mais atrativa para os jovens, promovendo alterações consideráveis. E se torna obrigatório a partir do 1º ano do ensino médio em 2022.

O QUE DEVEMOS ESPERAR!? – Trazendo uma organização mais atraente para os alunos, abandonando a forma padrão de oferta, concebendo uma reforma estrutural no atual sistema de ensino do país, o Novo Ensino Médio veio para ficar, transformar e equalizar oportunidades no mercado.

No início, o maior conflito era se concentrar exatamente na reconfiguração de um ensino mais amplificado, e ao mesmo tempo customizado às necessidades reais das demandas de cada comunidade escolar. Viabilizar essa mudança no Ensino Médio, é ensinar o jovem através da escola a disponibilidade para o diálogo construtivo, para a escuta ativa, a responsabilidade diante do outro, possibilitando que ele seja um sujeito de transformação. Aliás, aqui cabe um dito bastante eloquente: Somos projetos de nós mesmos, frutos de nossas ideias, causa e consequência daquilo que escolhemos!” – (Inês Seibert)

A nova organização apresenta um currículo composto pela Base Nacional Comum Curricular e Itinerários Formativos com aumento de carga horária num total de três mil horas (3000 H).  Dessas, 1800 horas serão destinadas ao currículo comum (FGB), e 1200 horas aos Itinerários Formativos.

A Base Nacional Comum Curricular é um documento que regulamenta quais são as aprendizagens essenciais a serem trabalhadas nas escolas públicas e privadas no ensino básico.

Os itinerários formativos são conjuntos de disciplinas, oficinas, projetos, compostos pelas quatro áreas do conhecimento:  Linguagens e suas tecnologias, Matemática e suas tecnologias, Ciências da Natureza e suas tecnologias, Ciências Humanas e sociais aplicadas e a grande novidade a inclusão da Formação Técnica e Profissional, possibilitando a habilitação para os alunos que optarem pelo V ITINERÁRIO no Ensino Médio. A escola que optar por oferecer este itinerário deverá estar habilitada pelos órgãos para expedir o diploma técnico.

O ALUNO QUE ESCOLHER UM ITINERÁRIO TÉCNICO, PRECISA SEGUIR NA GRADUAÇÃO DENTRO DA MESMA ÁREA DE CONHECIMENTO? Entendemos que o Novo Ensino Médio traz para o aluno possibilidades de ingressar no mundo do trabalho antes mesmo de cursar o ensino superior, e com habilidades dentro da área escolhida desenvolvidas. Ao término do ensino médio, com conhecimentos e experiências que possibilitem engajar no mercado de trabalho tão carente de profissionais.

E o mais disso tudo, a formação técnica não engessa sua opção por uma segunda profissão ou especialização na graduação (Ensino Superior), ou seja, seu leque mercadológico só aumenta.

Em 2018, segundo o IBGE, no Brasil cerca de 11 milhões de jovens de 15 a 29 anos não estavam no mundo do trabalho, nem estudando ou se qualificando. Esses jovens derivam de diferentes contextos e origens, mas enfrentam barreiras comuns quando se tornam adultos.

Enfim, o NOVO ENSINO MÉDIO vem para aumentar e revigorar suas perspectivas no mercado, basta estar preparado para novos desafios e com a mente sempre aberta para as oportunidades que baterão à sua porta. #boraestudarjuntos?

 

Maria de Fátima Apolinário – Diretoria de Pedagogia do Colégio João Paulo I

Você Tem Acabativa?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

A iniciativa é uma das competências mais valorizadas nas empresas hoje em dia. Não há nada melhor do que ter uma equipe na qual as pessoas estejam comprometidas em nos ajudar na busca por soluções para os problemas que acontecem no nosso dia a dia.

As pessoas de iniciativa têm mil ideias, são criativas, mas geralmente, deixam de lado e odeiam a rotina necessária para colocá-las em prática. Milhares de ideias e soluções das mais diversas são engavetadas dia após dia. Quanta genialidade desperdiçada…

Acabativa é um termo criado pelo consultor de empresas e conferencista brasileiro Stephen Kanitz, que diz respeito à “capacidade que algumas pessoas possuem de terminar aquilo que iniciaram ou concluir o que outros começaram”.

Ao ler o conceito, imagino que você pensou em si mesmo ou lembrou de alguém que tem ou não tem essa característica…

Acredito que você conheça também aquela pessoa que, muitas vezes é capaz e empenhado, mas que começa diversos cursos e não termina nenhum, aquela que traça vários objetivos no ano e não realiza nenhuma.

Iniciativa e acabativa são assim, uma sem a outra limita os nossos sonhos e as nossas realizações. Quantas pessoas têm dezenas de ideias e não fazem nada? Quantas pessoas estão cheias de vontades e não têm ideia do que fazer?

Se enxergou em algum desses exemplos?

O fato é muitas vezes cultivamos alguns desses hábitos sem nem perceber…

E não há nada melhor do que ir dormir com a sensação de que fizemos algo importante. Acredito que para que isso aconteça, um dos pontos essenciais é estar em dia com nossos objetivos.

E aí, como anda a sua acabativa?

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

Rússia X Ucrânia e Implicações No Metaverso

Autor: Paulo Milet

 

Vou abordar aqui dois temas que poderiam ser claramente associados com o futuro (o Metaverso) e com o passado ( a Guerra Rússia X Ucrânia). Desde que Zuckenberg anunciou que o Facebook iria passar a se chamar Meta, e focar no Metaverso, essa palavra não sai dos destaques no mundo da Internet, mesmo não sendo realmente uma novidade, já que até jogos (Second Life) existem há mais de 20 anos. O conceito, simplificadamente, seria que tudo que se faz hoje na internet (pesquisas, compras, educação, saúde, trabalho, conversas, jogos…) vai ser feito “entrando” no Metaverso, “presencialmente”, com todos os cinco sentidos, e mais algumas capacidades, já que as leis da física e conceitos de tempo e espaço não necessariamente precisarão ser “ obedecidas”.

Mas as notícias das últimas semanas envolvendo a guerra, ou melhor, a invasão da Ucrânia pela Rússia, ainda nos mostra um modelo “antigo” de tentativa de dominação de um país em função de fronteiras físicas e superioridade numérica em termos de tanques, soldados e armas (até atômicas). Uma guerra que talvez esteja fadada a ser a última (quem dera!) com esse formato, já que territórios dominados vão valer cada vez menos em relação à inteligência e à tecnologia.

Nessa guerra, o que vemos são bombardeios atingindo prédios civis residenciais, comerciais e até hospitais. Milhões de ucranianos abandonando seu país, crianças, mulheres e idosos sendo atingidos. Tanques russos pesados cercando. Inaceitável!

O mundo da Internet, assim como o do Metaverso, não é esse mundo puramente físico onde as coisas acontecem dentro das regras. leis e fronteiras de cada país. Tudo acontece na “nuvem” e nas suas interconexões.

Elon Musk colocou no ar uma rede de satélites exclusivos possibilitando quem não apenas seus clientes, mas também o povo ucraniano, continuasse tendo acesso a informações do dia a dia da guerra. E as fronteiras?

As leis atuais não impedem guerras e nem conseguirão regular o Metaverso. Medidas novas, nos dois casos, terão que ser supranacionais. Já está em tempo de percebermos que as legislações que consideram o território físico, seja para o cometimento de crimes, penalização de criminosos, aspectos legais, tributários ou trabalhistas, já deveriam estar sendo discutidos nos diversos fóruns internacionais.

Problemas desse tipo teriam que ser tratados em um nível global pelos países. Só assim, os Telegrams e Putins da vida poderiam respeitar e atuar dentro de limites razoáveis. Centenas de empresas saíram da Rússia porque sabiam que seus clientes no mundo todo iriam apoiar (mundo ESG).  Dezenas de países e entidades criaram punições, bloqueios e banimentos. Mesmo se a Rússia “ganhar”. Já perdeu! No Metaverso, será similar.

Temos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da ONU para 2030, que equacionam os grandes problemas mundiais. Talvez deva-se incluir um ODS18 que acabe com possibilidade de guerras.

Oito anos também é um horizonte razoável para um Metaverso mais completo, onde, além de visão e audição, o tato (certamente) e talvez olfato e paladar já estejam disponíveis de modo simples, fácil e confortável.

Em 2030 não poderão mais existir problemas de fome, educação, saúde e habitação. Conectividade total é a palavra de ordem. Os custos de comunicação e acesso ao Metaverso serão irrisórios. Produtividade total na agricultura, comércio, indústria e serviços. Renda mínima garantida. Trabalho pesado só com máquinas. Carga horária menor no trabalho.

Para que essa visão aconteça, as leis precisam ultrapassar fronteiras, aqui e no Metaverso. Movimentação livre e acordada em todas as direções.

Se for assim, guerra? Por que? Pra que?

 Paulo Milet –  consultor em gestão, Inovação e EaD,  Presidente do Conselho de Educação da ACRJ,  Diretor da RioSoft e TI-RIO. Formado em Matemática pela UnB, com pós em Administração Pública  pela FGV e Founder  da ESCHOLA.COM.

O Suporte Técnico Terceirizado como Estratégia Organizacional

Autor: Theonácio Lima Júnior

 

No meio dessa “sopa de letrinhas” que envolve a prestação de serviços de tecnologia da informação, temos o tão conhecido Suporte Técnico. Algo tão descaracterizado e desvalorizado como serviço em qualquer segmento. Visto como o Grande Vilão e tendo a referência de impactarem nas maiores despesas em qualquer fluxo de caixa empresarial.  Nunca…eu disse Nunca caracterizado com sua relevante importância.

Vamos retirar essa máscara que foi associada e imposta ao Suporte Técnico.

O suporte técnico, chamado ainda de assistência ao usuário de software e hardware, envolve serviços desempenhados cuja atividade pode começar na fase final de engenharia inicial e se prolonga até o final da vida útil do produto.

O suporte técnico é oferecido por um profissional de Tecnologia de Informação – TI, de forma, presencial ou remota, e objetiva solucionar problemas referentes ao funcionamento de computadores e/ou redes corporativas.

Para os fabricantes, o suporte técnico é o instrumento capaz de captar as necessidades dos usuários visando adaptar melhor os seus produtos às perspectivas do mercado, e, por conseguinte, alcançar o seu maior objetivo, o lucro. Mesmo que o mesmo não seja visto nesses moldes pelos empresários.

Porque podemos terceirizar?

Em muitos casos, os serviços de suporte são oferecidos pelo próprio fabricante, entretanto, devido a indisponibilidade de tempo, estrutura física e recursos necessários para se montar um bom departamento de suporte, nem sempre essa escolha se torna viável financeiramente para uma empresa.

Assim, nasce a terceirização do suporte técnico de TI, conhecida ainda como Outsourcing de TI, que incide em contratar fornecedores externos para desempenhar diferentes funções, como entrada de dados, manutenção e desenvolvimento de aplicativos, operações de data center, recuperação de desastres, gerenciamento e operações de rede.

Muitos fabricantes vêm optando pela terceirização do suporte técnico com a finalidade de centrar esforços na produção e desenvolvimento de novos produtos. Atualmente, no Brasil, existem diversas empresas especializadas excepcionalmente na prestação de serviços de suporte técnico.

Porque utilizar como estratégia organizacional ?

Diante dos tempos de crises mercadológicas vivenciados pela sociedade moderna, a terceirização do suporte técnico vem se tornando uma importante estratégia organizacional.

Diferentes organizações vêm adotando a terceirização do suporte técnico por importantes causas, como: redução de custos, foco no negócio, melhoria de processos e a garantia da qualidade do serviço oferecido, causas estas que se tornam em importantes estratégias de gestão.

É bem verdade que a manutenção de uma boa equipe interna de TI gera despesas de recrutamento, seleção, contratação e treinamento. Tem-se, ainda, a exigência de uma infraestrutura física adequada à atuação do profissional, que, nem sempre, possui conhecimentos pertinentes à lidar com questões peculiares ao departamento de TI.

Estes fatores podem motivar muitas empresas a buscarem a terceirização do suporte técnico, haja visto que sustentar uma equipe competente de TI pode ser consideravelmente dispendioso. Mais notadamente para as pequenas e médias empresas.

Caso uma empresa se depare com altas demandas de trabalho e/ou problemas impossíveis de serem solucionados por meio dos seus próprios recursos humanos e físicos, ela pode optar por duas escolhas:  esperar, sem tempo previsto, pela disponibilidade da sua equipe interna ou partir para terceirização do suporte técnico.

A empresa que contrata uma terceirização de suporte técnico tem a vantagem de contar com profissionais preparados e competentes a operar nas diferentes áreas da TI, de acordo com as demandas que se fizerem necessárias.

Independentemente do seu segmento as organizações dependem da tecnologia para se manterem em pleno funcionamento. Principalmente a TI que tem a responsabilidade de gerir e integrar hardwares, plataformas de software e subsidiar à gestão no que se refere ao gerenciamento de dados e estratégias de ação para qualquer tomada de decisão.

No Brasil, a terceirização do suporte técnico vem movimentando grande parte do mercado de serviços de TI. Muitos empreendimentos optam pela terceirização do suporte técnico de TI para manter o foco no desenvolvimento do negócio e reduzir custos, em vez de se absorverem com questões operacionais cotidianas. Devido a sua importância o suporte técnico terceirizado se encontra em grande expansão no mundo, principalmente no período da pandemia e no pós pandemia.

Do outro lado, as empresas provedoras desse tipo de serviço, evidentemente, devem observar que, assim como em qualquer tipo de negócio a terceirização do suporte técnico pode oferecer riscos, que perpassam pela competitividade acirrada do setor, regulamentações governamentais, frequentes gastos e investimentos em novas tecnologias e possíveis variações de mercado.

Por isso, a relevância da expertise do provedor do serviço que deve se encarregar de assumir, administrar e reduzir riscos junto à sua equipe.  Aos poucos, a eficácia do suporte técnico terceirizado tende a aumentar diante das demandas disponibilizadas no mercado.

As pequenas empresas que oferecem suporte técnico terceirizado devem evitar contratos com valores fixos, pois eles tendem a gerar prejuízos. Sendo assim, a única maneira de aumentar o lucro, é reduzir despesas. Com isso, surgem os riscos de ocorrer desmotivação para o trabalho que, muito comumente, vem acompanhada com falhas nos serviços prestados, que acabam por não proporcionar a plena satisfação no cliente quando na entrega dos serviços.

Isso pode ocorrer porque vários contratos de terceirização não conseguem cumprir com as políticas previamente acordadas. Torna-se importante que o provedor se dedique a realizar pesquisas e avaliar cuidadosamente o contrato antes de fechar um negócio.

É relevante buscar referências de outras empresas e fazer um planejamento hábil a atender ao máximo as perspectivas de ambas as partes, contratado e contratante. Propor uma comunicação inteligível também é imperativo para que as partes interessadas sejam ouvidas e sejam capazes de prever a capacidade de cumprir as obrigações contratuais.

A terceirização do suporte técnico pode ser uma boa estratégia para manter a competitividade de empreendimentos no mercado, tanto para o contratante, quanto para o contratado, porém, deve-se planejar e executar ações para constituir boas relações trabalhistas, estabelecer e cumprir prazos e objetivos propostos nos projetos, de forma a priorizar máxima transparência, desde o primeiro contato.

A TAVTEC Tecnologia está apta a auxiliar toda e qualquer empresa que precisar de auxílio. Não importa o segmento e nem a área de atuação, pois mais especifica que seja, somos seu Amigo Virtual. Conte com nossa experiência e eficácia nos resultados.

 

Theonácio Lima Júnior – Diretor – TAVTEC Tecnologia

 

 

O Papel do Líder Comercial, é Preciso Motivar Todo dia

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Você se julga um bom líder de equipe de vendas ou apenas gerencia os resultados?

O líder de uma equipe de vendas é responsável por liderar o seu time com o objetivo de atender as necessidades dos clientes. O perfil de um grande líder começa desde a seleção de novos colaboradores, engajamento da equipe, realização de treinamentos e desenvolvimento de campanhas de incentivo. Entre suas responsabilidades, também estão os relatórios de resultados e acompanhamento do mercado.

Ser líder pode parecer um conceito simples, mas deixa perplexos muitos de nós, inclusive por seus diferentes estilos de liderança. Afinal, a liderança é muito mais do que apenas carisma, ou simplesmente atribuir metas e supervisionar o desempenho de qualquer vendedor.

Qualquer líder comercial que tenha um bom potencial pode simplesmente usar as suas autoridades para fazer com que seus vendedores e subordinados executem as tarefas exigidas.

No entanto, isso cria um sentimento de obrigação, em vez de ambição.

Em uma empresa, são inúmeros os fatores que podem desanimar uma equipe e fazer com que seus membros fiquem desmotivados. Um deles são os processos burocráticos, que acabam estressando e desanimando todos os colaboradores: a demora para conseguir realizar um processo ou obter uma autorização, por exemplo.

Mas, talvez o fato mais importante de todos seja, na verdade, o mais subjetivo: os colaboradores ficam desmotivados quando sentem que não pertencem ao time ou à empresa. Quando o funcionário não sente um vínculo, não se sente integrado a um grupo, nem mesmo um bom salário pode animá-lo. Por isso, é crucial que o líder do grupo motive dia a dia o funcionário.

Uma ação que é superimportante para manter a sua equipe motiva que poucos gestores fazem, é manter um relacionamento saudável com ela.

Manter o relacionamento saudável com a equipe é tão importante quanto o relacionamento da empresa com o cliente. Para manter um vínculo saudável com cada membro da equipe, os gestores devem buscar conhecer os sonhos e desejos pessoais e profissionais dos funcionários e mostrar-se interessado em realizá-los.

Na sua empresa, o que você está fazendo para motivar a sua equipe?

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

As empresas que não se adaptarem ao mundo pós covid-19 irão se “desintegrar” no Mundo Corporativo

Autor: Theonacio Lima Jr.

 

A pandemia de Covid-19 representou uma das maiores emergências de saúde da história recente. Foi capaz de provocar grande mal-estar, não apenas na área da saúde, mas, em todas as esferas sociais.  Emergiu a necessidade de enfrentar diferentes adaptações, muitas vezes, quase às cegas.

As instituições de ensino, por exemplo, necessitaram se reinventar, cuja repercussão gerou o desafio de se criar uma rápida familiaridade com os contatos remotos e com as plataformas digitais. Restaram desconfianças referentes aos efeitos teoricamente preocupantes sobre as qualificações dos discentes e sobre a formação continuada dos docentes.

Sutilmente tudo modificou. A repercussão da desordem provocada pela pandemia, acelerou o ciclo de aprendizagem e mudou todos os planos de ensino, não sendo possível mensurar, os prejuízos cognitivos gerados nos educandos e os desgastes profissionais enfrentados por professores, devido à falta de estrutura de tecnologias e materiais didáticos correspondentes.

As significativas consequências do Covid-19 atingiram em cheio o mercado global com grandes impactos, devido as medidas de isolamento, proibições e restrições adotadas. A humanidade não estava preparada para lidar com mudanças tão severas e suas realidades decorrentes, sobretudo, no mundo dos negócios.

 Estamos vivenciando os reflexos pós Covid-19 mais especificamente observa-se o universo digital que impôs à sociedade algumas qualificações a curto prazo, e que alterou a forma de transmissão do conhecimento, com repercussões evidentes nos modelos de empregos, nas forma de produtividade e nas políticas de negociação. Restou um caminho adaptativo que unifica um modo de vida presencial, ao modo de vida remoto.

Os desdobramentos da pandemia de Covid-19 no âmbito organizacional vem obrigando o redesenho de modelos de gestão que já ofereciam, para algumas empresas, certo grau de dificuldade para planejar, organizar, dirigir, controlar e alcançar bons patamares de excelência e eficácia.

Ocorreu uma necessidade premente de se promover adaptações na Gestão de instalações, Gestão de pessoas, Gestão de relacionamento com os clientes e, principalmente, na Gestão de Processos e Tecnologia. Esse cenário ainda se soma às incertezas da gestão administrativa, financeira e comercial das empresas, que deixou uma margem não só para adaptações, mas, para sair do fosso que sorveu muitas organizações menos preparadas.

Diferentes foram as decisões adotadas por pequenas, médias e grandes empresas na batalha para manter as suas portas abertas. Mas, além de vidas humanas, o Covid-19 conseguiu ceifar muitos negócios. Bem como, houve necessidade de fazer demissões de pessoal, mitigar despesas e, especialmente, fazer adesão ao e-commerce.

Mesmo diante de um cenário incerto, começou a corrida para empreender pela internet, que traz em seu pacote, a necessidade de aquisição de softwares, aplicativos, ferramentas e suporte técnico, essa ação vem sendo desafiadora para muitas empresas. Porém, os empreendimentos pela internet cresceram exponencialmente, tornando-se uma ação segura e mais econômica para aqueles que nela investiram.

Empresas físicas e seus vários colaboradores foram sendo substituídos, por um servidor competente e colaboradores providos de qualificação para operacionaliza-lo, com consequente redução de despesas e aumento de lucro.

O mundo dos negócios no pós Covid-19 vem levando micro, pequenas e grandes organizações a marcarem as suas presenças no ambiente on-line. Muitas empresas tiveram que se reinventar para encontrar recursos digitais e prosseguir com o atendimento ao cliente.

Velhos e novos empreendedores devem estar alerta a serem mais atuantes e buscarem ações inovadoras para se manterem ativos no mundo dos negócios, não é possível fazer uma previsão do futuro, a própria pandemia do Covid-19, será por muito tempo um exemplo disso.

Até os modelos de governança corporativa e atividades de Conselho de Administração tiveram que se adaptar, e suas ações foram constitucionais para as organizações enfrentarem a crise. Comumente, os conselhos compareciam esporadicamente na atuação dos empreendimentos. Mas, durante a pandemia de Covid-19, Conselhos se reuniram frequentemente para debater estratégias emergenciais e garantir a sobrevivência do empreendimento.

A acomodação de gestores e líderes tornou-se uma postura aventureira, a resiliência provou ser a pedra angular dos empreendimentos, desde que a vigilância não se canse de despertar para a busca constante de novas informações e novas tecnologias, que mostraram-se firmes no enfrentamento da crise causada pela pandemia.

Em presença dos desafios impostos por esses novos modelos de gestão, a estratégia mais eficaz é enxergar alternativas para não se “desintegrar” no mundo dos negócios e ser capaz de se inserir neste novo mercado de trabalho. O que requer estar aberto para mudanças, refletir periodicamente se a empresa está preparada para enfrentar outros tipos de crises, analisar quais medidas devem ser tomadas para se manter mesmo que, minimamente prevenida, para enfrentar qualquer tipo de crise capaz de afetar a estrutura do negócio.

Resta claro que no auge da pandemia, em tempo recorde, as empresas tiveram que realizar profundas mudanças em suas práticas e políticas organizacionais. De agora em diante, incumbe as lideranças refletirem sobre a institucionalização das medidas que deram certo, a fim de criar novas estratégias e tornar mais robusto o propósito organizacional.

A TAVTEC Tecnologia está apta a auxiliar toda e qualquer empresa que precisar de auxílio. Não importa o segmento e nem a área de atuação, pois mais especifica que seja, somos seu Amigo Virtual. Conte com nossa experiência e eficácia nos resultados.

 

Theonácio Lima Júnior

Diretor – TAVTEC Tecnologia

 

O Caso TELEGRAM – “simples assim” – Será?

Autor: Paulo Milet

 

Há algumas semanas tivemos noticias da decisão do Ministro do Supremo, Alexandre de Moraes sobre o TELEGRAM. A princípio, a sequência e decisões parecem OK.

Mas vou aqui tentar uma abordagem um pouco diferente.

Em resumo:

“Além de não ter representantes no Brasil e ignorar decisões judiciais , a plataforma dissemina informações falsas e conteúdos criminosos” .

Completando “… multa diária de R$ 100.000,00 a quem descumprir a decisão, inclusive pessoas físicas…”

Uma empresa sem sede e representante no Brasil, cometendo crimes e afrontando a justiça! Pau nela!

Só que não..

Se fosse uma rede de lojas ou lanchonetes com milhares de unidades no Brasil, a solução seria implementada de forma simples. Tá proibido e pronto. A polícia garantiria que nenhuma loja abriria a partir da data X. Quem fosse comprar um sanduiche pagaria multa de R$ 100.000,00!

Mas o mundo da Internet  e TELEGRAM não é esse mundo físico onde as coisas acontecem dentro das regras e fronteiras de cada país.

O TELEGRAM não depende de nenhuma instalação física no Brasil e nem precisa de representantes aqui. Tudo acontece na “nuvem” e nas suas interconexões.

É possível proibir o o google e apple de baixar os apps nas suas lojas. OK. Mas e os milhões de apps já baixados? E as outras lojas que podem continuar baixando?

É possivel proibir as grandes operadoras (VIVO, OI, TIM e CLARO) de permitir o acesso aos IPs do TELEGRAM? Sim, mas, e as dezenas de milhares de operadores via Wi-Fi ou de Redes Locais Privadas (VPNs)? Além disso, os IPs podem ser trocados regularmente pelo TELEGRAM e a ANATEL não vai conseguir acompanhar.

A Rússia tentou bloquear o TELEGRAM nos últimos 2 anos e não conseguiu. Aliás e ao contrario. Nesse momento, o TELEGRAM é um dos poucos recursos que os povos ucraniano e russo tem pra saber o que está acontecendo de verdade na região.

Vamos mudar um pouco aquele  texto inicial lá em cima?

Nova versão: O ministro do Supremo Tribunal de Gana ( ou Niger, ou Moçambique ou Haiti ou Guatemala, ou….) proibe o TELEGRAM no seu território por desrespeito às suas leis e por não ter representante no país e impõe multa diária de R$ 100.000!.

O que vocês acham que aconteceria? NADA, absolutamente NADA. E por quê? Porque esses países, como dezenas de outros não tem importância econômica ou populacional no mundo.

O Diretor-executivo do TELEGRAM já “piscou” em relação ao Brasil. Deu uma desculpa esfarrapada sobre um email antigo e pediu um prazo pra atender à decisão. Por um motivo simples: O Brasil tem mais de 50% dos seus smartphones com o TELEGRAM instalado, com potencial pra crescer  esse número nos próximos meses/anos. Da mesma forma, a Alemanha conseguiu  ter várias demandas atendidas.

Até porque existem dezenas de “Telegrams” por aí torcendo pra queda do concorrente para poderem atuar do mesmo modo que o TELEGRAM original.

E aqueles países citados? Seriam simplesmente ignorados, mesmo que as demandas fossem justas e exatamente iguais às do Brasil.

O problema é bem maior que esse que o Ministro está abordando. E se o TELEGRAM resolvesse a la Elon Musk colocar uma rede de satélites exclusiva gerando o sinal dos seus aplicativos e tornando infrutíferos os possíveis bloqueios nacionais (vários são possíveis). Multa de R$100 mil para os usuários? Teríamos uma Gestapo fiscalizando cada residência e empresa?

Enfim, esse problema só vai ser resolvido se o TELEGRAM topar. E parece que vai, apenas porque eles se interessam pelo Brasil.

Minha opinião pessoal é que a análise do problema está correta. Concordo que  a comunicação livre de matérias fake ou criminosas ou enganosas terá que ser coibida de alguma forma.

Mas as medidas terão que ser supra-nacionais. Já está em tempo de percebermos que as legislações que consideram o território físico, seja para o cometimento de crimes ou penalização de criminosos ou para aspectos tributários e trabalhistas, já deveriam estar sendo discutidas nos diversos fóruns internacionais. Seja na ONU, Grupo dos 20, OEA, Comunidade Europeia, OECD, OMC e outras, até mesmo aqui no nosso Mercosul.

Problemas desse tipo teriam que ser tratados pelos associados de modo imediato e geral. “Mexeu com um, mexeu com todos”. Só assim os Telegrams da vida poderiam respeitar e atuar dentro de padrões e limites razoáveis.

E o que seriam padrões e limites razoáveis? Evitar fake news? OK. Analisar conversas dos participantes? Proibir postagens? Qual é a fronteira para a censura prévia? Precisamos atualizar nossos conceitos em função da velocidade e volume de comunicações e possíveis consequências do mau uso das ferramentas tecnológicas disponíveis.

O Ministro vai cantar sua “vitória” na semana que vem, mas nesse exato momento vários concorrentes do TELEGRAM estão preparando seu marketing para captar os milhões de brasileiros que se sentirem prejudicados. E a novela vai ter novos atores em breve.

Encerrando, mais uma provocação: O site Anonymous, que não tem vínculo com nenhum país ou governo,  decretou “guerra cibernética” à Russia, contra a invasão da Ucrânia. Quando a paz for decretada e restabelecida entre os dois países (esperamos que em breve), o Anonymous vai respeitar/aceitar?

E nem estamos falando de METAVERSO…

 

Paulo Milet é consultor em gestão, Inovação e EaD,  Presidente do Conselho de Educação da ACRJ,  Diretor da RioSoft e TI-RIO. Formado em Matemática pela UnB, com pós em Administração Pública  pela FGV e Founder  da ESCHOLA.COM.

Você tem um Bom Mindset?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Nossa prosperidade está intimamente ligada à nossa mentalidade.

Ter prosperidade é estar sintonizado nesta rádio e estar vibrando na mesma frequência que ela. Ao entrarmos nesta frequência, a prosperidade surge normalmente em nossa vida, daí tudo começa a fluir, as oportunidades aparecem e surgem saídas para todos os problemas…

O mindset vai influenciar, direta ou indiretamente, desde as decisões cotidianas até aquelas que podem mudar de forma radical a vida de uma pessoa.

Há clientes das mais diferentes personalidades, com respostas dos mais diferentes tipos. Mostre que você apoia ou compreende a objeção que está sendo feita. Não pense em nada além do que está sendo dito.

Tenha uma postura de identificação com o cliente. Use frases como: “sei como se sente”; “se estivesse em seu lugar, pensaria o mesmo”.

O vendedor precisa ser firme e transmitir confiança e preocupação, acrescentando: por quê? Como assim? Exemplo: diante da objeção de que o serviço é caro – “Como assim caro?”.

Procure não se alongar nas respostas, uma vez que algo é explicado, não precisa voltar ao assunto novamente. Preste os esclarecimentos da maneira mais objetiva que puder.

Para entender melhor o Mindset, separamos os 3 tipos para você:

O primeiro tipo é o mindset fixo – Define aqueles que acreditam que suas qualidades são imutáveis, ou seja, suas habilidades e talentos natos são os fatores mais importantes, que vão determinar seu sucesso ou fracasso.

O segundo tipo é o mindset de crescimento, que indica uma maleabilidade maior das características, por meio da crença de que as capacidades inatas são apenas potencialidades que podem ser desenvolvidas (ou não) através do esforço.

Pessoas com esse tipo de configuração não são iludidas com seu próprio potencial.

Na verdade, quem tem um mindset de crescimento parte do pressuposto de que todos os humanos têm um potencial desconhecido, que pode ser ativado pela educação, pela paixão e pelo esforço.

O terceiro tipo é o mindset empreendedor – O mindset empreendedor é o que muitas pessoas precisam para se impulsionarem. Essa mentalidade pode diminuir à medida que nos acomodamos na rotina do dia a dia. Inclusive entre os mecanismos de gestão de negócios.

Assim, fazer um esforço para incorporar essa mentalidade ajuda a dar um novo posicionamento para enfrentar os desafios diários e experimentar o crescimento.

É claro que os empresários são todos diferentes entre si, tendo também formas diferentes de expressar e lidar com esse mindset empreendedor. Mas, além de descobrir sua própria abordagem para os desafios do empreendedorismo, é sempre válido aprender com as experiências dos outros.

É preciso saber como lidar com o não e com a resposta de que vai adiar a compra.

E aí, você se sente preparado agora?

 

Patrícia Carrasqueira é Representante de Vendas na Sua Visita

 

Mulheres, parabéns!

Autora: Helena Monteiro

 

Muito tem- se falado que o executivo moderno deve ser aquele que consegue utilizar, de forma situacional, a competência certa para a situação certa. E a competência para identificar os sinais de futuro pertencem a todos os seres humanos, porém, as mulheres, com o seu sexto sentido, têm mais facilidades para equacionar algumas situações em que o homem se depara com maior dificuldade.

Por isso, as organizações vêm investindo em programas especiais para desenvolver habilidades masculinas e femininas em seus profissionais, através da implementação de novos parâmetros de convivência no ambiente de trabalho e valorização da feminilização, com suas competências especiais, que enriquecem de criatividade as soluções empresariais.

Portanto, não é coincidência estarmos assistindo um maior desenvolvimento da mulher no papel profissional.

A ascensão da mulher tem acontecido em vários setores da sociedade, muitos deles antes quase que exclusivamente ocupados por homens. É o caso da política, em que só recentemente as mulheres passaram a exercer cargos de maior responsabilidade, tornando-se presidentes de países, presidentes de casas legislativas, de partidos, de governos e de prefeituras.

A entrada da mulher no mercado de trabalho trouxe uma dinâmica diferente para os negócios e esse fato proporcionou benefícios para as organizações, porque as empresas modernas, que valorizam e abrem espaço para o indivíduo e dão maior ênfase para os fatores humanos que compõem a organização, buscam na mulher executiva o seu diferencial: a sua forma de gestão, mais participativa, a sua flexibilidade, capacidade de ouvir, sua resistência às adversidades, a incorporação melhor das metas a longo prazo, sua afeição ao trabalho, sua capacidade de ser mais detalhista, questionadora, cobrar resultados mais rápidos e pesquisar mais sobre os problemas. Além disso, tornam o ambiente mais dinâmico e instigativo.

Porém, se olharmos para um período não longínquo, veremos que durante muito tempo a mulher ocupou um lugar de inferioridade na sociedade. A aceitação da condição feminina estava assentada na maternidade como sendo o destino da mulher.

Nesse período, o âmbito doméstico e seus atributos eram responsabilidade da mulher, enquanto o trabalho que dizia respeito ao sustento da família constituía-se um atributo exclusivamente masculino.

Com o tempo, o papel da mulher, na sociedade patriarcal, foi-se desgastando, dando lugar a novos referenciais, e os valores antigos foram se transformando.

A mulher começou a ocupar um novo lugar na sociedade, através das suas competências e isto acelerou as discussões sobre os novos papéis de homens e mulheres.

E esta nova mulher surge com a força desbravadora de quem está ocupando um espaço diferenciado e, ao mesmo tempo, operando uma transformação significativa na sociedade. Ela está tendo a oportunidade de mostrar a si e à sociedade o quanto é capaz em termos de conhecimento, habilidade, atitude, produção intelectual, tomada de decisões, participação – tudo aquilo que só era permitido aos homens.

Mas como entender em tão pouco tempo tamanha transformação? Como entender o processo de dissolução das relações tradicionais? Afinal estamos assistindo à crise da estrutura social patriarcal autoritária e, de certa forma, à ascensão da estrutura da sociedade matriarcal.

A urbanização, a educação e a politização das mulheres são fenômenos que se somam aos novos tempos de maior liberdade feminina.

Seja no ambiente de trabalho ou na vida pessoal, as mulheres buscam, cotidianamente, superar desafios, colecionar conquistas e deixar sua marca na sociedade.

 E falarmos sobre as conquistas e os desafios das mulheres na sociedade e no trabalho é de extrema importância, para que possamos evoluir cada dia mais, bem como para reverenciar pelas conquistas.

 

Helena Monteiro – Sócia Diretora da IMPARH Assessoria

Pedagoga, com Especialização em Psicopedagogia, pela FGV/ RJ,  possui MBA em Gestão da Qualidade em Instituições de Ensino e MBA Master in Training and Development, pela Grifo Enterprise. Certificada DISC® – Avaliação Comportamental, desde 2007. Presta consultoria nas áreas de Gestão de Pessoas em Empresas de Grande, Médio e Pequeno porte.