As empresas que não se adaptarem ao mundo pós covid-19 irão se “desintegrar” no Mundo Corporativo

Autor: Theonacio Lima Jr.

 

A pandemia de Covid-19 representou uma das maiores emergências de saúde da história recente. Foi capaz de provocar grande mal-estar, não apenas na área da saúde, mas, em todas as esferas sociais.  Emergiu a necessidade de enfrentar diferentes adaptações, muitas vezes, quase às cegas.

As instituições de ensino, por exemplo, necessitaram se reinventar, cuja repercussão gerou o desafio de se criar uma rápida familiaridade com os contatos remotos e com as plataformas digitais. Restaram desconfianças referentes aos efeitos teoricamente preocupantes sobre as qualificações dos discentes e sobre a formação continuada dos docentes.

Sutilmente tudo modificou. A repercussão da desordem provocada pela pandemia, acelerou o ciclo de aprendizagem e mudou todos os planos de ensino, não sendo possível mensurar, os prejuízos cognitivos gerados nos educandos e os desgastes profissionais enfrentados por professores, devido à falta de estrutura de tecnologias e materiais didáticos correspondentes.

As significativas consequências do Covid-19 atingiram em cheio o mercado global com grandes impactos, devido as medidas de isolamento, proibições e restrições adotadas. A humanidade não estava preparada para lidar com mudanças tão severas e suas realidades decorrentes, sobretudo, no mundo dos negócios.

 Estamos vivenciando os reflexos pós Covid-19 mais especificamente observa-se o universo digital que impôs à sociedade algumas qualificações a curto prazo, e que alterou a forma de transmissão do conhecimento, com repercussões evidentes nos modelos de empregos, nas forma de produtividade e nas políticas de negociação. Restou um caminho adaptativo que unifica um modo de vida presencial, ao modo de vida remoto.

Os desdobramentos da pandemia de Covid-19 no âmbito organizacional vem obrigando o redesenho de modelos de gestão que já ofereciam, para algumas empresas, certo grau de dificuldade para planejar, organizar, dirigir, controlar e alcançar bons patamares de excelência e eficácia.

Ocorreu uma necessidade premente de se promover adaptações na Gestão de instalações, Gestão de pessoas, Gestão de relacionamento com os clientes e, principalmente, na Gestão de Processos e Tecnologia. Esse cenário ainda se soma às incertezas da gestão administrativa, financeira e comercial das empresas, que deixou uma margem não só para adaptações, mas, para sair do fosso que sorveu muitas organizações menos preparadas.

Diferentes foram as decisões adotadas por pequenas, médias e grandes empresas na batalha para manter as suas portas abertas. Mas, além de vidas humanas, o Covid-19 conseguiu ceifar muitos negócios. Bem como, houve necessidade de fazer demissões de pessoal, mitigar despesas e, especialmente, fazer adesão ao e-commerce.

Mesmo diante de um cenário incerto, começou a corrida para empreender pela internet, que traz em seu pacote, a necessidade de aquisição de softwares, aplicativos, ferramentas e suporte técnico, essa ação vem sendo desafiadora para muitas empresas. Porém, os empreendimentos pela internet cresceram exponencialmente, tornando-se uma ação segura e mais econômica para aqueles que nela investiram.

Empresas físicas e seus vários colaboradores foram sendo substituídos, por um servidor competente e colaboradores providos de qualificação para operacionaliza-lo, com consequente redução de despesas e aumento de lucro.

O mundo dos negócios no pós Covid-19 vem levando micro, pequenas e grandes organizações a marcarem as suas presenças no ambiente on-line. Muitas empresas tiveram que se reinventar para encontrar recursos digitais e prosseguir com o atendimento ao cliente.

Velhos e novos empreendedores devem estar alerta a serem mais atuantes e buscarem ações inovadoras para se manterem ativos no mundo dos negócios, não é possível fazer uma previsão do futuro, a própria pandemia do Covid-19, será por muito tempo um exemplo disso.

Até os modelos de governança corporativa e atividades de Conselho de Administração tiveram que se adaptar, e suas ações foram constitucionais para as organizações enfrentarem a crise. Comumente, os conselhos compareciam esporadicamente na atuação dos empreendimentos. Mas, durante a pandemia de Covid-19, Conselhos se reuniram frequentemente para debater estratégias emergenciais e garantir a sobrevivência do empreendimento.

A acomodação de gestores e líderes tornou-se uma postura aventureira, a resiliência provou ser a pedra angular dos empreendimentos, desde que a vigilância não se canse de despertar para a busca constante de novas informações e novas tecnologias, que mostraram-se firmes no enfrentamento da crise causada pela pandemia.

Em presença dos desafios impostos por esses novos modelos de gestão, a estratégia mais eficaz é enxergar alternativas para não se “desintegrar” no mundo dos negócios e ser capaz de se inserir neste novo mercado de trabalho. O que requer estar aberto para mudanças, refletir periodicamente se a empresa está preparada para enfrentar outros tipos de crises, analisar quais medidas devem ser tomadas para se manter mesmo que, minimamente prevenida, para enfrentar qualquer tipo de crise capaz de afetar a estrutura do negócio.

Resta claro que no auge da pandemia, em tempo recorde, as empresas tiveram que realizar profundas mudanças em suas práticas e políticas organizacionais. De agora em diante, incumbe as lideranças refletirem sobre a institucionalização das medidas que deram certo, a fim de criar novas estratégias e tornar mais robusto o propósito organizacional.

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Theonácio Lima Júnior

Diretor – TAVTEC Tecnologia

 

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