Você ainda não sabe o que é METAVERSO? É bom aprender…

Autor: Paulo Milet

 

Nos últimos tempo, a expressão METAVERSO tem começado a aparecer com mais frequência nas notícias do dia-a-dia.

Inicialmente entre aqueles mais interessados em Games. Logo depois naquelas noticias envolvendo Mark Zuckerberg e o FACEBOOK.

Zuckerberk diz que o futuro da Internet é o METAVERSO, resolveu investir 50 milhões de dolares pra começar e até definiu que o novo nome da holding que controla o FB, Instagram e Whatsappp será META!

Nas afinal, o que é Metaverso?

A expressão parece ter surgido em um conto de 1992, do escritor Neal Stepheson que criou o conceito de um Universo paralelo, só existente e visível para os óculos especiais do herói da história.

Mas a ideia atual é bem maior do que essa. Alguns games já com 20 anos, como o “Second Life”, tentaram implementar um mundo similar a esse na internet, onde as pessoas poderiam ter um clone seu e viver em um ambiente paralelo (daí o nome second life).

Várias empresas estão pensando( e agindo) na direção do Metaverso. Google, Apple, Amazon, Microsoft, Roblox, Epic Games, e muitas outras já estão com projetos envolvendo as tecnologias que se cruzarão no Metaverso. Realidade Virtual e aumentada, Internet das coisas,  Sensores e simuladores, vestíveis de todos os tipos, Inteligencia artificial, robótica, blockchain, clones e muito mais. Com o 5G e logo depois o 6G muita coisa que está no papel, vai virar realidade (ou Meta realidade).

Mas vamos parar de falar em tecnologias incompreensíveis e vamos ver na prática como isso poderia funcionar?

Começamos vestindo nossas roupas coladas no corpo como a de um mergulhador, só que bem leves e confortáveis, com óculos e capacete especiais e com sensores em cada centímetro do corpo. Entramos na sala ou quarto da nossa casa, especialmente recauchutados e preparados e subimos em algo como uma esteira de caminhada 360 graus.

E aí a vida (ou meta vida) explode!

Começamos entrando no METAVERSO num domingo e nos dirigindo ao Maracanã, onde está sendo realizado um jogo do Flamengo. Assistimos ao jogo (vitória do Mengão!)e na saída resolvemos que a partida do Lakers pela NBA em Los Angeles, que começa em 5min merece ser vista e seguimos pra lá com a velocidade do pensamento.

E depois do Lakers? Que tal um jantar em Paris? Aí voce se encontra com sua esposa que estava no teatro em Times Square (na verdade ela está em Brasília) e com um casal de amigos (ele mora em São Paulo e ela em Buenos Aires) e se reunem em um restaurante bem simpático ali bem perto do Arco do Triunfo. Pedem o cardápio e escolhem os melhores pratos.

Mas como saborear no Metaverso? Não tem problema. Em 30min, um drone na sua janela (e nas janelas dos outros 3) faz a entrega dos pratos pedidos. As redes internacionais de distribuição fazem o casamento do mundo real com o Metaverso.

Mas, vamos em frente!

No dia seguinte (a noite anterior foi ótima! Afinal os sensores estão em cada centímetro do corpo), uma segunda feira, vamos trabalhar.

Reunião na Paulista em Sampa com toda a Diretoria no vigésimo andar. (cada um dos diretores está na verdade em uma cidade diferente em paises diferentes, mas todos estão se vendo e conversando como se estivessem no mesmo recinto).

Depois da reunião, não posso perder aquela aula sensacional no MIT, junto com mais 320.000 alunos interessados naquele tema.

Entre a reunião em Sampa e a aula em Boston, aproveitei pra fazer uma consulta geral com meu médico que estava naquele momento nas Bahamas. Ou seria em Cingapura?

Continuei  as atividades encontrando com minha filha e netas dando beijos e abraços apertados e descendo em uma montanha russa na Disney.  A “turkey leg” especial, voces já sabem, veio por drone. Mais cedo as meninas tiveram aulas de “machine learning” no vale do silicio e visitaram as pirâmides no Egito.

A semana foi bem cheia. Ainda teve um show de Paul McCartney em Milão, aliás, em dupla com Jonh Lennon. Porque não? Foi um sucesso! Platéia com 60.000.000 de beatlemaniacos!

E então? Deu pra pensar e sonhar com o Metaverso?

Quase ia esquecendo: Tudo foi sendo pago com metamoedas aceitas em todo o Metaverso e fora dele também.

Ficou mais claro? Tudo que voce faz hoje na Internet (buscas, pesquisas, compras, estudo, trabalho, conversas, jogos…) vai continuar fazendo dentro do Metaverso, só que “presencialmente”!

E os problemas do mundo real? Foram resolvidos?

Só não serão se não quisermos. Não poderão mais existir problemas de educação e saúde. Os custos de comunicação e acesso ao Metaverso serão irrisórios. Produtividade total na agricultura e alimentação. Renda mínima garantida. Trabalho pesado só com as máquinas.

Certamente o Zuckergerg não pensou em tudo isso, mas nós temos que pensar.

E os limites? E as leis? E as fronteiras? E os impostos? E as empresas? E os governos? E os paises? E o ar e a água?

E o mais importante: E as pessoas? Vão estar mais felizes? Ou seria Metafelizes?

 

Paulo Milet –  Formado em Matemática pela UnB e pós graduado em adm. pública pela FGV RJ – Pres. Conselho de Educação da ACRJ. Consultor e empresário nas áreas de Tecnologia, Gestão e EaD. Sócio Fundador da ESCHOLA.COM.

 

Gerar um Alto Volume de Leads. Sua Equipe Está Preparada?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Gerar um alto volume de leads e torna-los qualificados.

Você tem equipe preparada pra isso?

Sabe quando o médico tem fila de espera para consulta?

Se você confia nele ou na recomendação que lhe foi dada, você pode até reclamar, mas espera.

Só que aqueles leads que você está prospectando, eu duvido que esperem… Afinal, eles estão procurando resolver o problema deles e se a SOLUÇÃO É VOCÊ, se você pode ajudá-lo PRECISA DESCOBRIR ISSO E DIZER o quanto antes.

Uma “consultinha” rápida:

Sua empresa B2B está preparada para receber um volume grande de leads?

E COMO FAZ PARA QUALIFICAR, saber quais destes leads são interessantes para você e seu negócio?

Numa semana, sua empresa estaria pronta para receber quantos leads qualificados? Quantas reuniões, seu comercial seria capaz de fazer?

Quando empresários me questionam quanto a isso, eu sempre digo que se ela contar com um profissional ou empresa de pré-vendas (SDR) ou mesmo se a ajudarmos a implementar um setor próprio e interno – vai administrar melhor o processo de qualificação do lead.

Uma questão que tem que ser considerada é conseguir organizar os leads que estão no momento de compra, têm budget, e que de fato, precisam daquela nossa solução.

Imagine que o decisor te explane que ainda não está no momento da compra. Enquanto o outro diz que estava mesmo procurando pelo que o seu PRE-VENDAS APRESENTOU. Qual você priorizaria uma reunião?

A resposta é lógica, mas se você não tiver um filtro, antes de chegar no seu especialista, você vai perder tempo com um lead que não vai comprar de você naquele momento. Às vezes, quer e precisa, mas não pode.

Um bom trabalho de SDRs também está em DEIXAR O SEU NOME E CONTATOS À MÃO, PARA QUANDO AQUELA PESSOA PRECISAR, NO FUTURO.

Este é o tipo que em 1, 2 ou 3 meses, vai fechar contigo.

Para tratar um volume alto de leads e filtrar os leads prioritários e mais quentes, a Sua Visita é o melhor remédio!

Vem falar conosco, faz a 1ª consulta!

E, se desejar, interage por aqui também. Como vocês fazem ai, hoje? Estão sabendo filtrar quem lhes interessa, antes de passar pros vendedores, ajudando o trabalho do seu time comercial?

 

Patrícia Carrasqueira – Representantes de Vendas na Sua Visita

Olá, Mundo Novo!

Autor:  Hawan Moraes

 

Terra à vista! Terra à vista!

Imagine a alegria do capitão e seus marujos ao bravejarem: “Terra à vista!” Após meses em alto mar, descobrindo e buscando novas terras e sem saber se chegariam ao seu destino – ou a algum destino pelo menos. Avistar a terra firme significava uma segurança, mas significava também incerteza: como seria a vegetação? Animais selvagens? Existiriam nativos? Hostis ou receptivos? Claro, existia uma grande excitação e euforia. Assim como existia também um medo e muitas dúvidas.

Semelhante a chegada em terra firme, é a alegria de ver um momento turbulento passar. Semelhante às dúvidas e medos sobre a nova terra, são as incertezas do novo momento que viveremos. Ainda não chegamos ao fim da pandemia – e talvez ainda falte um certo tempo. Porém, já é possível avistar e declarar qual a “terra à vista” do momento: mundo digital.

Para alguns, já podem se considerar nativos digitais, entretanto, para muitos e muitos empresários, esse é o Mundo Novo que precisa ser desbravado, explorado e, finalmente, conquistado. Ok, tudo mudou. Isso todos já sabemos e decoramos esse discurso. A questão é: e como vai ser então? Como será a vida na nova “terra firme”.

Varejo digital é parte fundamental

Colocado há tempos como tendência por muitos gurus, para outros uma realidade e para vários uma ameaça. É bem verdade que o varejo digital assustou e ainda gera temor em muitas empresas. Porém, daqui em diante, os navios que quiserem chegar em alguma terra firme, terão que desembarcar nesse mundo. A outra opção: permanecer em alto mar à deriva – não me parece uma boa condição.

Os clientes mudaram e quem quiser vender para o novo consumidor precisa seguir o mesmo caminho. Após passar meses dentro de casa, diversos paradigmas foram quebrados. Um dos principais: não é possível comprar itens de supermercado à distância. Existia um certo medo: será que os produtos corretos serão escolhidos? Será que minhas frutas virão no ponto que quero? E as minhas verduras, serão as mais vistosas disponíveis?

Crescimento de 180%

A verdade é que o segmento aumentou em 180% o volume de pedidos entre Março e Dezembro, segundo a AbComm. Nada como a necessidade para nos fazer repensar nossas barreiras mentais, não é mesmo? Acontece que mesmo os supermercados não enfrentando regras de fechamento, os clientes estavam assustados e optaram por testar a nova modalidade.

O Mercado Livre, maior marketplace da América Latina, decidiu entrar nessa tendência e viu seus números atingirem 3,5 Milhões de usuários só em supermercados. O Meli (Mercado Livre) realiza entregas em até 24 horas nas principais cidades do país e em 80% do Brasil as entregas são feitas em até 48 horas.

Mudança de paradigma

É fácil entendermos alguém comprar um iPhone, um notebook ou até uma geladeira online. Afinal de contas, são itens padrão e o que vai importar mais é o preço baixo. Agora, e aí está a grande mudança, quando o consumidor passa a comprar itens de necessidade básica de forma online, o que ele não pode comprar em lojas virtuais agora? Se até o arroz e feijão tão amados, as frutas e verduras, os embutidos que possuem peso e preço variáveis, podem facilmente ser selecionados em um ecommerce, o que é que não pode ser comprado online?

Hoje ainda temos uma certa resistência a comprar online itens com valores mais altos, exemplo, carros. Em contrapartida, vemos a Tesla, a montadora mais valiosa do mundo em 2020, nos Estados Unidos que foca grande parte das suas vendas no digital. Será que após comprar a carne para o churrasco do finalmente de semana, o cliente não pode escolher e até pagar online pelo seu carro novo? Antes de responder: pense em tudo que antes você imaginou que não podia ser comprado online e hoje a venda é comum.

Marketing digital é pedra angular

Para desbravar e conquistar esse novo mundo, é preciso dominar o marketing digital. Grande parte disso está relacionado com as redes sociais. Quem pensava que Instagram e TikTok eram coisas de adolescentes sem ter o que fazer, com certeza deixou muito dinheiro na mesa. Quem ainda pensa, está deixando muito mais dinheiro escapar para os concorrentes.

Ter um olhar profissional e voltado para aproveitar as oportunidades nas mídias sociais é uma parte extremamente estratégica. Não basta fazer publicações, muitos menos se forem aleatórias e desconexas. É necessário planejamento, programação, foco e, principalmente, constância. Esse último talvez seja o motivo da maioria das empresas não conseguirem resultados.

Nada é conquistado nas redes sociais sem constância. A lógica é simples: é uma rede de contatos, de relacionamento. Pense: consegue ser amigo ou confiar em alguém que só surge quando quer algo em troca? Quando quer te vender algo? É claro que não é possível criar uma conexão com alguém assim. O mesmo vale para o Instagram e outros meios: os usuários só irão consumir da sua marca após se relacionarem, se engajarem, confiarem nas suas promessas. O consumo é uma consequência, não um objetivo inicial ou até um fim em si mesmo.

Operações eficientes são as únicas sobreviventes

Assim como um navio furado não conseguiria ir muito longe, chegar em terra firme e não ter qualidade também não trará resultados. A verdade é simples e única: não há espaço para desperdícios. Cada movimento estratégico, cada investida e inclusive a rotina do dia a dia precisa ser eficiente.

Operações enxutas se destacavam antes, agora são as únicas capazes de sobreviver e prosperar. Para definir um mantra para o mundo novo: ser digital, ser enxuto. Ser DIGITAL, ser ENXUTO. Está aí a tal fórmula mágica para o sucesso nessa terra firme.

 

Hawan Moraes – especialista em modelagem de negócios e desenvolvimento de grandes marcas para o mercado de E-commerce. É sócio fundador da Simples.

 

Já tomou QUANTOS NÃOS, hoje?

Autora; Patrícia Carrasqueira

 

Nós, os SDRs, existimos para tomar essas negativas por você?

Ter quem abra as oportunidades te deixará com a energia em alta para vender mais.

“Quantos nãos você leva por dia?” Todo processo de venda conta com muitas negativas antes de um talvez ou de um sim.

Nessa jornada de apresentação do produto ou serviço, o estreitamento de laços com os possíveis clientes pode ser uma alternativa que parece sinuosa, mas, com certeza, é uma excelente rota nesta longa viagem, sujeita a muitas indecisões nos caminhos a seguir.

Todos nós temos dúvidas antes de comprar algo, com a nutrição somos levados a uma sensação de segurança que leva à compra.

E como podemos melhorar a assertividade desse processo?

Aqui na Sua Visita, a gente sempre diz: o SDR é um atalho nesta jornada! Os contatos realizados permitem a identificação dos pontos de OBJEÇÃO e melhoram o processo de venda à medida que contornamos tais questões, promovendo os atributos do seu produto ou serviço, para uma aceitação efetiva.

Pense bem… um empresário precisa equilibrar vários pratinhos: gestão financeira, gestão da equipe, gestão da qualidade de suas entregas, entre muitas outras coisas. Como diria o sábio Steve Jobs: precisamos nos concentrar naquilo em que somos bons e delegar todo o resto.

Mas mesmo que você seja ótimo em vendas, quanto tempo seria necessário para realizar o aquecimento desses leads até que virem clientes efetivos?

Com a equipe de pré-vendas Sua Visita ou uma interna que podemos te ajudar a fazer (só mesmo conversando), é possível delegar vários “nãos” até chegar aos leads quentes, interessados em fechar negócio.

Responda: de 100 prospects, quantos convertem efetivamente?

Em média, um bom índice seria em torno de 3% de clientes efetivados, o que significa que, quem prospecta recebe 97 “nãos” no caminho e ainda precisa trabalhar os “talvez” para transformá-los em SIM.

Por isso falamos em funil. Temos que colocar muitooooo lead lá em cima, para cair pouquinho lá embaixo.

Esse tempo investido na prospecção é importante para aquecer e renovar seus negócios.

Com novos clientes surgem novas demandas e novos insights, que podem até direcionar sua empresa por caminhos antes nem imaginados, ampliando a gama de produtos ou serviços ou alterando sua rota estratégica.

Porém, para trabalhar com esses insights, ajustar a demanda e inovar, é importante fazer contato e – durante o percurso – qualificar o interesse, identificar e contornar crenças e objeções do que está sendo oferecido, para corrigir metas e vender melhor.

A melhoria contínua e o registro dos pontos que promovem a assertividade da sua venda pode ser realizado de uma maneira sistemática, técnica e organizada por uma equipe de pré-vendas, deixando o empresário livre para fazer o que mais sabe e precisa: a gestão de seu negócio.

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

 

 

Nada é Impossível Charlie

Autor: Marcio Cerbella

 

Estava assistindo novamente a 2ª versão do filme “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (Charlie and the Chocolate Factory – adaptação do livro – 2005) e fiquei encantado com a força de algumas frases (8,5) e por isso resolvi dividir essa reflexão com nossos leitores, a começar pelo título do post:

1) “Nada é impossível Charlie” dita por uma de suas avós.

Essa é uma frase relativamente comum, mas o que podemos fazer para transformá-la em realidade, principalmente, quando a lógica e os fatos a tornam aparentemente impossível?

Uma vez ouvi dizer que quando pensamos alguma coisa e de alguma forma a visualizamos, podemos construi-la ou conquistá-la, e cada vez mais acredito nisso… Portanto algo só se torna impossível quando paramos de acreditar e de agir para que se transforme em REAL.

Devemos seguir o exemplo do Charlie, que buscou o conhecimento (pelo avô) recebeu com alegria as poucas chances, que tinha, aproveitou as oportunidades esperadas e não esperadas, analisou os fatos e principalmente respeitou valores como moral, ética, respeito, solidariedade e família. Apesar de ser ficção, as atitudes do Charlie diante do fantástico mundo do exótico Willy Wonka fazem parte das principais características comportamentais empreendedoras!

2) Existe muito dinheiro por aí e imprimem mais a cada dia, como você pode trocar uma coisa tão comum como o dinheiro por seu bilhete dourado?

E não é isso que fazemos o tempo todo? Trocar dinheiro por nosso bilhete dourado… E leia-se por bilhete dourado, nossas convicções, nossos valores nossas idéias, etc… Será que vale a pena? Você pode mais!

2,5) Você é burro? Não, então tire a lama das calças.

Se respondemos não a essa pergunta, é porque estamos dispostos a manter nosso bilhete dourado e transformá-lo no que for preciso para tornar o nosso presente ainda melhor! E aí é só uma questão de tirar a lama das calças e sair do lugar, para transformar sonhos em realidade e idéias em solução!

3) Nunca deixe se instalar a idiotice no seu lar!

Nem no seu negócio, ou trabalho! Não podemos permitir que passa tempos fúteis roubem o nosso tempo e os nossos propósitos. Basta pensar um pouquinho para verificar isso, e evitar esse hospede inesperado!

4) Para cima e além!

Sempre quis falar isso, melhor continuo querendo, mas agora já comecei a subir, e o complicado está sendo não parar, pois ainda existem o medo a insegurança… Bom mas já aprendi a me defender, a usar os truques que motivam e não me deixam parar (pesquisa, conhecimento, contatos, atitude, diversão, etc.).

5) Mas é feito de vidro, vai quebrar em mil pedaços!

 

(elevador de vidro)

Bom, mas apesar de ser de vidro posso ter outras soluções, inovações… o vidro pode ser inquebrável, o elevador, pode ter um jato acoplado, ou estar ligado a um trilho seguro….

Também poderia ter saído do elevador antes de ir para cima e além!

Mas como já dizia o Prof. Pachecão:

“O mundo é dos loucos, Uhrruuuuhhhh!”

6) Eu não deixaria minha família por nada, nem por todo chocolate do mundo!

Isso é certo, e voce?

7) Voce está certo do que quer?

Só sei que se eu tiver essa certeza, não será a toa, nem por prepotência, e aí não tem IMPOSSÍVEL(não é Charlie?)

8 ) O que faz voce se sentir melhor quando está péssimo?

– A família, eles só exageram na hora de proteger, porque amam voce!

SIM! Entenda isso e voce terá sempre soluções no lugar de problemas!

Bom, peço desculpas por meu momento Willy Wonka, e espero que esses devaneios sejam úteis para todos de alguma forma!

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Kai: “Kai é realizar tudo que se sonha, é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: “fazer algo mesmo quando estamos andando”

Márcio Cerbella Freire  –  Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação (UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

 

Vamos Conversar Sobre Relações Comerciais mais Duradouras?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

O que faz o seu lead conectar-se, “dar match”, ter “fit”, como sempre falamos? Existem várias razões para um possível comprador não virar cliente, desistir na hora da compra ou se desinteressar pelo seu produto ou serviço.

O importante é investigar as causas das desistências, otimizando esforços da equipe de vendas e reduzir o churn da sua empresa.

“Churn é uma métrica que indica o quanto sua empresa perdeu de receita ou clientes. Para calcular o churn, basta dividir a quantidade de clientes que perdeu até o final do período pelo total de clientes que iniciaram. Exemplo: se você perdeu 10 clientes de 100 = 10% de churn rate.

Para isso, precisamos entender bem as etapas do nosso funil, trabalhando os leads que realmente podem virar clientes e conquistar outros, tudo de maneira planejada.”

O funil de vendas é dividido em três partes: topo, meio e fundo. Que estágio seu lead está?

Essa divisão, aqui na Sua Visita, é feita pelo nosso software específico de engagement (pré-vendas e engajamento) e através de temperaturas: muito quente, quente, morno, frio. Essa divisão é necessária para entender em que estágio o lead se encontra em relação a interesse e maturidade com a aquisição do seu produto. Sempre falo isso ao nosso time: não temos que vender pra todo mundo!

Assim como em um aplicativo de relacionamentos, começamos falando em conectar, “dar match”, são coletados dados que geram uma pipeline, atravessando estágios de encantamento e atenção até que os seus matchs se tornem apaixonados pela sua empresa.

“Ninguém se relaciona com quem não conhece. É processo.”

E quais são as boas práticas que já testamos por aqui? Quando falamos “testar, testar, testar”, “estudar, estudar, estudar” não estamos exagerando. Uma prática muito eficiente é a revisão de nossos erros e ajustes em processos constantemente revisados que podem fazer a diferença na sua conversão.

Entretanto, no dia a dia, nossa equipe de pré-vendas tende a priorizar somente mais os quentes, sem refletir, sem gastar tempo com quem não se interessou. Por que? Quais foram as objeções? Pra quem não dá pra vender por N motivos e quem não pode agora, um “não temporário”. Seu contato foi bom para ele?

Você levou alguma coisa mas deixou alguma coisa também? Houve troca?

Que maravilhoso é quando temos aprendizado com uma ligação de pré-vendas!  Já falamos em outros artigos, mas É PRIMORDIAL: para uma relação assertiva ao telefone, devemos sempre escutar mais do que falar. Para buscar priorizar os desejos, sonhos e capacidade de compra, trabalhando suas expectativas em um tratamento personalizado para que o PRIMEIRO ENCONTRO seja bem sucedido. AÍ, PRONTO: REUNIÃO MARCADA, negócio fechado, dinheiro na conta. Sem pular etapas, respeitando cada fase.

Nesses tempos de pandemia e internet, o estreitamento de laços e personalização se tornou um grande diferencial, para o aquecimento dos leads e o surgimento de clientes finais efetivos. Afinal, quem não quer uma atenção exclusiva para seus sonhos e interesses?

Mas como aplicar UMA PRÉ-VENDAS APAIXONANTE na minha empresa?

Um processo imparcial de aquecimento dos leads, baseado em uma análise sobre as técnicas de abordagem mais efetivas para cada negócio, em um estudo real de pessoas que se interessam por determinado produto ou serviço são estratégias que proporcionam ao time comercial um cliente quente, não vem pronto para fazer uma reunião e fechar, precisamos trazê-los pra jornada de compra.

A equipe de pré-vendas, associada a um time comercial especializado, faz com que o funil performe de maneira mais assertiva, diminui o churn e aumenta a satisfação do cliente durante a experiência de compra. O primeiro encontro diz muito…, então, cuida dele.

Como está sendo o primeiro contato, O PRIMEIRO ENCONTRO, de sua empresa com as pessoas? Você está cuidando deste RELACIONAMENTO?