Café: uma Paixão Mundial!

Autora: Elisângela Vitoriano Pereira Kneipp

 

Segunda bebida mais consumida no mundo, perdendo apenas para a água. Presente em quase todos os lares, fazendo parte do dia a dia e dos momentos mais especias!

Mas, você sabia que os cafés não são iguais?

Você sabe a diferença entre um café tradicional/extra forte em relação a um café especial? ⁣⁣

⁣⁣O café tradicional e o café extra forte são aqueles que utilizam uma matéria prima com muitos defeitos e impurezas e que são extremamente torrados. ⁣⁣A torra excessiva, aliada com uma matéria prima ruim, traz um sabor bastante amargo ao café, além de um aroma característico. Assim, a maioria das pessoas adicionam bastante açúcar para conseguirem tomar esse tipo de café. ⁣⁣

Já o CAFÉ ESPECIAL é aquele que preconiza uma qualidade máxima da matéria-prima e criterioso controle do ponto de torra para preservação dos compostos benéficos, das características naturais do café: aquele sabor e aroma inconfundíveis! ⁣⁣Além disso, o café especial passa por um protocolo sensorial, onde são analisados 10 atributos que recebem uma nota. Para ser considerado especial, o café tem que atingir o mínimo de 80 pontos. ⁣⁣

Falando um pouco mais da qualidade da matéria-prima, é importante ressaltar que café é um alimento e, como tal, é imprescindível que se garanta que seu consumo seja seguro à saúde. Deste modo, entende-se que no café cru, que será torrado, por exemplo, não tenha grãos que foram atacados por fungos ou, por pragas, como a ‘broca do cafeeiro’. Assim, os eventuais cafés brocados – ‘furados’ pelo inseto – devem ser retirados para que a qualidade da bebida não seja prejudicada. Isso sem falar nas inúmeras substâncias/impurezas que podem estar presentes e, ser muito prejudiciais à saúde, algumas até com potencial carcinogênico.

Infelizmente, o mais preocupante e o que merece ser ainda mais divulgado é que, muitas empresas utilizam-se de uma torra escura para mascarar/esconder justamente estes defeitos e impurezas e pior, vendendo um café torrado e moído a preços super convidativos, buscando atrair grande número de clientes. Mas, o barato pode sair muito caro, especialmente para a sua saúde. Atente-se a isso e faça escolhas mais conscientes a partir de agora.

Uma boa notícia é que o mercado brasileiro de cafés especiais está em franca expansão, ou seja, o consumo deste tipo de café está crescendo cada dia mais, atrelado à uma produção também crescente.

Se você ainda não teve a oportunidade de conhecer/apreciar um delicioso café especial, fica aqui o convite: venha conosco e mergulhe também neste universo! Nosso país é rico em importantes regiões produtoras de grãos que darão origem a bebidas incríveis, doces e com várias outras nuances sensoriais que vão lhe impressionar.

E por fim, deixo mais um convite pra você conhecer o NOSSO CAFÉ ESPECIAL, uma marca que surgiu neste ano com o propósito de entregar os melhores cafés! Compramos cafés especiais de diferentes origens, depois fazemos a torra, moagem, embalagem e distribuição. Tudo feito com muito cuidado e respeito aos produtores, que se dedicaram imensamente nesta missão de produzir grãos de café de qualidade, e respeito aos nossos clientes, buscando sempre entregar o melhor para a melhor experiência… Sim… Beber um café especial é uma grande experiência que você precisa viver!

Com  carinho!

 

Elisângela Vitoriano Pereira Kneipp – Mestre em Ciência dos Alimentos pela Universidade Federal de Viçosa. Proprietária do Nosso Café Especial; cafés especiais selecionados para você e seu negócio! – 🌐www.nossocafeespecial.com.br

 

E se a INTERNET existisse antes de ADÃO e EVA?

Autor: Paulo Milet

 

 “No princípio Deus criou os céus e a terra.”

Em seguida criou a INTERNET!

“Então o Senhor Deus for­mou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente.”

“Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou;
homem e mulher os criou.”

Deus os abençoou e lhes disse: “Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra”.

Dominem a INTERNET e coloquem nela todo o conhecimento que a humanidade gerar. Comuniquem-se com todos, em todo lugar, todo o tempo! Sempre com informações verdadeiras! Cada ser humano vai ter no seu cérebro uma Célula Humana Inteligente Permanente (CHIP) para permitir essa comunicação.

A partir daí o ser humano individualmente e a humanidade coletivamente se desenvolveram, e um mundo completamente diferente do atual foi criado!

Todo conhecimento gerado era imediatamente compartilhado;

Todas as ciências e tecnologias cresciam exponencialmente;

Pessoas de todos os lugares compartilhavam imediatamente as mesmas informações;

Moisés, de posse do primeiro  “tablet”, disseminou rapidamente as Leis e nem precisou das 10 pragas.

Hermes Trimegisto foi um dos primeiros influenciadores: Tanto em cima quanto em baixo, tudo é energia, tudo vibra, o mundo é um TODO. Conectando o Egito e a Grécia. Assim esse conhecimento não ficou Hermético e foi disseminado…

Buda concorda: “Se vocês atingirem a sabedoria transcendente alcançarão a satisfação. Estudem os princípios das coisas, não se apeguem às palavras. Ajam de acordo com suas palavras, e falem de acordo com suas ações”.

Sócrates, Platão e Aristóteles comunicavam-se regularmente com seus colegas na China, Índia, África, Egito e também com a turma dos Astecas, Maias e Incas. Aristóteles inclusive conseguiu fazer com que a Biblioteca de Alexandria fosse totalmente preservada e incorporasse o conhecimento das outras bibliotecas da época.

Jesus Cristo foi um dos maiores, senão o maior, dos grandes influenciadores com muitos milhões (ou bilhões) de seguidores.

E quais foram as consequências desse intenso compartilhamento de informações e conhecimentos? Algumas eu listo abaixo:

Países? Essa definição é desconhecida. Os nomes (China, Índia, Grécia, Egito…) aqui citados representam apenas locais geográficos e povos e não fronteiras e barreiras;

Línguas? Uma única, já que todos a realimentavam e todos conheciam as novas palavras e flexões imediatamente;

Raças? Apenas uma, a Humana;

Deuses? Aquele responsável por tudo que não tinha explicação de nenhum humano e sem se envolver no dia-a-dia da humanidade;

A aldeia global surgiu de imediato e não esperou milhares de anos para se concretizar;

O sentimento de proximidade e afinidade que cada um sentia em relação às pessoas mais próximas se estendia a todos porque o conceito de distância era inexistente;

Moedas? Um instrumento simbólico único de troca para facilitar a definição dos valores das coisas;

Fome? Apenas aquela sensação imediatamente antes da alimentação;

Fome mundial? Inexistente. Todas as melhores técnicas de plantio, cultivo, colheita e criação de animais eram imediatamente disseminadas;

Leonardo da Vinci? Influenciou e treinou simultaneamente milhões de alunos e cientistas em  desenho, pintura, escultura, arquitetura, ciência, música, matemática, engenharia, literatura, anatomia, geologia, astronomia, botânica e cartografia e estes fizeram 500 anos acontecer em 50. Em pouco tempo todas as suas invenções foram implementadas: o robô, o avião, o helicóptero, o saneamento urbano, o paraquedas  e todo o conhecimento sobre o corpo humano. Os primeiros drones surgiram aí.

Educação? Aprendizagem permanente ao longo de toda a vida com troca de informações a qualquer hora, em qualquer lugar e respeitando sempre o ritmo e capacidade de cada um, independente de idade;

Saúde? Remédios,  vacinas, conhecimentos, comportamentos  e tecnologias criados em conjunto, testados mundialmente e disseminados imediatamente fizeram a saúde(prevenir)  predominar sobre as doenças (remediar). Esportes e lazer permeando as atividades. Quando precisassem de consultas, a rede estava disponível com o conhecimento das melhores cabeças, acumulado e disponível;

Guerras? Não existiam países, nem fronteiras, nem fome, nem carência, nem religiões diversas. Todos sabiam todos os movimentos de todos os grupos. Guerrear porquê? Pra quê?

Governo? Uma Ágora mundial, praça virtual onde todos tomavam as decisões em conjunto;

Trabalho e Emprego? As atividades eram feitas para que cada um pudesse gerar tudo aquilo que fosse necessário para o seu crescimento. Sempre de modo prazeroso. As máquinas foram sendo criadas e inventadas para diminuir os esforços físicos. Cada um trabalhava enquanto tivesse disposição e quando não mais conseguia (perto dos 200 anos) os outros davam a cobertura necessária;

Thomas Morus, com bela amizade virtual com seu contemporâneo Da Vinci, ficou feliz ao ver implantado em todo o mundo seu modelo Utopia: ” … apenas seis horas são dedicadas ao trabalho, três horas de serviço pela manhã, almoço, duas horas de repouso, mais três horas de trabalho a tarde, e daí por fim a ceia, os utopianos vão para a cama às oito horas da noite, e dormem oito horas…”

As pessoas moravam onde preferiam, em pequenos grupos de habitação, visto que não havia nenhum motivo pra se reunirem perto dos locais de trabalho ou aprendizado, que eram a própria casa (ou qualquer lugar);

Alguns povos que por motivos ainda não entendidos perderam a conexão por alguma centenas de anos e ficaram isolados, quando reencontrados, foram vistos morando em grandes aglomerados urbanos com altos edifícios e grande dificuldade de locomoção.

Mas, assim que foram reconectados, perceberam rapidamente que o modelo de grandes cidades e transito intenso não fazia o menor sentido.

Dependendo de onde nascessem, as pessoas tinham peso, altura, cor, cabelos, tipo sanguineo, preferências e características diferentes uns dos outros, mas por força da comunicação permanente desde a infância isso não fazia a menor diferença e nem era motivo de qualquer preocupação.

Energia gerada pelo sol, pelos  ventos e pelo movimento dos rios e marés foi rapidamente adotada por todos. Combustível? Álcool de cana e de batata para os motores de Galileu, que ainda teve tempo pra descobrir os buracos negros e estudar a relatividade.

Santos Dumont e os Irmãos Wright? Trabalharam em conjunto na primeira nave que chegou a Saturno (o avião foi inventado 400 anos antes por Da Vinci)

Vida pessoal  X  Vida profissional? Não existia esse conceito. Apenas VIDA.

Eu quase ia esquecendo! Einstein aprofundou os estudos de Galileu e descobriu TUDO sobre os buracos negros. Mas não vai dar pra explicar aqui!

Problemas? Certamente vários problemas surgiram ao longo do tempo, principalmente pelos preconceitos gerados por idéias novas vistas com desconfiança:

Um grupo propôs a criação de “escritórios” onde as pessoas pudessem sair de casa de manhã e se reunir para trabalhar retornando a noite. A idéia era tão estapafúrdia que foi logo descartada;

Alguns professores   cansados de ensinar milhares de pessoas por vez, imaginaram um local onde as crianças pudessem ser agrupadas por idade, em lotes de 30, cada um com um professor transmitindo a mesma informação para todos e que já estava disponivel na INTERNET. Foram motivo de muito riso!

Alguns médicos tentaram implantar  consultas presenciais, com o argumento que o contato humano seria benéfico para o paciente, mas os Conselhos de Medicina não aprovaram principalmente com o argumento que o atendimento à distância sempre funcionou e não precisava de mudança, além do risco de contágio para os médicos.

Alguns cientistas defenderam a ideia de usar petróleo do mar e do subsolo como fonte de energia, e também a formação de grandes barragens, mas foram logo desincentivados, visto que o sol, o vento e as marés eram fontes inesgotáveis e limpas.

Esses pequenos problemas citados acima, não impediram que, em 2020, o Papa da época, Francisco, produzisse uma encíclica “Fratelli Tutti” com o objetivo de louvar o nível mundial alcançado em relação à fraternidade e à amizade social e elogiando a construção de uma sociedade que soube incluir, integrar e levantar aqueles que sofriam.

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Pra encerrar: o que foi diferente no relato acima em relação à evolução real até o mundo atual?

– Apenas a criação simbólica da INTERNET como elemento de comunicação entre tudo e todos!

Não dá pra pensar e sonhar? Quem sabe?

 

Paulo Milet –  Formado em Matemática pela UnB e pós graduado em adm. pública pela FGV RJ – Pres. Conselho de Educação da ACRJ. Consultor e empresário nas áreas de Tecnologia, Gestão e EaD.

 

Segmentar, Construir, Qualificar. Pensando Fora da Caixa…

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

O que o Sr. Miyagi pode ensinar sobre pré-vendas?

No último post, falamos muito sobre formas de construir listas, mas hoje vamos aprofundar um pouco, de forma mais divertida?

Aqui vamos apresentar detalhes que fazem a diferença, neste processo:

A primeira coisa é o FOCO – E, quando falamos nisso, estamos tratando de segmentação.

Defina o mercado de interesse e foque os esforços em conseguir contatos neste segmento. Quanto mais definido melhor! Para saber os prioritários, veja em seu histórico ou em quais segmentos sua solução se encaixa melhor. Quem já atendeu com sucesso? Quem teve condição de pagamento? São algumas perguntas pra pensar entre tantas outras igualmente importantes.

O segundo ensinamento é o treino diário – A construção da lista.

Definidos os alvos, vem aquele trabalho de formiguinha para construir as listas. PASSOS DE FORMIGA COM VONTADE. É um trabalho repetitivo e intenso, porém recompensador. E o LinkedIn é primordial. Aqui na @SuaVisita usamos o Sales Navigator, entre tantas outras ferramentas de automatização.

** Faça as pesquisas, colete os dados públicos das empresas e pessoas que estão no alvo (target escolhido). Nome, empresa, cargo, e-mail e telefone, são alguns dados possíveis captar, imprescindíveis.

E o que o trecho do filme tem a nós ensinar sobre isso???

Quero saber de você, como correlaciona???

Pra mim tem a ver com a preparação para a luta – Qualifique até vencer! =)

Você já sabe que desafios vai encarar, você treinou dia a dia,  tudo o que podia (É PROCESSO!) e agora está pronto para encarar o desafio de prospectar. É estudar movimentos, entender o jogo, saber quando defender, atacar e contra-atacar e quais os caminhos para a vitória.

Conforme você vai qualificando, vai conseguindo visualizar se essa luta é sua ou se não é. E, se for, você entende que conquistar é questão de tempo e paciência. E se não for, você poupa energia para outras batalhas de prospecção que virão, passando para uma empresa que terceiriza, ou contratando uma consultoria pra treinar um SDR pra chamar de seu.

No final das contas, construir listas de prospecção é um exercício de foco, treino e muitaaaaa preparação.

Afinal, para que usar um canhão para matar um mosquito, se você pode fazê-lo com 2 palitos?

Fala pra mim mais sobre o tema nas linhas abaixo? Quero conversar por aqui.

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

Uma Bioquímica no RioInfo

Autora: Katia Aguiar

 

Minha relação com o RioInfo começou há 13 anos atrás, em 2008.

Sou bioquímica, iniciei vida profissional em laboratório e acabei trabalhando com negócios no setor de biociências.

Apenas para contextualizar, bioquímica é a ciência que estuda os processos químicos que ocorrem nos organismos vivos. Meu universo estava ligado diretamente à vida e suas inovações.

Em 2008 participei de uma missão prospectiva Sebrae a alguns Parques Tecnológicos em Portugal. Deveríamos visitar os modelos de processos e projetos de inovação, e à época, a maioria dos Parques Tecnológicos de Portugal eram dos segmentos de TI e Biotecnologia. Assim nos juntamos.

Não nos conhecíamos muito, mas a percepção de parcerias em negócios, a química foi fácil, se me permitem o trocadilho. Trouxemos na mala, várias ideias. Algumas foi possível implementar, outras não.

Mas o que funcionou de fato, foi a liga feita. A famosa “interatividade” tão falada no setor de TI, servia perfeitamente ao meu universo da biociência. Iniciava ali a minha aproximação com o grupo RioInfo, um dos maiores eventos de tecnologia brasileiro. Um evento já tradicional no Rio de Janeiro.

Minha constatação óbvia então, foi de que o setor de tecnologia era transversal. Teríamos a famosa “TI” para o agronegócio, para a biotecnologia, para a saúde, para energia, meio ambiente, e por ai vai. O núcleo gestor RioInfo começava a falar sobre isso.

Comecei a participar com mais atenção aos conteúdos e painéis disponibilizados no RioInfo. Claro, havia uma parte “raiz”, que não era tão próxima do meu universo. Mas vários conteúdos começaram a fazer sentido pra mim. Falavam como eu, de inovação. Começamos a realizar projetos conjuntos.

A cada ano fui me aprofundando, percebendo cada vez mais, que este universo era sim, intrinsecamente relacionado ao das Biociências e outros setores. Então cada vez mais a aproximação foi crescendo de forma natural. Orgânica.

Falava-se de tecnologia, de negócios, de formação, de sociedade. De vida.

Ao mesmo tempo, observava que poderia também colaborar um pouquinho com RioInfo, incorporando algumas características da biociência. Algumas formas de observação, linhas de inovação, de negociação.

E foi assim que me tornei, com muito orgulho, uma das Coordenadoras do RioInfo.

Recentemente percebi com grata surpresa, que agora esta famosa “Transformação Digital” que o mundo foi forçado a absorver rapidamente por conta da pandemia, para mim foi até mais natural do que eu pensava.  A proximidade, a interatividade com o grupo da tecnologia me deram isto de presente.

E como dizem por aí, as inovações tecnológicas vão determinar mudanças nos seres humanos. Será?

Tecnologia &, inovação, ciência, fazem cada vez mais parte do mundo dos seres humanos. E não conseguimos perceber nosso universo sem a tecnologia.

A ciência hoje já consegue imprimir corações, fígados em 3D; por meio de drones se consegue monitorar plantas individualmente, coletando informações, permitindo acompanhamento por regiões, identificando e corrigindo problemas pontuais em uma lavoura.

Cada ano que passa aprendo mais com os conteúdos do RioInfo. Com os painéis diversificados de alto nível.

Então deixo aqui uma mensagem a você que me lê: nunca diga nunca!

Esteja sempre aberto para novas possibilidades. Mesmo que estas pareçam não ter nada a ver com sua expertise. Vale ressaltar que não falamos aqui de especialistas ou generalistas. Isto é papo para um outro artigo.

Apenas te digo – não se feche a novos universos. Eles poderão ser mais próximos do que você imagina!

Pode acreditar… Papo de uma bioquímica no meio da tecnologia.

 

Katia Aguiar – bioquímica formada pela UFRJ, consultora de negócios em bioeconomia, empreendedorismo, inovação. É mentora de negócios e especialista em captação de recursos. Coordenadora RioInfo e uma das fundadoras da NeTe.

4 Mitos Sobre Empreender.

Autor: Marcio Cerbella

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Resumo: Algumas questões e mitos sobre empreendedorismo, precisam ser tratadas, afinal quem é esse ser, o tal do empreendedor? Aqui contamos um pouco mais sobre verdades e oportunidades do universo do empreendedorismo construindo a confiança criativa.

Mito 1 – Em épocas de crise, muitos que trabalham com empreendedorismo sempre falam que a melhor coisa a se fazer é inovar. Inclusive até fazem um trocadilho quando afirmam que “tire o ‘s’ da crise que vira crie”. Mas sabemos que a fórmula não é tão simples assim e que o início é de muitos percalços e apertos. Em geral, qual é o modelo ideal de planejamento para alguém que quer iniciar algo do zero?

O modelo ideal é aquele que se adequa ao dono, uma ótima ferramenta para ajudar na construção desse modelo, é o CANVAS (quadro do modelo de negócio), que permite um desenho dinâmico do negócio e convida a inovação em cada uma de suas etapas, entre os seus 9 blocos destaco dois, público-alvo e proposta de valor. Dica certa para promover o negócio é saber se as pessoas precisam do que será entregue, se estão dispostas a pagar por isso e como encontrá-los. Conhecer quem é o cliente e quais são os valores que ele necessita permite a construção de um planejamento certeiro. Mas é importante não confundir valor com preço, valores são as necessidades ou preferências pessoais dos clientes, preço inclusive, pode ser um entre muitos valores de um determinado indivíduo.

Mito 2 – Em geral, é válido fazer uma espécie de “mapeamento” das áreas profissionais para ver qual está saturada para não correr o risco de ser apenas “mais um”?

Um mapeamento é fundamental, fazer o que chamamos de pesquisa de mercado, combinada ao estudo de viabilidade técnica e comercial da futura empresa, permitirá escolhas adequadas e a criação de um modelo de negócio capaz de permitir a entrada de um novo, até mesmo em um ramo em que outros empresários já estejam estabelecidos. O segredo está em saber o máximo possível sobre quem será seu cliente e se os valores que vai entregar são benefícios para ele.

O problema não está em ser mais um e sim em fazer a mesma coisa para o mesmo público que seu concorrente está fazendo, imagine duas fábricas de bolo vizinhas, se as duas fizerem exatamente o mesmo tipo de bolo, concorrendo apenas com o preço, as duas caminharão para o prejuízo, no entanto uma pode ser especialista em bolos rápidos e saborosos e a outra em design e estilo para festas, que, no entanto, são um pouco mais demorados, mais caros, mas igualmente saborosos. As duas fábricas no último exemplo, apesar de serem do mesmo ramo, provavelmente estarão economicamente saudáveis por usarem curvas de valor diferenciadas, em outras palavras atenderão necessidades diferentes para públicos diferentes.

Mito 3 – É grande o número de pessoas que alegam não empreenderem em algo por não terem talento para desenvolver uma ideia. O que e como fazer nesses casos?

Hoje em dia se você não tem alguma competência ou talento, está cada vez mais fácil desenvolvê-los. Abrir uma empresa ou negócio não é tão diferente de quando queremos um objetivo ou sonho e vamos atrás dele com todas as nossas forças, o que podemos considerar como uma das formas de se empreender, uma empresa inclusive não deve depender exclusivamente do talento de seu proprietário, buscar informações, montar uma equipe, ou contratar uma consultoria antes de dar os primeiros passos são opções para vencer essa insegurança inicial e obter os comportamentos empreendedores.

Mito 4 – E, de fato, há gente que não tem o menor talento para tocar o próprio negócio, por mais dedicada, esforçada e até profissional que seja. Como tal pessoa deve agir diante dessa situação?

É preciso salientar que tocar uma empresa ou abrir um negócio não é como ser um jogador de futebol habilidoso, um grande pintor ou escultor, o talento não é tão importante quanto se esforçar para encontrar ferramentas, práticas e técnicas que ajudem na administração do negócio, e torná-lo viável e rentável. O acompanhamento sistemático com as ferramentas adequadas permite que mesmo sem um talento especial seja possível o empreendimento com ótimos resultados.

Se você não está disposto a adquirir essas competências administrativas, mesmo assim, pode pedir ajuda a especialistas para facilitar esse processo ou ainda contratar um ou mais administradores para desempenhar esse papel ou ainda uma empresa terceirizada, mas de qualquer forma são necessários o monitoramento e o planejamento sistemático desses atores.

Felizmente ser empreendedor demanda um conjunto de comportamentos, que comprovadamente, por instituições como a ONU, SEBRAE e outras, podem ser desenvolvidos. Mas para isso é necessário esforço que para a maioria das pessoas pode ser além dos limites.

Para quem deseja seguir esse caminho uma dica é investir em si mesmo para obter conhecimentos, competências necessárias para tal, investir mais tempo e dinheiro com o antes do que sofrer com as consequências da improvisação.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Kai: “Kai é realizar tudo que se sonha, é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: “fazer algo mesmo quando estamos andando”

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação (UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

 

Você já Comprou Listas de Contatos?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

E deu resultado? O seu cliente ideal estava nesta lista?
Me conta aqui…

O seu negócio não depende apenas dos clientes o procurarem. Mas também de segmentar o público-alvo e conseguir trazer novas oportunidades. Já tivemos clientes que não sabiam seu Perfil de Cliente Ideal (PCI)…

Outros, que talvez, até por não terem investido tempo neste estudo, viviam somente de indicações…

Lógico que ser indicado, lembrado, referenciado é maravilhoso (chega “quente”, pronto!) mas o universo potencial que uma empresa pode alcançar, em abrangência, pode e precisa ser maior.

Se você trabalha com vendas complexas B2B, me permita dar uma dica para ampliar o espectro da sua prospecção e ainda atingir o público-alvo. UMA FORMA PRÁTICA de construir seu PCI.

Primeiro, tenha em mente 3 coisas:
– Quem é o seu melhor cliente atual?
– Quem é o seu cliente mais recorrente?
– Que tipo de cliente deseja atingir?

Com estas respostas, que são mais relacionadas com o que chamamos “personas”, você consegue começar a traçar o Perfil de Cliente Ideal, respondendo a perguntas, como, por exemplo:
– Setor(es)-alvo?
– Tamanho de empresa?
– Faturamento?
– Cargos-alvo?
– Possíveis influenciadores?
– A decisão é Top Down (de cima para baixo), ou Bottom Up (de baixo para cima)?

Quando você tiver estas respostas, ganhará muito mais clareza sobre quem deve prospectar e assertividade nas abordagens.

No final das contas, você chegará à conclusão de que conhecer bem quem pode se beneficiar do que você tem para oferecer é a melhor opção.

O que você aumenta?
O que você reduz?
O que você faz que beneficia?
Sobretudo e, em primeira instância, beneficia a quem?

Deixe seu comentário. Vamos conversar.