Transformando a Crise em Oportunidade

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Coluna: Confiança Criativa nos Negócios

Entendendo crise como um momento de conjuntura desfavorável em que se vive situação anormal e grave, consequentemente de conflito, tensão ou transtorno, onde vivemos um processo de ruptura conjuntural e estrutural no funcionamento da organização, com a concomitante perturbação das normas e dos padrões que regem essa instituição, provocando importantes mudanças, podendo inclusive, afetar o a produção e a estrutura do negócio, torna-se necessário o enfrentamento dos novos desafios baseados  nos questionamentos e nas novas necessidades surgidas dessa situação.

Para passar por momentos como esse é importante que o comportamento dos líderes seja de resiliência, persistência, misturados com adaptação a mudança, auto crítica e uma pitada de criatividade. Conhecer a empresa internamente, analisar sistematicamente os resultados da empresa e as informações geradas pelo sistema de gerenciamento do relacionamento com o cliente (CRM) ajudará a encontrar respostas para entender quais circunstâncias levaram o negócio ao atual estado de coisas. Aproveitar essas informações analisando-as por outros ângulos, naturalmente leva a soluções inovadoras, que promovem  melhores resultados e em consequência novos caminhos. Situações de crise, por conter problemas com necessidade de solução, trazem a reboque oportunidades, uma vez que as mesmas saídas encontradas internamente podem ser usadas para atender necessidades dos clientes e portanto vender e faturar mais resgatando o negócio desses momentos.

Entendendo resiliência empresarial como a capacidade de passar por momentos adversos, dificuldades das mais variadas ordens, fazendo ajustes necessários e modificações no processo, mas mantendo as principais características e a essência do negócio, para que quando os fatores promotores da crise deixem de existir ela volte a ser o que era antes em termos de resultado agregando todas as experiências promovidas pelo enfrentamento das situações de crise, segue algumas dicas e sugestões para sair fortalecidos da situação desconfortável.

    1. Investir em educação, ou seja obter novas competências geradoras de oportunidade para o negócio.
    2. Realizar pesquisas internas de clima organizacional e eficiência dos processos e metodologias utilizadas.
    3. Investigar o mercado para entender como ele está, perceber que mudanças estão ocorrendo e como ele está se movimentando, ver o que tem de novo, que possa agregar valores ao negócio.
    4. Caso ainda não tenha desenhado a persona de seus clientes, busque informações e faça isso imediatamente, pois conhecer bem o perfil dos clientes vai ajudar muito na eficiência dos investimentos a serem realizados.
    5. Caso ainda não tenha um CRM, saiba que está perdendo dinheiro, se já tem, verifique se está adequado e se você está usando tudo que ele oferece, e então use.
    6. Estabelecer metas claras e relevantes, elaborando um plano de ação detalhado que possa ser monitorado sistematicamente.
    7. Procure por parcerias que possam ajudar a diminuir os custos da empresa, principalmente aquelas em que pode usar como base de troca, algum capital armazenado, que não precise de novos investimentos.
    8. Promova um ambiente saudável e colaborativo, mas acima de tudo otimista entre funcionários, sócios e demais participantes da empresa.
    9. Estabelecer medidas de economia mais que não promovam estragos emocionais nos colaboradores, lembre-se que eles são o maior capital que a empresa possui, e que suas sugestões podem inclusive ajudar na resolução dos problemas vividos.
    10. Depois de entender o mercado é hora de investir na atração, recuperação e retenção de clientes.
    11. Use a ajuda de especialistas em gestão inovadora de negócios, uma visão externa e focada pode trazer novos horizontes ainda não vislumbrados, além de trazer um ótimo custo benefício, evitando despesas em ações desnecessárias.
    12. Use sua rede de relacionamentos ao ser favor, lembrando que já existe um atalho circunstancial nessa ação.

Agora é colocar a mão na massa, traçado o caminho é preciso ação e persistência,  encontrar a confiança necessária para isso vem da certeza de que os passos e decisões foram tomados baseados em estudos e competências adquiridas, o esforço feito trará ainda experiências que tornarão a empresa forte e diferenciada das demais principalmente por saber usar quedas e dificuldades ao seu favor, transformando crise em case de sucesso.

Essa jornada resiliente com atitudes otimistas, é capaz de uma transformação inclusive  na qualidade de vida dos envolvidos, promovendo sorrisos e felicidade, além da elevação da autoestima do time, em consequência do sucesso obtido e da construção coletiva.

Comece agora a usar as dicas, aproveitando que descobriu que até a crise pode ser uma ótima aliada.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE

Estamos na Era dos Dados

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Estamos na Era dos Dados.

E, quem sabe trabalhar dados, e o faz com ética, consegue se diferenciar no mercado.

    •  O que a sua empresa faz com dados de clientes e prospects?
    • Você usa os dados respeitando os limites da LGPD?
    • Os dados que estão em seu poder, possuem autorização de uso?
    • O “dono” dos dados sabem que você os detém e o que serão feitos?
    • De algum modo, ele autorizou o uso? Estas e outras perguntas podem ser respondidas por um profissional de BI (Business Inteligence), ou Inteligência de mercado.

Este profissional é o que vai minerar dados, cruzar informações e tirar conhecimentos para tomada de decisão.

Ele também capta dados do mercado e da concorrência. Identifica os movimentos e tem insights que ajudam na condução das ações.

Uma frase que morri de rir, mas é a pura verdade é: “aperte o dado até ele confessar.”

Como a sua empresa se comporta na Era dos Dados? Você tem uma área ou profissional nessa área?

Já pensou em ter?

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua VIsita

Profissão Pré-Vendas: O que Você Precisa Saber Sobre Esta Atividade tão Especializada.

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Neste artigo, você vai entender um pouco de como funciona o trabalho do setor de pré-vendas e a função do SDR, que é o profissional que faz todo o trabalho que antecede o agendamento de uma REUNIÃO QUALIFICADA. Como se trata de um modelo ainda muito novo na maioria das empresas brasileiras, vou mostrar que até empresas de pequeno e médio portes, podem se utilizar deste recurso, que pretende criar um fluxo de prospecção e vendas recorrentes e que diminuem muito o tempo de negociação.

O que é um SDR? O que faz? Onde vive? Como se alimenta?

É muito engraçado adaptar assim… Mas nós pequenos empresários estamos acostumados a fazer tudo, “jogar nas 11”.

O SRD é o Sales Development Representative, em português, é o Representante de Desenvolvimento de Vendas. Um profissional da área de pré-vendas que, embora não atue como vendedor, ou especialista (closer), tem uma participação de extrema importância no processo comercial: qualificar leads.

Qualificar leads, basicamente, é buscar respostas para duas perguntas: estou falando com a pessoa certa, com o decisor? Você precisa mesmo da minha solução? Além disso, ele consegue responder coisas básicas sobre a solução oferecida, ajudando a quebrar crenças limitantes e a contornar objeções comuns. O objetivo final é o agendamento de reunião com o especialista, o vendedor que tratará as questões mais complexas, as típicas de proposta para fecharmos o negócio.

O mais legal deste trabalho é que o seu SDR pode estar (viver) em qualquer lugar do planeta e que não precisa ser interno sua da empresa. Uma expertise que pode complementar a sua.

E sabe do que ele se alimenta? De ações de prospecção! Seja por automação, listas de contatos e networking do cliente, ele consegue realizar um contato inicial e vai trabalhando este potencial cliente, transformando em lead e “nutrindo” o interesse. O produto final é um lead trabalhado para a compra e o vendedor tendo em mãos um relatório do que foi tratado, organograma de decisores que participam do processo e informações importantes já mapeadas e direcionadas.

Seria interessante para vc saber que já houve outra empresa do mesmo ramo de atuação da sua neste cliente? E se o cliente nós abrisse o que deu errado? E se conseguíssemos numa conversa franca que nos dissessem o que É SUCESSO pra ele no assunto e quais as expectativas pra uma próxima empresa que prestassem o serviço?

Informações realmente relevantes podem vir de um pré-vendas com autoridade e que envolva um C-Level.

Você já teve conversas envolventes assim? Seja autêntico ao ligar e vai encontrar quem queira trocar com você o assunto que está propondo.

Conta pra mim, vou adorar conversar sobre ligações que deram certo e a maior dica pra isso acontecer é: seja você mesmo!

Patrícia Carrasqueira – Representante de Vendas na Sua Visita

Servidor Público Pode Abrir o Próprio Negócio?

Autor:  Marcio Cerbella Freire

 

De imediato a resposta é Sim, pode!

No entanto existem alguns senões, e se o leitor tiver essa intenção e for servidor público, é importante tomar alguns cuidados. Ter uma empresa não é impedimento para assumir um cargo público, mas é preciso observar algumas exigências.

De acordo com a Lei nº 8.112/90, o servidor público federal é proibido de ser sócio gerente ou seja aquele administrador que responde legalmente por qualquer tipo de empresa, já na qualidade de sócio, seja por cotas de sociedade limitada ou como proprietário de ações não existe esse impedimento.

Portanto na condição de sócio cotista ou como acionista é possível fazer parte de um negócio, mas algum dos sócios deverá assumir o papel de sócio gerente, mesmo que esse sócio seja possuidor apenas de uma pequena parte da empresa. Lembrando que para o funcionalismo público estadual ou municipal é fundamental estudar a legislação local pertinente para evitar problemas ao participar de uma empresa.

Completar o salário participando de um negócio usando seu tempo disponível portanto pode ser um caminho a se pensar e possível se você for um dos sócios de uma determinada empresa colaborando com a mesma da forma que lhe for possível, ao optar por isso uma boa prática é que todos os sócios do negócio independente de serem gerente ou não tenham uma remuneração pré-definida e combinada de comum acordo entre os sócios.

Entretanto se você ainda não é servidor público e se sente inseguro ao participar de concursos por conta da instabilidade que vem ocorrendo para contratação de novos funcionários públicos, um bom caminho é começar a pensar em ter o seu próprio negócio e se tornar dono da sua estabilidade, do seu destino e do seu tempo.

Os concurseiros de plantão que estão vendo as chances de novos concursos com promessas de ótimas remunerações diminuírem a cada dia cabe também enxergar novas portas e oportunidades que se apresentam diante das necessidades da vida cotidiana atual e do momento conturbado e complexo que a atual economia vive. E portanto conquistar novas competências, participar de treinamentos, optar por novas carreiras mais especializadas pode ser o caminho tanto para se encontrar um espaço no tão sonhado serviço público como para obter sucesso no ambiente empresarial.

Ao abrir ou participar de uma empresa fundamental é se preparar para isso, fazer um estudo de viabilidade técnica comercial financeira, identificar as oportunidades, saber se existem clientes dispostos a pagar pelo produto ou serviço que você pretende oferecer, tudo isso é de extrema importância para que a sua empreitada não gere apavorantes decepções e frustrações que muitos de nós já ouvimos falar sobre pessoas que optaram por ser dono de uma empresa.

Concluindo seja qual for a sua opção, participar de concursos para se tornar um funcionário público, ou abrir um novo negócio o principal investimento que você pode e deve fazer é investir em si mesmo,  buscar novos aprendizados, competências, participar de treinamentos, ler novos livros, conhecer tudo do ambiente em que você pretende se inserir.

Kai, Ubuntu, Waka, abraços e sorrisos.

Obs.:

Kai: “Kai é vida ética, baseada em princípios de nunca fazer o mal, sempre fazer o bem e o bem a todos os seres.”

Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka:  “fazer algo mesmo quando estamos andando”

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Vocês Viram a Campanha sobre Proteção de Dados do Itaú?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Achei genial! Mas fiquei pensativa… Meus dados estão expostos por aí, também!

Senti o mesmo desespero do rapaz do comercial.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor e algumas questões ainda ficam no ar:

– O que muda para mim, cidadão?

– O que muda para mim enquanto empresa? Antes de tudo, o que é essa tal de LGPD?

Vamos por partes: O objetivo da lei é alinhar regras de uso e compartilhamento de dados de outros, com o objetivo de mitigar fraudes, uso indevido e demais crimes cibernéticos. E essa luta está apenas começando!

Para o cidadão, a lei pretende dar mais segurança aos dados. Você precisa autorizar e saber o que as empresas farão. Como utilizarão seu CPF, por exemplo.

Para empresas, além de promover a segurança, também estabelece regras para uso de dados de clientes, prospects, fornecedores e outros. Não basta mais pedir para a atendente virtual pegar o e-mail do cliente, ele agora precisa autorizar e dizer que quer receber a mensagem.

Governo deu mais de um ano para que as empresas se preparassem e agora você precisa estudar bastante e, principalmente, se é empresa, colocar-se “na linha”.

Acontece que muitos nem começaram a pensar nisso.

Me diz… Como está o processo na sua empresa?

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

 

Como Aprender com o Negócio Fracassado?

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Quando um negócio não dá certo? Essa é uma pergunta que todos nós gostaríamos de responder precisamente. Muitos são os fatores que podem levar um negócio ao insucesso, no entanto esses normalmente não são levados em consideração na decisão ou iniciativa de se constituir uma empresa, o fracasso é muitas vezes uma consequência dura da falta de preparação e planejamento, mas faz parte da jornada do empreendedor, tudo que ocorre ao longo desse caminho pode ser aproveitado, inclusive o fracasso.

Procurar encontrar os motivos e fatores que levaram a essa situação identificando e anotando, funciona como preparação e construção do conhecimento para novas oportunidades.

O primeiro grande aprendizado é saber identificar o que levou a esse estágio, fazer isso de forma isenta sem deixar que a emoção tome conta, errar é uma dor  insuportável para algumas pessoas, mas o comportamento empreendedor pressupõe estar disposto a isso, quando participamos de uma brincadeira de acertar o alvo em movimento nosso mindset  está sintonizado da seguinte forma: preparar, mirar e depois atirar, é justamente aí que chegamos na situação de fracasso pois o mais correto seria se preparar sempre, atirar e depois mirar, ou seja ajustar aquilo que deu errado ao longo do caminho, mas para isso é necessário monitorar constantemente os resultados e as ações que vêm sendo realizadas para que ao primeiro sinal de erro o ajuste possa ser feito e o resultado melhorado.

Uma dica é buscar ajuda para analisar os números do negócio identificar os possíveis erros de planejamento, ou ações que levaram a esse insucesso. Lembrar que esse é apenas um ponto de parada da sua jornada não deixar, que ele trave suas metas e seus sonhos. É natural que depois disso o medo tente nos impedir de sofrer novamente as mesmas consequências, isso não é ruim, pois isso ocorre para nos proteger, mas em algumas pessoas causa um travamento capaz de impedir uma nova empreitada.

Necessário portanto investir em vencer esse medo ou pelo menos aprender a agir independente da existência dele, para isso uma ótima ideia é procurar aumentar a autoconfiança por meio da autoeducação, procurar treinamentos cursos, ou ainda ajuda especializada, coaching consultoria ou mentoria, vão permitir que você não fique estagnado apenas sofrendo com a situação em que você se viu, use para isso a ideia que enfrentar o inimigo que você já conhece é muito mais fácil do que enfrentar o desconhecido, quanto mais você conhecer ou souber informações de sua nova empreitada mais segurança você terá, algumas ferramentas que você pode usar são a construção de metas SMART, elaboração do quadro de modelo de negócios, plano de ação dos primeiros passos para alcançar seus objetivos, entre outras, mas cada uma delas demanda um esforço de aprendizado, é bom saber que sem dor ou algum tipo de sofrimento, pouco provável será chegar ao sucesso em qualquer coisa, usar essas experiências ao nosso favor provavelmente é um trunfo na manga que deve ser muito bem utilizado.

Para que uma empresa ou negócio seja bem sucedido algumas etapas precisam ser cumpridas a primeira delas é entender quem é o cliente.

A partir daí identificar se o produto ou serviço que será entregue atende objetivamente as necessidades desse cliente, saber calcular o preço do produto ou serviço, entendendo se o cliente está disposto a pagar por esse preço, além de agregar o máximo de valor ao que você já entrega, são parte dessa etapa.

Na sequência fazer um estudo de viabilidade do negócio, entendendo seu posicionamento no mercado e possíveis alterações para o seu crescimento. Fundamental que antes de sair do papel ou apenas da ideia, os idealizadores devem ter uma visão o mais completa possível de como será a empresa e como ela deverá atuar, da onde vem as suas receitas e as suas principais despesas, quais são as possibilidades de parceria que podem ser feitas para que o fluxo de despesas e receitas seja adequado e gere lucro.

A grande dica final é aproveitar tudo pelo que se passar e se preparar sempre para vencer os desafios, testar, treinar, monitorar, corrigir, pesquisar, aceitar a crítica e usá-la ao seu favor, com essas ações no mínimo o próximo fracasso será bem mais suportável, mais provável ainda é que ele nem sequer ocorra e que venha sim o tão esperado sucesso!

Kai, ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

 

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Comercial 4.0, o Que se Pode Automatizar, se Automatiza.

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

O que uma máquina de refrigerante tem a ver com pré-vendas?

Imagine que você está com muita sede e sabe que precisa beber algo… Olha em volta e acha uma máquina de refrigerantes.

Você vai até ela…

Chegando, você fica sabendo que, além de 4 opções de refrigerante, pode comprar água, também. Que é a primeira opção para, de fato, matar a sede. Não é mesmo?

Para decidir, você pondera algumas coisas:
– O que eu quero/preciso comprar?
– Quantos ml tem cada produto?
– Quais os preços dos produtos?
– Eu tenho o dinheiro suficiente na carteira?
– Aceita débito?

Na máquina, estão algumas respostas, como preços, ml de cada produto e formas de pagamento possíveis.

Mas a máquina também conta com uma super propaganda da Coca-Cola e você conclui que, entre todas as opções, é ela que vai matar a sua sede.

Moral da história:
Pré-vendas é isso! Juntamos a sede com a vontade de beber e colocamos pessoas dispostas a consumir seu produto/serviço, sabendo que é a sua solução que ela precisa.

E o legal é que eu tenho uma máquina de pré-vendas para te mostrar.

ESTAR NA MENTE DO CLIENTE é muito importante. A automação ajuda a colocar A SUA MARCA no topo, em vermelho e com luz neon!

Me conta, você automatiza seu processo de vendas?

 

Patrícia Carrasqueira  – Representante de vendas na Sua Visita

Autoestima o Segredo do $uce$$o

Autor: Marcio Cerbella Freire

 

Confiança Criativa nos Negócios.

Sucesso no sentido de se conquistar um objetivo, ou algo muito desejado pode representar situações diversas em relação ao estado emocional, o segredo para que o sucesso não seja efêmero, nem fator gerador de distúrbios emocionais, está relacionado a outras duas palavras do nosso vocabulário, autoestima e confiança.

A autoestima é a forma que o indivíduo enxerga a si mesmo, representa o grau de satisfação que tem consigo mesmo, com suas atitudes, seus comportamentos, seus hábitos, sua convivência social, sua aparência, entre muitos outros fatores. Quanto maior for esse fator, mais provável será um bom equilíbrio emocional. Nesse caso provavelmente o seu organismo responderá melhor ao alimento que ingere e a vida que leva, permitindo inclusive uma aparência mais jovial e consequentemente adequada com a expectativa gerada.

Estar satisfeito consigo mesmo é o pilar de apoio mais importante da autoestima. É claro que conquistar nossos objetivos nos fortalece, mas esse não é o único combustível da autoestima. O simples fato de saber que fizemos o nosso melhor, que fomos capazes de utilizar bem as nossas habilidades, já é uma fonte de satisfação, mesmo quando não alcançamos os resultados que planejamos.

Olhando por outro ângulo, o sucesso pode por exemplo trazer consequências inesperadas ao seu eu, que o leve a incertezas, insatisfação e angústias, por exemplo, o sucesso algumas vezes traz uma exposição exagerada da imagem pessoal, pode ser que você  não se sinta confortável com isso ou que até mesmo sofra, essas situações podem diminuir o seu grau de autoestima estando  inclusive relacionadas há uma baixa na auto confiança.

Caso exista alguma área de nossa vida em que ainda não estamos utilizando de forma satisfatória nosso potencial de ação, podemos nos esforçar e transformar essa realidade. A solução depende de nossa ação! O comprometimento com nosso desenvolvimento e melhoria vai determinar o fortalecimento, ou a diminuição de nossa autoestima.

O problema é que mesmo as pessoas com autoestima elevada e que expressam confiança, costumam enfrentar altos e baixos. Esse desconforto acontece quando o indivíduo se sente deslocado em certos grupos de convivência onde está inserido ou vive situações diferentes do que está acostumado. Encarar o sucesso portanto, demanda conhecimento de si próprio, entender quais  são os componentes formadores da sua personalidade, para entender e dominar as reações prováveis a esse estado de coisas e suas consequências.

Investir na autoeducação, em outras palavras, aumentar as suas competências, vivências e aprendizados, permite um alto nível de segurança em tudo que se faz, além de dar subsídios ao conhecer de si mesmo.

Esse investimento em autoconhecimento é que estabelece a confiança em si mesmo, quanto mais confiança se tem melhor serão as respostas dadas as situações que a vida lhe apresentar, sejam elas agradáveis ou não, tornando mais felizes os seus resultados.

Ter sucesso com felicidade, harmonia e equilíbrio emocional, além de ser objeto de desejo de muitos, é também promotor do alto nível de autoestima, aumentando, portanto, a confiança própria, e o grau de acerto nas respostas e reações que necessitar escolher, o que irá te levar novamente ao caminho do sucesso gerando um círculo virtuoso infinito, sobre a tríade: + Autoestima + Confiança + Sucesso.

Ubuntu, waka, abraços e sorrisos.

Obs.: Ubuntu: palavra do dialeto de uma tribo africana que significa  “todos somos um” sugerindo uma ideia de humanidade e respeito nas relações.

Waka: palavra também de um dialeto de uma tribo africana que significa “fazer algo mesmo quando estamos andando”

Márcio Cerbella Freire é Diretor de Sorrisos da EMECF Educação Empreendedora, feliz, Master Coach, Analista de Sistemas, Pedagogo, Pós Graduado em Psicopedagogia e em Empreendedorismo e Inovação(UFF), Empreteco, Consultor, conteudista e instrutor credenciado do SEBRAE.

Vou Te Enviar um e-mail, OK?

Autora: Patrícia Carrasqueira

 

Vou te enviar um e-mail, ok? Me passe seu número, para falarmos melhor? Vou deixar um recado no seu WhatsApp, tá bem?
O combinado não sai caro, quando o Comercial respeita a LGPD.

O SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), diz que:
“O titular (dono dos dados) deve concordar, de forma explícita e inequívoca, que seus dados sejam tratados.”

Na realidade do Comercial, devemos sempre deixar claro quais são “as regras do jogo”, ou seja, se o potencial cliente lhe passa seus dados ou da empresa, você deve informar o que pretende fazer com as informações e conseguir seu consentimento.

No LinkedIn, por exemplo, conduzo a prospecção enviando um pedido de conexão com uma mensagem já explicando como a Sua Visita pode ajudar empresas a vender mais e pergunto se podemos falar mais a respeito.

Ao aceitar, a nova conexão já sabe qual é o meu objetivo.

Depois, envio uma mensagem de agradecimento e continuo o assunto, já tentando agendar uma reunião.

As pessoas que respondem positivamente, geralmente, me passam dados como e-mail e/ou telefone.

É quando eu explico o que vou fazer com estes dados e busco um ok, antes de executar uma ação.

Este é um exemplo de respeito à LGPD.

Me conte quais os cuidados que você e sua empresa têm para respeitar os dados coletados.

 

Patrícia Carrasqueira – Representante de vendas na Sua Visita

 

A Utopia Realmente Existe Quando Pensamos em Cidades Mais Inteligentes?

Autor:  Prof. Dr. André Luis Azevedo Guedes – Smart Cities Expert – UFF/UNISUAM

 

O que desperta interesses e curiosidades de empresas do porte como: Accenture, Cisco, Samsung, Huawei, Nokia, Ericsson, Qualcomm, Tesla, Enel X, Bosch, Volkswagen, ABB, Apple, Amazon, Microsoft, Google, IBM, Claro, Deloitte, Vivo, Nvidia, TIM, dentre outras, para as cidades inteligentes?

Os projetos de Smart Cities são reais no Brasil e no mundo. O olhar aguçado das grandes corporações e a variedade de financiamentos internacionais disponíveis podem ser citados como molas propulsoras deste novo mercado, um novo oceano azul, já tradicionalmente conhecido pelas visões de inovação dos autores Mauborgne e Kim.

Fontes de recursos como a União Europeia (EU), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (IADB/BID), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), o Banco Mundial (World Bank Group) traz às empresas e aos governos um novo desafio: como as corporações que atuam nos Estados e Municípios devem modelar seus “business cases” para atender um mercado estimado em bilhões de reais e que pode gerar melhoria real na qualidade de vida das populações?

A conexão entre o global e o local – também chamado por mim, carinhosamente de GLOCAL – é uma janela única de oportunidades, pois todos se digitalizaram em algum grau, uns mais e outros menos, assim como as organizações. Diante desta digitalização “forçada”, o mercado baseado em tecnologias digitais cresceu exponencialmente e as empresas deste setor foram e ainda são as que mais crescem.

Vivemos uma pandemia, mas é na baixa dos preços para investimentos no Brasil que há a entrada de recursos estrangeiros para aqueles que se planejam, seja no caso da iniciativa privada ou dos governos em seus diversos âmbitos para prover melhor qualidade de vida.

É sabido que que as cidades mais inteligentes são feitas de pessoas e não são compostas exclusivamente por novas tecnologias, mas também por uma agenda sustentável integrada, em linha com o conceito de “environmental, social and corporate governance” (ESG), além da Agenda 2030, aonde os países signatários das Nações Unidas (ONU) deveriam estar engajados no seu cumprimento.

A latente viabilização das tecnologias 5G tendem a aumentar a pressão pelas Smart Cities, pois apesar de não ser um processo simples, há carências de coberturas em muitas áreas geográficas que precisam ser atendidas pelo tradicional 3G ou 4G.

Como nos portarmos neste cenário? Considero que as tecnologias só possuem serventia se forem aplicadas para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

Neste ponto, as grandes empresas começaram a perceber valor nestas soluções, afinal, todos nós desejamos um transporte mais rápido e limpo, mobilidade eficiente, uma saúde pública de qualidade, a constante medição dos riscos urbanos, um planejamento urbano conectado as melhores práticas internacionais e que gere crescimento local, observadas às questões estratégicas e de governança.

O futuro é agora. Como reimaginar nossas cidades e empresas diante de tanta destruição trazida pela pandemia? Se pudesse opinar, apostaria na educação e na inovação da infraestrutura considerando uma retomada econômica, com planos e ações de curto, médio e longo prazo.